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domingo, 8 de fevereiro de 2009

"FREEPORT" NOVELA RESUMIDA

Isto é muita fruta!!!







HÁ BANDIDOS À SOLTA EM LISBOA... AGARREM-NOS!


OS ESTRAGOS DO LOUREIRO!


O FEITIÇO CONTRA O FEITICEIRO

A saga da pouca sorte dos portugueses continua.
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Esta já vem dos anos de 1500 de quando foram, os primeiros emigrantes, do mundo, que se fixaram em África e Ásia.
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Fugiram de Portugal onde a fome, as doenças e as pestes dizimavam as pessoas.
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Lá partiam as caravelas do Tejo , com os porões carregados de gente (a maior parte enfermos) que iam morrendo pelo caminho e atirados ao mar, amarrados com uma pedra para adormecerem para sempre nas entranhas do oceano.
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Poucos regressaram, mais tarde. à Pátria e ficaram onde calhou enterrados na mata ou em cemitérios, que o capim tomou conta deles.
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O imaginário do Eldorado, foi sempre a tentação dos portugueses de séculos que nunca o acharam e terminaram uns Zés de nada.
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Bem me lembro e outros milhares de portugueses, poucos já vivos embarcamos nos barcos da esperança em procura do Eldorado, de quando eclodiu a guerra em Angola.
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No meu barco da esperança, o paquete Pátria, que por desgraça tinha o nome da Pátria que me tinha parido e depois "bastardado", porque me obrigou a sair dela por nela não haver meios que me permitisse sobreviver com decência.
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Era a época, chamada a dos colonizadores portugueses, onde os aguilhões das varas de países, estrangeiros, nos aguilhoavam o corpo porque escravizamos os negros.
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Nunca escravizei ou segreguei negro nenhum...
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Os brancos da minha pátria é que me tinham escravizado!
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Cheguei a Luanda eu e os outros que iam comigo, mais ou menos como os emigrantes de Ferreira de Castro.
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Seguimos para o interior e vivemos na mata.
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Matavam por lá brancos, portugueses, como o dono, se desfazia de um cão "tinhoso".
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Depois de 16 anos regressei a Portugal, da Rhodésia, com uma caixa de ferramenta de mecânico e mil dólares americanos no bolso.
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Tive sorte ainda cheguei com alguma coisa para comer e ferramenta para trabalhar, que fosse a oficina, sob sombra de uma árvore.
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Mas outros, portugueses, como eu que tinham ido em procura do Eldorado, tiveram pior sorte...
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Não trouxeram mil dólares, uma caixa de ferramenta, mas uma pouca roupa no corpo.
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Tinham sido escorraçados de Angola, Moçambique porque tinham sido colonizadores e "filhos da mãe" por ter andado a explorar os negros.
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O feitiço virou-se contra o feiticeiro...
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Agora não vão não nada em procura de Eldorado nenhum, mas para os seus corpos e suas almas ser colonizados pelos negros.
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É o correr da história e o virar do tempo: " O Feitiço contra o Feiticeiro"
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"Para compor o ramo vale a pena aqui registar as palavras de Basílio Horta o presidente da Agência para o Investimento e Comércio Externo (AICEP):
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" E o futuro trará mais oportunidades aos portugueses como o afirmou, ao Jornal de Notícias, Basílio Horta".
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José Martins
P.S. A palavra negro não tem sentido xenófobo ou o propósito de ofender os que nasceram nesta cor.

sábado, 7 de fevereiro de 2009

EFEMÉRIDE DE 8.2.09

D. Afonso IV de Portugal
Cognominado o "Bravo" ´sétimo rei de Portugal, nasceu em Lisboa a 8 de Fevereiro de 1291 e viria a morrer na mesma cidade a 28 de de Maio de 1357. Filho do rei D.Dinis e de sua mulher a raínha Santa Isabel, princesa de Aragão.
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Sucedeu a seu pai a 7 de Janeiro de 1325. Apesar de ser o único filho legítimo de D.Dinis, não era, de acordo com algumas fontes o favorito de seu pai, para seu sucessor, da coroa portuguesa e preferia que fosse D.Afonso Sanches, seu filho bastardo (legitimado).
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A preferência deu lugar a rivalidade entre os dois irmãos que resultariam em confrontos armados.
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Em 1325 Afonso IV foi entronizado rei de Portugal e seu irmão bastardo exilou-se em Castela. Este não conformado do outro lado da fronteira orquestrou manobras políticas e miltares com a finalidade de se tornar, ele próprio, rei.
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Depois de goradas sua intenções, os dois irmãos assinaram um tratado de paz, com o patrocínio da Rainha de Santa Isabel.
Para mais conhecimento recomenda-se um clique: http://pt.wikipedia.org/wiki/Afonso_IV_de_Portugal

A ANGÚSTIA DE BASILIO HORTA

Vi ontem na RTPi as palavras angustiantes de Basílio Horta, o Presidente do "buraco" chamado AICEP, asilo de "boys" protegidos e fundado pelo salvador do comércio internacional, português, o ex-ministro dos Estrangeiros Martins da Cruz.
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Mas vou transcrever uma peça de Kaos, que não conheço.
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" É uma crise gravíssima quase como um abalo de terra, que está a gerar uma angústia profunda, porque não sabemos o que havemos de fazer mais " disse o presidente da Agência Portuguesa para o investimento e Comércio externo de Portugal (AICEP), Basílio Horta.
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Não entendi bem se a angústia do Basílio Horta é por todos aqueles que estão a cair na miséria do desemprego ou pelo estado de saúde da economia, mas entendi que ele, o homem do Investimento e Comércio Externo do sistema confessa a derrota perante a crise: não sabe o que se pode fazer para parar esta queda.
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Entendi que essa gente, as sumidades que falavam de alto da sua catedra e que nos lançavam as pérolas da sua sabedoria, na sua adoração a Deus da globalização só olhavam o capital sem ver que caminhavam para um precipício.
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Nós, os terra a terra, os que não entendemos nada de economia há muito que lhes chamávamos a atenção para o buraco.
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Agora caiem e confessam que isto só parará no fundo e que eles não sabem muito bem se ainda estará longe.
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Este sistema faliu, toma aspirinas para as dores mas não cura. continuam a tentar curar a doença com os mesmos remédios que a causaram.
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Não estará na hora de esquecer a lógica capitalista e procurar outras vias?
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Nota minha: Tenho vária correspondência, em arquivo, travada entre mim e o então vice Presidente do ICEP, eng. Diogo Tavares, em que o informava que o sistema da "Diplomacia Económica" nunca funcionaria.
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O embaixador Martins da Cruz (de triste memória) meteu a pata na poça e causou um prejuizo tremendo à economia portuguesa com a criação do AICEP que custa os olhos da cara ao contribuinte, mensalmente, as instalações das delegações e os ordenado dos agentes , que muitos percebem tanto de comércio internacional como eu de lagares de azeite.
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Em Banguecoque movimentava-se um "boy" para ver se conseguia ficar a gerir a representação do AICEP em Singapura.
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Paciência...
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O lugar até era daqueles "porreirinhos" para fazer turismo, conseguir novos amigos e, aos domingos, deliciar-se naquele parque de sonho chamado "Sentosa" na Cidade-Nação.
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Não lhe calhou na rifa!
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Outro ocupou o almejado lugar do "boy" de Banguecoque.
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Talvez com mais cunha e graças, obtidas, dos senhores do Poder.
José Martins

POLITIQUICES

http://pauparatodaaobra.blogspot.com
OS PROCESSOS QUE PARIRAM UM RATO
(Expresso 7.2.09)
FP-25 de Abril: A culpa foi do arrempendido
Fax de Macau: Nove anos de espera
UGT: Caso chegou à adolescência
Hemofílicos: Sem julgamento
Ministério da Saúde: 17 anos até prescrever
Universidade Moderna: Era só dinheiro
Aquaparque: Nove anos para pagar
Casa Pia: Seis anos depois...
Apito Dourado: Carolina e o sistema
Submarinos: Onde param os 30 milhões?
Portucale: Jacinto Leite Capelo rego
Furacão: O maior



Malhar neles como quem malha em centeio verde! O "Coelhone" era à "cacetada" para quem se metesse com o PS. A lei do cacete e do mangual impera no Largo do Rato. Força valentes!

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

CORRUPÇÃO, POLÍTICA, EM ESPANHA - BALTASAR GARZÓN ATENTO!

O diário El País noticia (6.2.09) que 5 personalidades,influentes na vida social e de negócios, urbanística, por "cambalachos" corruptivos, foram detidos, por ordem do famoso juiz Baltasar Garzón, acusados de actos ilícitos em cinco províncias espanholas: Madrid, Valencia, Marbela e Cadiz.
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As acusações recaiem em cima de tráfico de influências, braqueamento de dinheiro, delitos fiscais e associações criminosas.
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Os cincos detidos em Madrid, entre eles, conta-se o empresário Francisco Correia, proprietário da empresa "Orange Market" que entre a sua clientela se conta o Partido Popular (PP), para o qual tem organizado reuniões e festa de caracter de propaganda política.
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Francisco Correia é amigo de Alejandro Agag, genro de José Maria Aznar (ex-PM de Espanha) que viria a ser o padrinho do casamente, com uma filha deste.
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O genro de José Azanar é detentor de várias concessões de urbanização em várias juntas de freguesia da área de Madrid, controladas, polticamente, pelo o partido PP.
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Juntamente com o influente empresário Francisco Correia foram detidas mais quatro pessoas, em Madrid: Maria del Carmem Rodrigues Quijano, Plabo Crespo, ex-secretário político para as acções de PP na Galiza: Felisa Jordán Goncet e António Sánches.
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Os crimes de que são acusados e suspeitos:" delitos fiscais, tráfico de influências, branqueamento de dinheiro, actos ilícitos, corrupção urbanística e a adjudicação de contratos públicos".
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À margem: Lá como cá (Portugal) o crime está institucionalizado na classe política que mercê de suas influências e poder se bem podem classificar de "marginais" e desrespeito pelas leis que eles mesmo a legislaram.
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Porém Baltasar Garzón não "brinca" em serviço e com o cumprimento das leis das quais ele é um agente.
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O cumprimento da Lei em Portugal (sem ofender o sistema judicial português), me parece que tem sido usado, apenas, para o pobre do ladrão "reles" que até não se sabe se "pilhou" para matar a fome.
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Exemplo similar às detenções, de momento, em Madrid, há dois anos, uns "capangas" engravatados da estância balneária de Marbella, onde se incluia o presidente da câmara, cujos delitos conjugavam-se com a penetração em reservas, ambientais, classificadas; concedidas uma empresa construtora.
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O caso de corrupção, em Marbela, (luvas) envolveu milhões de euros e parte do montante, além de despendido na construções de apartamentos e casas, de grande luxo, para os corruptos, outro teria sido para festas, megalómanas, em Marbela, com a presença de figuras sociais e políticas, artistas, cantores de alto nível e, ainda, branqueado com transferências para bancos estrangeiros.
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"Por detrás de uma fortuna há um grande crime"- Honoré de Balzac
José Martins

EMBAIXADAS E CONSULADOS DE PORTUGAL - PIOR A EMENDA DO QUE O SONETO

ASSIM VÃO AS EMBAIXADAS E OS CONSULADOS PORTUGUESE NO MUNDO


Chegou-me uma notícia publicada, em 27 de Janeiro último, no "Mundo Português", na "Secção Comunidades" que pelo interesse do conteúdo, transcrevo parte:

SINDICATO CONTRA A CONTRATAÇÃO DE TRABALHADORES TEMPORÁRIOS PELO MNE

" A denúncia é do Sindicato dos Trabalhadores Consulares e das Missões Diplomáticas (STCDE): há embaixadas e consulados portugueses com falta de funcionários depois de o Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) não ter renovado os contratos de 44 trabalhadores a termo certo, que terminava no final de 2008. O MNE teria pedido ao Ministério das Finanças o "descongelamento" da situação dos funcionários e a sua contratação sem termo mas o MF não teria dado a autorização a tempo. Como solução, o MNE avançou com a possibilidade da "contratação de empresas de trabalho temporário", afirma o STDCE. Ao sindicato, o Secretário-Geral do MNE afirmou que aquele ministério continua a fazer esforços para ultrapassar o problema, com a abertura de concursos, como revelou ao Mundo Português o secretário-geral do STCDE, Jorge Veludo"
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Não adianto mais nada da continuação da peça que segue com outras declarações de Jorge Veludo.
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Mas terei que me referir a uma entrevista que o embaixador Tadeu Soares concedeu à Lusa, em 23 de Janeiro, último, onde informava que não havia diplomatas suficientes no MNE e que havia, no presente, 410 funcionários diplomáticos e que deveria estender-se, pelo menos, a 600.
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Escrevi uma peça neste blogue (ver peças de Janeiro) em que criticava o facto e numa passagem dizia: "tanto chefe para tão-pouco índio".
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As embaixadas e consulados de Portugal, espalhados pelos cinco continentes, não necessitam de mais diplomatas, mas uma premente necessidade de ter funcionários qualificados (mangas de alpaca), absolutamente formados e do quadro.
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Mas o que mais me surpreende é a previsível, possibilidade da "contratação de empresas de trabalho temporário", o que prevejo ser para proceder ao funcionamento dos consulados e embaixadas, das que estão com escassez de funcionários.
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O que me diz que as representações de Portugal no estrangeiro, sendo assim, estarão sujeitas à infiltração de pessoas estranhas ao serviço (sem conhecimento do funcionamento), mais ou menos como uma empresa, que entrega a outra a limpeza das suas instalações.
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Eu como funcionário que fui da Embaixada de Portugal em Banguecoque, por cerca de duas dezenas de anos, conheço muito bem o funcionamento de uma representação diplomática no estrangeiro, que bem se pode considerar um departamento do Estado Português de máxima segurança e não pode ser espaço que possa ser permitido qualquer "valdevinos", como seja, igual ao guarda do portão, dentro dele.
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A Embaixada de Portugal, em Banguecoque, não tem um funcionário (manga de alpaca) sequer qualificado ou vinculado ao funcionalismo público.
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Não tem um vice-cônsul desde há 10 anos; um chanceler desde há 7; e nenhum administrativo (dois designados para a missão).
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Não me vou referir às pessoas que permanecem a exercer funções, que (penso contratados a longo ou curto prazo), mas refiro-me que a missão tem dois diplomatas, chefe de missão e o número dois, que bem poderia, apenas, ter o chefe de missão, um vice-cônsul, o chanceler e os dois administrativos em falta para a missão funcionar perfeitamente.
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Bem é que o ordenado do número 2 (profissionalmente fraco,antipático e sem vocação diplomática), suportava o ordenado dos 4 funcionários em falta na missão.
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Atendendo que o chefe de missão tem umas poucas missões a levar a cabo nos países, no sudeste asiático, onde está acreditado (não residente), que por norma não se queda por lá mais de uns três dias, o vice-cônsul bem pode ficar "encarregado do arquivos" durante a sua ausência.
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Mas igual ao caso de falta de pessoal que existe em Banguecoque há outras missões em igual condições noutros países.
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Entregar a empresas, a particulares. a contratação para superar a falta de pessoal nas embaixadas e consulados não tem senso algum.
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Me parece que passam a ser casas do Estado Português passarem para o "funcionamento à balda". Assim e como tem seguido o funcionamento das embaixadas e consulados de Portugal é o mesmo que afirmar a decadência de um país perante outros países e pelas comunidades portuguesas, de emigrantes, no estrangeiro.
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Para terminar: Portugal, económicamente, não navega num mar de camélias e se o Ministério das Finanças não descongela, verbas, para suportar concursos e nomeações de "manga de alpacas", certamente que não falha, o descongelamento, para pagar "excelentes" salários para os diplomatas, que alguns saiem de Lisboa para uma permanência, turística, de três e mais anos.
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Os tempos são de poupanças e não estar, o contribuinte português, a pagar ordenados a "boys" e suportar-lhes férias no estrangeiro.
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Um aspirante a diplomata nos meus cálculos (sem me distanciar muito) custa ao contribuinte, em Banguecoque, cerca de 10 mil euros por mês.
José Martins

NOTICIAS DA MANHÃ DE 06.02.09

Coisas sérias de Portugal










Grafia de e responsabilidade das legendas: José Martins

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

OVELHA NEGRA E O ZÉ ESTÁ DOENTE!

O Zé está mal dos "pirolitos"




PRÓXIMO PORTO E BENFICA

Estes gajos continuam de costas voltadas! O Vieira segue prevenido para o Porto... A guarda costas não é das "Carolinas" do "Calor da Noite"... Nada meiga e da pesada!


Grafismo~: José Martins

ORGULHO NOSSO (NÃO GAY ENTENDA-SE!)

O ORGULHO NOSSO (NÃO GAY ENTENDA-SE),
de ser este blogue (venenoso) o primeiro a iniciar a propaganda eleitoral em favor do Zé Sócrates para a próxima votação que se avizinha. A opção é vossa" As eleições são livres no Portugal democrático.







Grafismo e composição: José Martins

POLITIQUICES



EFEMÉRIDE DO DIA 6 DE FEVEREIRO DE 2009

Padre António Vieira
Nasceu em Lisboa a 18 de Julho de 1608 e Faleceu a 6 de Fevereiro de 1697 na Bahia - Brasil.
Religioso, escritor, diplomata e orador da Companhia de Jesus.
Uma personagem das mais influentes do século XVII, no aspecto da política e destacou-se como missionário no Brasil.
Foi um defensor e infatigável na defesa dos direitos humanos dos povos indígenas, combatendo a sua exploração e escravização.
As classes menos favorecidas e por quem lutava conheciam-no pelo nome de "Paiçu" (Grande Padre/Pai, no dialecto tupi).
Defendeu os judeus, insurge-se contra a segregação dos cristãos-novos (judeus convertidos ao catolicismo) perseguidos pela Inquisição) e a distinção a que estavam sujeitos em relação aos cristãos velhos (católicos tradicionais).
Foi um defensor para a abolição da escravatura e criticou severamente os sacerdotes da sua época e a própria Inquisição.
Depois da Restauração da Independência (1640), regressou a Lisboa iniciando uma carreira diplomática, chefiava a missão que do Brasil ia a Portugal prestar obediência ao novo monarca.
Sua vivacidade de espírito e como orador, viria a conquistar a amizade de D.João IV de Portugal, tendo sido nomeado pelo monarca o pregador régio.
Como diplomata, foi enviado em 1646 aos Países Baixos para negociar a devolução do Nordeste do Brasil, e, no ano seguinte, a França.
Caloroso adepto de obter para a Coroa a ajuda financeira dos cristãos-novos, a sua acção viria a entrar em conflito com o Santo Ofício, mas viu fundada a Companhia Geral do Comércio do Brasil
Para mais conhecimento recomeda-se: