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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

ORGULHO NOSSO (NÃO GAY ENTENDA-SE!)

O ORGULHO NOSSO (NÃO GAY ENTENDA-SE),
de ser este blogue (venenoso) o primeiro a iniciar a propaganda eleitoral em favor do Zé Sócrates para a próxima votação que se avizinha. A opção é vossa" As eleições são livres no Portugal democrático.







Grafismo e composição: José Martins

POLITIQUICES



EFEMÉRIDE DO DIA 6 DE FEVEREIRO DE 2009

Padre António Vieira
Nasceu em Lisboa a 18 de Julho de 1608 e Faleceu a 6 de Fevereiro de 1697 na Bahia - Brasil.
Religioso, escritor, diplomata e orador da Companhia de Jesus.
Uma personagem das mais influentes do século XVII, no aspecto da política e destacou-se como missionário no Brasil.
Foi um defensor e infatigável na defesa dos direitos humanos dos povos indígenas, combatendo a sua exploração e escravização.
As classes menos favorecidas e por quem lutava conheciam-no pelo nome de "Paiçu" (Grande Padre/Pai, no dialecto tupi).
Defendeu os judeus, insurge-se contra a segregação dos cristãos-novos (judeus convertidos ao catolicismo) perseguidos pela Inquisição) e a distinção a que estavam sujeitos em relação aos cristãos velhos (católicos tradicionais).
Foi um defensor para a abolição da escravatura e criticou severamente os sacerdotes da sua época e a própria Inquisição.
Depois da Restauração da Independência (1640), regressou a Lisboa iniciando uma carreira diplomática, chefiava a missão que do Brasil ia a Portugal prestar obediência ao novo monarca.
Sua vivacidade de espírito e como orador, viria a conquistar a amizade de D.João IV de Portugal, tendo sido nomeado pelo monarca o pregador régio.
Como diplomata, foi enviado em 1646 aos Países Baixos para negociar a devolução do Nordeste do Brasil, e, no ano seguinte, a França.
Caloroso adepto de obter para a Coroa a ajuda financeira dos cristãos-novos, a sua acção viria a entrar em conflito com o Santo Ofício, mas viu fundada a Companhia Geral do Comércio do Brasil
Para mais conhecimento recomeda-se:

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

ANJOS;DEMÓNIOS E OS "SPEEDERS"

ANJOS,DEMÓNIOS E OS "SPEEDERS"

COM QUEM GOSTARIA DE CASAR?

COM QUEM GOSTARIA DE CASAR?

EFEMÉRIDE DO DIA 5 DE FEVEREIRO DE 2009

José Craveirinha
Autodidacta, escritor,poeta e jornalista, nasceu, em Lourenço Marques (Maputo) a 28 de Maio de 1922 e morreu a 5 de Fevereiro de 2003.
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Colaborou em jornais moçambicanos, assinando, parte dos seus artigos, com pseudónimos.
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Entre os prémios, literários, com que foi galardoado, desde 1959, conta-se o "Prémio Camões", em 1991.
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Foi meu contemporânio na cidade da Beira; amigo do poeta Nuno Bermudes o qual, por várias vezes, o elogiou no diário "Diário de Moçambique".
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Jornalista do "Noticias da Beira", de quando era director o brilhante jornalista Gouveia de Lemos; retirou-se para o Brasil dado ter sido perseguido pelo Eng. Jorge Jardim (accionista do Notícias da Beira), depois de ter publicado um editorial onde (embora não mencionando nomes), dava a entender quem tinha sido o autor do assassínio (cujas suspeitas recaiam em cima de um oficial da marinha portuguesa "careca"), de uma pobre rapariga de bar, que foi atirada do alto do prédio "Mira Mortes" (1969) na área do Maquinino da cidade da Beira.
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José Craveirinha na sua autobiografia: "Nasci a primeira vez em 28 de Maio de 1922; nasci a segunda quando me fizeram descobrir que era Mulato; quando o meu pai (branco) foi de vez tive outro pai, seu irmão".
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Nota nossa: José Craveirinha esteve sempre a nascer, durante o correr de sua vida.
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Normalmente (como eu o sou) os autodidactas estão sempre a nascer enquanto vivem, até morrer.
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Assim foi José Craveirinha, por quem tive grande admiração, deixou de nascer no dia 5 de Fevereiro de 2003.
José Martins

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

O VETO DA CONSCIÊNCIA


O VETO DE CONSCIÊNCIA
Infelizmente, desde que José Sócrates, tomou posse do Governo, tenho vindo a encontrar as maiores disparidades em cima de sua conduta, como governante.
Ainda lhe dei algum crédito de quando,eufóricamente, se movimentava na campanha eleitoral.
Não foi porque tivesse alguma simpatia pelo PS (não confio em nenhum outro partido), mas pelas suas palavras e futurei que José Sócrates seria uma nova revelação.
Não conhecia o seu passado político e sinceramente já estava cansado do aventureirismo de outros seus predecessores.
Tinham-me enganado todos!
Desde a presidentes da República a Primeiros-Ministros e o último foi o Pedro Santana Lopes.
Depois de tantas dúvidas e ter dado algum crédito a José Sócrates, logo após ser empossado, surgem dúvidas, públicas, se é um verdadeiro engenheiro ou de coisas já feitas.
Com o correr de sua governação comecei a verificar que ele era nem mais ou nem menos uma cópia fiel ,tirada a papel químico, dos seus antecessores.
Surgem as maiores disparidades durante a sua gerência: " a construção dos aeroportos; do TGV; a população a ficar sem hospitais e clínicas; o protesto dos professores, o aumento dos criminalidade, a caída da economia e agora, para compor o ramo, o caso do "Freeport".
Entre tantas "cavaladas", que lhe observei, há a dos emigrantes o não poderem votar por correspondência.
Ora José Sócrates, dentro de sua estratégia, ao ser aprovada a lei na Assembleia da República (pelo seu partido a maioria) e depois pelo Presidente da República, seria para continuar no poder e, com isto, os emigrantes não o viessem a incomodar e aos seus "camaradas" de partido.
Tratou os emigrantes um pouco acima de cão!
O Braga das Comunidades, homem pequenino, como o ditado, velhaco ou bailarino, evidente que não informou o seu patrão Sócrates a importância dos emigrantes para o país.
O Braga tem sido um secretário para as Comunidades Portuguesas no Mundo, como já o tinham sido, o José Lelo (o videirolas tripeiro) e o José Cesário de Viseu, que foram distribuindo uns "bronzes" aos presidentes das associações nos países onde os emigrantes estão sediados; comerem umas lascas de presunto, beber uns copos e receberem umas palmadas, de amizade, nas costas.
O José Lelo até fez umas exibições giras, nos palcos das associações a cantar o fado.
Não vou falar nas suspeitas de estar envolvivo no, bastante, falado "mensalão" do Brasil.
Porém o José Sócrates ignora a força dos emigrantes pelo mundo adiante!
E bem pode precisar deles e não tardar!
Isto vem a propósito da crise económica em Portugal, em que estava à beira da banca rota, no princípio da década oitenta do século passado.
Mário Soares (já por diversas vezes o confessou) lutava deseperadamente para que Portugal não fosse sofrer a vergonha da falência e, certamente, se isso tivesse acontecido hoje Portugal estaria anexado à Espanha!
O Primeiro-Ministro Mário Soares pedia encarecidamente aos emigrantes que depositassem as suas economias, em moeda estrangeira, em bancos portugueses.
Ofereceu juros chorudos, que seria uma forma de evitar a banca rota. Mas os emigrantes nessa altura, mesmo com juros altos, como pobres e tinham grangeado as suas economias a poder de "sangue, suor e lágrimas", muitos duvidavam em as transferir para a pátria que os tinha parido e até bastardado.
Em 1981, na Arábia Saudita eu mais uns 10 portugueses que trabalhavamos para uma companhia, americana, de prospecção de ramas de petróleo, tivemos uma reunião onde discutimos se transferíamos ou não as nossa economias para Portugal.
Havia dúvidas e bastantes...
Mas entre essas dúvidas eu incentiveio-os dizendo-lhes: "É o nosso país e seja o que Deus quiser, vamos salvar Portugal!"
E foram os emigrantes, espalhados pelo mundo, que salvaram Portugal da vergonha da "banca rota".
É certo que o Governo português pagou a todos os emigrantes com juros, porque depois de 1986 começou a chover dinheiro da União Europeia e Portugal venceu a crise.
Só que esses dinheiros, foi semente que caiu em ruim solo que não germinou!
Talvez e não tarde que outra vez os emigrantes respondam à chamada para que Portugal não caia novamente na "banca rota".
José Martins
O Drama de desemprego na Europa
Hoje de manhã assisti a um debate através da TVE (Televisão oficial de Espanha),entre um comunicador e três proeminentes jornalistas de diários madrilenos.
A fulgarante, desde há anos, economia espanhola está em decadência.
A sua caída vai refletir-se noutros países da Europa, onde Portugal está incluído.
Entretanto durante o debate de mais de duas horas, foram apresentadas imagens (algumas abaixo apostas) e bem conta dão do drama.
Pessoas de várias etnias a abandonarem Espanha e longas bichas de outras em frente dos centros de emprego.
Foi dito no correr do debate que tal crise de desemprego só se registou em Espanha no ano de 1929, do século passado.
O Primeiro-Ministro José Zapatero preocupada afirma que vai promover empregos no próximo mês de Março, mas não afirma quais. Entretanto o Governo estã ao rubro e a perder a paciência com os bancos pelo facto de estagnarem os empréstimos.
Uma jornalista insinuou: "Terá o Governo a intenção de nacionalizar os bancos, caso continuarem a recusar emprestar dinheiro?"
Não houve resposta como é natural.
José Zapatero afirmou (em outra peça separada) que o Governo vai disponibilizar 10 mil milhões de euros para fazer face à crise, o que se entende ceder dinheiro aos que não têm possibilidade de satisfazer os seus compromissos, pagamentos de prestações, bens de consumo etc.etc..
Estranha-se, o silência do presidente da Comissão Europeia Durão Barroso que não se tenha visto, estes últimos tempos, nos vidros dos televisores a fazer quaisquer declarações em cima da crise económico de momento.
Porém de estranhar que em Portugal, em vez da RTP se ocupar do assunto da crise (bem mais grave que a espanhola) ocupa-se com os "Prós e Contra" da comunicadora Fátima Ferreira, para ser discutido o caso do "Freeport", "O Trio de Ataque" , sobre coisas do futebol e à hora que estava a ser discutido o caso em Espanha, a RTP do Porto ocupava-se com a "Praça da Alegria" e nos exteriores o Helder Reis a dirigir uma banda de música (a fazer de maestro para a plateia) no concelho de Gondomar.
A seguir apresentou um saco de rebuçados S.Braz, famosos, para a cura da tosse.
Como iria, certamente entrevistar o presidente da câmara Valentim Loureiro, mudei novamente para o canal de Espanha.
Em Portugal a crise está a passar ao lado!
Não há drama...
O que será necessário é José Sócrates ganhar as próximas eleições e que se lixe o "mexilhão" que é o papalvo do Povo (O Zé palerma português).
José Martins


EFEMÉRIDE DO DIA 4 DE FEVEREIRO

Almeida Garrett
João Baptista da Silva, nasceu no Porto a 4 de Fevereiro de 1799. Passou sua adolescência nos Açores,vivendo na Ilha Terceira de quando as tropas napoleónicas invadiram Portugal onde viria a ser instruído pelo seu tio D.Alexandre, Bispo de Angra. Em 1816 seguiu para Coimbra onde se matriculou no curso de Direito. Em 1821 publicou "O Retrato de Vénus", trabalho que lhe custou a instauração de um processo por ser considerado ateu e materialista. Participou na revolução liberal em 1820 e exilou-se em Inglaterra após a Vilafrancada. Casou com Luisa Midos, de quando apenas tinha 14 anos. Escritor, dramaturdo e político. Foi o maior orador no seu tempo.Faleceu em 1854, vítima de cancro, em Lisboa.
Para conhecer mais sobre esta importante personalidade portuguesa: http://wikipedia.org/wiki/Almeida_garrett

PESSOAS ESQUISITAS!



segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

NOTÍCIAS MUITO MÁS!

MAFIA SICILIANA

DESENHOS PERIGOSOS
O cartonista, siciliano, Nino teve a pouca vergonha de publicar desenhos em cima do "terror" e do silêncio das vítimas (abatidas como o caçador abate coelhos no monte), na paradisíaca (se abres o bico vais para o inferno), ilha siciliana.
Aqui vai uma recomendação para o Nino...
Antes do teu corpo ser feito numa peneira, encomenda a tua a alma ao cura do teu bairro!
Olha não te te esqueças de já encomendares (pagá-lo se tens dinheiro) o teu funeral ao cangalheiro, mais próximo, da casa da tua viúva.
Um funeral porreirinho com o acompanhamento dos meninos do coro, o cura sob o pálio (para não se queimar dos raios do sol); uma banda de música a tocar o "riquien", para a salvação da tua alma!
O Nino deve já encomendar as "carpideiras", essas almas danadas (abutres) que se vão governando, a chorar, com a morte dos outros.
José Martins

OS ARGENTINOS NÃO ESTÃO A GOSTAR DA BRINCADEIRA...

POLÍTICA DE MÁ LÍNGUA INTERNACIONAL

CADA PAÍS TEM A GENTE QUE MERECE!

Orgulho nacional!
O Zé na primeira página de um jornal "bife". Esses horrorosos, "bifes", racistas até que em fim que dão algum valor aos nossos homens de estado. Parabéns ao nosso Zé.



EFEMÉRIDE DO DIA


Em 3 de Fevereiro de 1488, Bartolomeu Dias passa o Cabo das Tormentos e abre o caminho a uma nova era para o Mundo. Passados 10 anos (1498) Vasco da Gama, chegou à Índia pela rota do oceano Atlântico e o Índico e para a consequente queda dos mercados das especiarias, italianos; Veneza, Pisa e Genova.
Com a conquista do mercados das especiarias e mais o que havia na Ásia e no extremo-Oriente, pelos portugueses, viria a contribuir para a ligação dos povos da Europa e da Europa.
Além desta ligação aconteceu a movimentação das plantas e das sementes de uns continentes para outros, pelos mareantes portugueses, que viria a ser benéfica para a população da Europa, já velho e degradado continente a braços com guerras, a fome, doenças e as pestes medievais.



Interessante inserir aqui um poema de Fernando Pessoa em honra da abnegação e o espírito de coragem,predestinação do homem português que nada o fazia recuar perante todos os riscos que corria:

O Mostrengo, o Homem-povo e el-Rei D. João II

O Mostrengo que está no fim do mar
Na noite de breu ergue-se a voar;
À roda da nau voou três vezes,
Voou três vezes a chiar,
E disse: "Quem é que usou entrar
Nas minhas cavernas que não desvendo,
Meus tectos negros do fim do mundo?"
E o homem do leme disse, tremendo:
"El-Rei D.João Segundo!"
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«De quem são as velas onde me roço?
De quem são as quilhas que vejo e ouço?»
Disse o mostrengo e rodou três vezes,
Três vezes rodou imundo e grosso,
.
«Quem vem poder o que só eu posso,
Que novo onde nunca ninguém me visse
E escorro os medos do mar sem fundo?»
E o homem do leme tremeu, e disse:
«El-Rei D.João Segundo!»
.
Três vezs do leme as mãos ergueu,
Três vezes ao leme as reprendeu,
E disse ao fim de tremer três vezes:
«Aqui ao leme sou mais do que eu:
Sou um Povo que quer o mar que é teu;
E mais que o mostrengo, que me a alma teme
E roda nas trevas do fim do mundo,
Manda a vontade, que ata ao leme
De El-Rei D.João Segundo!"

SIRESP - COM CHEIRINHO A PSD

SIRESP E FREEPORT

Dizem para aí as boas ou más linguas que o SIRESP (Sistema Integrado das Redes de Emergência e Segurança de Portugal) foi uma negociata do tempo do Governo de Santana Lopes (já na situação de dar o badagaio), pelo Ministro da Administração Interna, Daniel Sanches.
Ora esta brincadeira custou, ao contribuinte, 500 milhões de euros.
Na negociata esteve envolvida a tal Sociedade Lusa de Negócios e o José Oliveira Costa, do BPN.
O SIRESP nunca foi montado, na totalidade e muito menos ter funcionado.
Este blogue é apolítico porque o autor não acredita nem confia em político nenhum da praça Portugal.
Mas por mais estranho que possa parecer, na proximidade das eleições, surgiu nas primeiras páginas do jornais o caso "Freeport". Portugal está cheio até ao gargalo de "Freeports", praticados, pela conveniência de uns "encanadinhos", perfumados, ligados a "palermas" iguais ao José Oliveira Costa, guardado a "bom recato", para não piar...
Não piou mesmo de quando foi chamado a desvendar o mistério do "gamanço" perantes os deputados, na AR, cuja investigação, era chefiada pela Mariazinha Belém do PS.
Ora,ora 500 milhões de euros, para o SIRESP é de facto muito papel!
Montante que é muito mais gordo que as tais, anunciadas, luvas do "Freeport".
O processo SIRESP (dizem) estar já arquivado na PGR, mas que lhe vai ser dada mais uma vista de olhos.
Bem o que me parece isto é um jogo de pedrada...
O mesmo: tu mandas-me a pedrada, eu apanho a pedra e mando-te de volta!
Cães e lobos comem todos...
Já eu ouvia isto ao meu avô Joaquim Gomes um filósofo, daqueles analfabetos que não conhecia uma letra do tamanho da "Cabeça do Vellho" da Serra da Estrela, a minha serra.
Áh cacetes de pau de lódão por onde andais!
Há casos em que a justiça, escrita nos livros, é como a enguia que se esgueira das mãos...
Mas umas valentes lambadas no lombo dos encanadinhos, tenho a certeza que era remédio, radical, que os curava do vicio, interceiro da corrupção e de enfiarem as luvas debaixo da mesa!
José Martins

SERÁ A "MORTE ANUNCIADA" ?

Coisa rara nos anais do jornalismo