Somos aquilo que sempre hajamos sido. Não mudaremos mesmo com o ladrar dos cães.
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
HORTA E COSTA DIZ QUE ESTÁ INOCENTE... PRONTO. CÁ POR MIM ESTÁ PERDOADO!


Em declarações à agência Lusa, Horta e Costa disse que "as acusações não fazem qualquer sentido", acrescentando "têm de provar".
-
CTT: Horta e Costa terá praticado factos com grave abuso da função
.
Segundo disse hoje, sexta-feira, fonte judicial, a acusação do Ministério Público (MP) refere que Horta e Costa, juntamente com os arguidos Manuel Carrasqueira Em declarações à agência Lusa, Horta e Costa disse que "as acusações não fazem qualquer sentido", acrescentando "têm de provar".
-
-
BENTO XVI PERTURBADO COM OS PADRES PEDOFILOS NA IRLANDA
-
.
-
UM LADRÃO DE CARROS COM FORÇA DE BOI
Dramatic vídeo de detenção de um "carjacker"
Um ladrão de carros que arrastou a vítima ao longo da estrada sob o seu próprio veículo, causando-lhe ferimentos graves foi preso por tempo indeterminado. Assista ao vídeo dramática de Kevin Richardson ao ser preso na "Estrada Sky One's Wars" pelo seu delito.
POR MIM...O VARA ESTÁ PERDOADO...!!!
Armando Vara: "Vou sair inocente porque não há outra alternativa"
Armando Vara reafirmou ontem na RTP que está "inocente" e que não há qualquer prova contra si no âmbito do processo Face Oculta.
-
Numa entrevista de 39 minutos na RTP 1, ontem, Armando Vara admitiu conhecer Manuel Godinho e confirmou tê-lo apresentado ao administrador da EDP Imobiliária, Paiva Nunes. "Mas isso é o que eu faço. Ponho pessoas em contacto com outras pessoas. Manuel Godinho é um cliente do banco, que eu conheço", afirmou Armando Vara.
Expresso
BICICLETA: O TRANSPORTE BIOLÓGICO DEVE SER POSTO EM USO PARA OS DEPUTADOS
É de lamentar o n.º de deputados na Assembleia da Republica e outros tantos nas regiões autónomas da Madeira e dos Açores num País tão pequeno, tão pobre e que não consegue baixar o défice, porque têm muita gente graúda a chular o País.
-
-
-
-
-
Izabel Benz - Algarve
TACHÃO À VISTA "PRÓ" CONSTÂNCIO
13h45m (Jornal de Notícias)
Primeiro-ministro anunciou, em Bruxelas, que o Governo apresentou a candidatura de Vítor Constâncio ao cargo de vice-presidente do Banco Central Europeu.
"O Governo apoia a candidatura e tudo fará para que um dos mais prestigiados governadores seja eleito para a vice-presidência do BCE", assegurou José Sócrates no final de uma reunião dos chefes de Estado e de Governo da União Europeia.
Vítor Constâncio é o actual governador do Banco de Portugal e nessa qualidade já tem assento no Conselho de Governadores do BCE.
AÍ ESTÁ ELE... O MAIOR AVIÃO MILITAR DO MUNDO!
O maior avião militar do mundo, da União Europeia, faz seu primeiro vôo. - EADS adverte que os países devem assumir parte do custo adicional
JUAN MENDEZ - Sevilha -- 11/12/2009
O aviõe de transporte militar A400M descola de Sevilha~no Aeroporto San Pablo em seu vôo inaugural.- EFE
O A400M, o maior avião militar no mundo, voou sobre o território espanhol, pela primeira vez desde 10,15 na parte da manhã, quando descolou do Aeroporto de Sevilha, San Pablo.
Pesando 127 toneladas, o A 400 M fez este primeiro vôo de teste na província noroeste de Sevilha e Extremadura meridional.
AS SUAS NOTÍCIAS DE HOJE 11.12.09
![]() | ![]() Honra: Portimonense lidera Silves: Fábrica do Inglês adiada Brasil: Lula da Silva usa palavrão Trofa: Detidos por droga e álcool Silvio Berlusconi: Ninguém como ele |
![]() | ![]() Produção Industrial da China aumenta 19,2% Petróleo caiu 8% em seis sessões A antecâmara da crise Novos incentivos são bons para as PME? Verdes anos… |
![]() | ![]() |
![]() | ![]() Ninguém acredita na crise A vida é bela, Saviola Federação à beira do fim Dragão na máxima força frente ao V. Setúbal «Dunga pode ter amargo de boca» - Luís Figo |
![]() | ![]() Caicedo quer sair já Javi García: «Estava farto do Real» Leão ganha asas Jesualdo previne-se e vai retocar a defesa Fernando Almeida: «Temos os patins bem assentes na madeira» |
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
EM PORTUGAL HÁ FOME!
Difícil saber-se quantos milhares de portugueses estão a “rapar” fome.
Estou farto de ouvir as mentiras de um “palermoide” que por desgraça, de todos nós, nos governa.
Ontem assisti a um programa de televisão onde o entrevistado era o Dr. Fernando Nobre da AMI.
Só uma pessoa com um coração de granito não se emociona com os factos de miséria, que grassam em Portugal.
Não desejei ouvir mais porque a minha humanidade não me permite ouvir misérias e desliguei o receptor de televisão.
Creio que outros portugueses, iguais a mim se impressionaram pelas palavras do médico, humanista, Dr. Nobre.
Sem ponta de medo ou receio chamo a todos, repito a todos, que nos têm governado “vigaristas”.
Ora eu já sou nascido e entendi bem o drama da II Guerra Mundial e a fome que os portugueses raparam, para que Portugal fosse livre de uma guerra que flagelou milhões de europeus com a fome e outros, milhões, mortos pelas bombas.
Porém nas aldeias de Portugal, fome não havia, porque todos tinham uma leira ou courela para cultivar umas couves e um porquito, no cortelho, para, com a banha adubar o caldo.
Terminou a guerra e os portugueses voltaram aos tempos antigos onde poucos passavam fome.
Os lameiros, os arretos de sequeiro produziam pão, fruta e vinho para vender e beber.
Nem uma pêra ou maçã do estrangeiro chegava a Portugal e apenas os ananases e bananas das ilhas da Madeira e dos Açores.
Depois levantaram-se uns outros “palermoides”, progressistas (ainda andam por aí alguns) armados em entendidos em democracia e seguiram, exilados, a denegrir Portugal e o regime de então.
Voltaram do exílio, há mais de 35 anos, e como salteadores tomaram conta da nação portuguesa. ~
Eles ainda anda por aí...
Mas agora não é para comeram a carne aos portuguesas, mas como hienas, roerem-lhe os ossos.
Portugal não poderá sobreviver, no futuro e a fome vai continuar.
Portugal importa 70% dos produtos que os portugueses comem e 30% do que produz.
Apetece-me de frente a frente (como já o disse a uma pessoa de estatuto) dizer ao que nos governa: “Você é um PM de merda”.
José Martins
TRAGÉDIA HUMANA NO POVO PORTUGUÊS
Baleou mulher na cabeça, largou corpo e matou-se00h30mNUNO SILVA (Jornal de Notícias) Homem estava proibido pelo tribunal de aproximar-se da vítima, na sequência de agressões.
|
ALMOÇO COM O AMIGO ANTÓNIO CAMBETA E SUA FAMÍLIA
Assim foi ontem, 10 de Dezembro, dia da Constituição
Conheci pelo nome o António Cambeta há uns 10 anos e sem me lembrar muito bem, me parece que teria sido num programa, popular de televisão, em Portugal e na “Porta dos Talentos” do Jornal de Notícias que começou a publicar de quando a internet surgiu em Portugal.
Combinado um almoço num restaurante que me dá gosto lá almoçar de quando em quando e assim foi no princípio de Outubro de 2002, António Cambeta, sua esposa Tasanee tivemos um excelente almoço de galinha assada e peixe, graúdo, assado em sal.
Caramba 7 anos é tempo demasiado para não se encontrar um amigo, como o António Cambeta.
Assim foi ontem, mas agora estão, juntos, além de sua esposa, tailandesa, as suas adoráveis filhas: Rosa,Catalya, Sunsanee Cambeta.
A ementa foi a mesma que 7 anos antes: galinha assada (uma delícia) e peixe assado no sal.
Ora o meu amigo Cambeta desenvolve dois blogues que bem se podem considerar de excelência: http://alentejanocambeta.blogspot.com/
http://cambetabangkokmacau.blogspot.com/ onde trata de muitos temas, de interesse que vale a pena os visitar.
Sugeri, ontem ao meu amigo António Cambeta, para os dois, no próximo ano empreendermos uma viagem, sem destino (talvez para a região do Nordeste da Tailândia e conhecida por Isarn.
Amigos que passam e ficam para sempre.
José Martins
ESTAMOS CONDENADOS A SER NÁUFRAGOS POR DESTINO
Alfredo Quintas Quintas
“Agora é que eu não vou perder!”
De: Berta Brás
Foi a propósito de uma reunião parcial do Parlamento, onde se debatiam assuntos de saúde, com representantes de todos os partidos. A Maria José Nogueira Pinto chamou palhaço a um deputadodo PS – Ricardo Gonçalves – a propósito do seu estatuto de inimputabilidade, creio que por ser do PS, que lhe dava o privilégio de insultar toda a gente, sem consequências de maior. Ricardo Gonçalves lá se apurou nos insultos a Nogueira Pinto, enxofrado com a história do palhaço, embora afirmasse não se encrespar na época do Natal por via disso. Por aqui se viu que ele considera o Natal festa de palhaços e Nosso Senhor lhe perdoará, que Nosso Senhor tudo perdoa. Mas viu-se que não gostou, no dilatar de argumentos à portuguesa – grosseiramente insultuosos - pontuado pelos furiosos “oh! oh! sr. Deputado!”, “oh! oh! Srª doutora, oh! oh! srª deputada!” do moderador do debate e concluído pelas severas palavras de João Semedo do BE de que nem os palhaços nem os esquizofrénicos mereciam as palavras insultuosas pronunciadas naquela secção. Mas não explicou se algum deputado merecia. Também a ministra Ana Gomes levou as mãos à cabeça, impressionada.
A minha amiga é que se mostrou radiante:
- “Agora é que eu não vou perder! Agora é que eles estão cómicos! Porque tratar dos assuntos do país é tristíssimo! É dramático! A Nogueira Pinto parece que tem a mania da superioridade, é da linha de Cascais, disse o tipo!
- Ainda bem que vivemos na freguesia do Estoril! - concluí eu também radiante.
- Mas já estou a ser castigada! Até o código que sempre usei no cartão multibanco me saiu errado. Tive que pagar cinco euros por conta. E era mesmo esse o código, garantiu o meu filho.
- As caixas da CGD também estão sempre gatadas. De vez em quando engolem as cadernetas e depois fecham para obras. A CGD não deve ter dinheiro para consertos.
- Pois! Mas a mamar cinco euros ou mais por conta dessas gafes das máquinas vai repondo a dívida das trafulhices nos bancos.
Mas mudámos de assunto, vivendo rodeadas de assuntos como vivemos. Desta vez fui eu que contei as minhas impressões:
- Há dias deram na televisão que o povo dinamarquês era o mais feliz dos povos europeus. A reportagem mostrou entrevistas de rua, imagens das ruas. Os dinamarqueses mostraram as razões da sua empatia com a vida: não eram muito ambiciosos, contentavam-se com o que tinham, razoavelmente bom, pois que não havia grandes desníveis sociais, grandes desníveis de interesses económicos, trabalhavam, cumpriam, tinham boa assistência médica, ensino gratuito, bicicletas para andarem nas ruas planas, passeios pedonais, carros menos abundantes – pelo menos nas imagens mostradas – respeito, pois, pelo ambiente, justifica-se bem a cimeira ali dos povos ricos e pobres que vão lutar pelo ambiente do Globo. Viu-se que era gente que sabia argumentar, sinal de que a Educação era uma pedra basilar no seu desenvolvimento e do seu país. Alguns falaram nos povos da miséria africana, sobretudo, nem se atreviam a manifestar-se, eventualmente, menos felizes, por comparação com esses.
- Oh! Esses não têm graça nenhuma! Tudo tão certinho! A viver com tanta monotonia de níveis, educações, satisfações, respeito por todos...
- Quem lhes fará os trabalhos de casta inferior? Serão os emigrantes? A reportagem não disse. Mas eles devem respeitar todos os que trabalham, não há que recear. Só que lhes devem faltar as “barrigadas de riso” à portuguesa, como dizia o João da Ega, nos seus esgares de risos gélidos, de quem, educadamente, nunca se desmancha.
- Nós desmanchamo-nos sempre, nas lágrimas como no riso, somos um povo emotivo. Qualquer dia, no Parlamento, até “amandamos” também o sapato às cabeças.
- Isso não. Isso está bem para os Iraquianos, que são bons guerreiros. Nós somos um povo pacífico. Sobretudo com os superiores. A nossa democracia será sempre empenada, por conta do desnível.
Berta Brás
COBRAS,LAGARTOS E SAPOS
A economia vai derrotar a democracia de 1976.
José Sócrates, é um homem de circo, de espectáculo. Portugal está a ser
gerido por medíocres, Guterres, Barroso, Santana Lopes e este, José
Sócrates, não perceberam o essencial do problema do país.
O desemprego não é um problema, é uma consequência de alguma coisa que não
está bem na economia. Já estou enjoado de medidinhas. Já nem sei o que é que
isso custa, nem sequer sei se estão a ser aplicadas.
A população não vai aguentar daqui a dez anos um Estado social como aquele
em que nós estamos a viver. Este que está lá agora, o José Sócrates, é um
homem de espectáculo, é um homem de circo. Desde a primeira hora.
É gente de circo. E prezam o espectáculo porque querem enganar a sociedade.
Vocês, comunicação social, o que dão é esta conversa de «inflação menos 1
ponto», o «crescimento 0,1 em vez de 0,6». Se as pessoas soubessem o que é
0,1 de crescimento, que é um café por português de 3 em 3 dias... Portanto
andamos a discutir um café de 3 em 3 dias... mas é sem açúcar.
Eu não sou candidato a nada, e por conseguinte não quero ser popular. Eu não
quero é enganar os portugueses. Nem digo mal por prazer, nem quero ser
«popularuxo» porque não dependo do aparelho político!"
Ainda há dias eu estava num supermercado, numa bicha para pagar, e estava
uma rapariga de umbigo de fora com umas garrafas, e em vez de multiplicar
«6x3=18», contava com os dedos: 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7... Isto não é ensino...
é falta de ensino, é uma treta! É o futuro que está em causa!
Os números são fatais. Dos números ninguém se livra, mesmo que não goste.
Uma economia que em cada 3 anos dos últimos 27, cresceu 1%... esta economia
não resiste num país europeu.
Quem anda a viver da política para tratar da sua vida, não se pode esperar
coisa nenhuma. A causa pública exige entrega e desinteresse.
Se nós já estamos ultra-endividados, faz algum sentido ir gastar este
dinheiro todo em coisas que não são estritamente indispensáveis?
P'rá gente ir para o Porto ou para Badajoz mais depressa 20 minutos? Acha
que sim?
A aviação está a sofrer uma reconversão, vamos agora fazer um aeroporto, se
calhar não era melhor aproveitar a Portela?
Quer dizer, isto está tudo louco?"
Eu por mim estou convencido que não se faz nada para pôr a Justiça a
funcionar porque a classe política tem medo de ser apanhada na rede da
Justiça. É uma desconfiança que eu tenho. E então, quanto mais complicado
aquilo for...
Nós tivemos nos últimos 10-12 anos 4 Primeiros-Ministros:
- Um desapareceu;
- O outro arranjou um melhor emprego em Bruxelas, foi-se embora;
- O outro foi mandado embora pelo Presidente da República;
- E este coitado, anda a ver se consegue chegar ao fim"
O João Cravinho tentou resolver o problema da corrupção em Portugal. Tentou.
Foi "exilado" para Londres. O Carrilho também falava um bocado, foi para
Paris. O Alegre depois não sei para onde ele irá... Em Portugal quem fala
contra a corrupção ou é mandado para um "exílio dourado", ou então é
entupido e cercado.
Mas você acredita nesse «considerado bem»? Então, o meu amigo encomenda aí
uma ponte que é orçamentada para 100 e depois custa 400? Não há uma obra que
não custe 3 ou 4 vezes mais? Não acha que isto é um saque dos dinheiros
públicos? E não vejo intervenção da polícia... Há-de acreditar que há muita
gente que fica com a grande parte da diferença!
De acordo com as circunstâncias previstas, nós por volta de 2020 somos o
país mais pobre da União Europeia. É claro que vamos ter o nome de Lisboa na
estratégia, e vamos ter, eventualmente, o nome de Lisboa no tratado. É, mas
não passa disso. É só para entreter a gente.
Isto é um circo. É uma palhaçada. Nas eleições, uns não sabem o que estão a
prometer, e outros são declaradamente uns mentirosos: - Prometem aquilo que
sabem que não podem."
A educação em Portugal é um crime de «lesa-juventude»: Com a fantasia do
ensino dito «inclusivo», têm lá uma data de gente que não quer estudar, que
não faz nada, não fará nada, nem deixa ninguém estudar. Para que é que serve
estar lá gente que não quer estudar? Claro que o pessoal que não quer
estudar está lá a atrapalhar a vida aqueles que querem estudar. Mas é
inclusiva...
O que é inclusiva? É para formar tontos? Analfabetos?"
"Os exames são uma vergonha.
Você acredita que num ano a média de Matemática é 10, e no outro ano é 14?
Acha que o pessoal melhorou desta maneira? Por conseguinte a única coisa que
posso dizer é que é mentira, é um roubo ao ensino e aos professores! Está-se
a levar a juventude para um beco sem saída. Esta juventude vai ser
completamente desgraçada!
A minha opinião desde há muito tempo é: TGV- Não!
Para um país com este tamanho é uma tontice. O aeroporto depende. Eu acho
que é de pensar duas vezes esse problema. Ainda mais agora com o problema do
petróleo.
Bragança não pode ficar fora da rede de auto-estradas? Não?
Quer dizer, Bragança fica dentro da rede de auto-estradas e nós ficamos
encalacrados no estrangeiro? Eu nem comento essa afirmação que é para não ir
mais longe...
Bragança com uma boa estrada fica muito bem ligada. Quem tem interesse que
se façam estas obras é o Governo Português, são os partidos do poder, são os
bancos, são os construtores, são os vendedores de maquinaria... Esses é que
têm interesse, não é o Português!
Nós em Portugal sabemos resolver o problema dos outros: A guerra do Iraque,
do Afeganistão, se o Presidente havia de ter sido o Bush, mas não sabemos
resolver os nossos. As nossas grandes personalidades em Portugal falam de
tudo no estrangeiro: criticam, promovem, conferenciam, discutem, mas se lhes
perguntar o que é que se devia fazer em Portugal nenhum sabe. Somos um país
de papagaios...
Receber os prisioneiros de Guantanamo?
Isso fica bem e a alimentação não deve ser cara...» Saibamos olhar para os
nossos problemas e resolvê-los e deixemos lá os outros... Isso é um sintoma
de inferioridade que a gente tem, estar sempre a olhar para os outros.
Olhemos para nós!
A crise internacional é realmente um problema grave, para 1-2 anos. Quando
passar lá fora, a crise passará cá. Mas quando essa crise passar cá, nós
ficamos outra vez com os nossos problemas, com a nossa crise. Portanto é
importante não embebedar o pessoal com a ideia de que isto é a maldita
crise. Não é!
Nós estamos com um endividamento diário nos últimos 3 anos correspondente a
48 milhões de euros por dia: Por hora são 2 milhões! Portanto, quando
acabarmos este programa Portugal deve mais 2 milhões! Quem é que vai pagar?
Isso era o que deveríamos ter em grande quantidade.
Era vender sapatos. Mas nós não estamos a falar de vender sapatos. Nós
estamos a falar de pedir dinheiro emprestado lá fora, pô-lo a circular, o
pessoal come e bebe, e depois ele sai logo a seguir..."
Ouça, eu não ligo importância a esses documentos aprovados na Assembleia...
Não me fale da Assembleia, isso é uma provocação... Poupe-me a esse
espectáculo...."
Isto da avaliação dos professores não é começar por lado nenhum.
Eu já disse à Ministra uma vez «A senhora tem uma agenda errada"» Porque sem
pôr disciplina na escola, não lhe interessa os professores. Quer grandes
professores? Eu também, agora, para quê? Chegam lá os meninos fazem o que
lhes dá na cabeça, insultam, batem, partem a carteira e não acontece coisa
nenhuma. Vale a pena ter lá o grande professor? Ele não está para aturar
aquilo...Portanto tem que haver uma agenda para a Educação. Eu sou contra a
autonomia das escolas Isso é descentralizar a «bandalheira».
Há dias circulava na Internet uma notícia sobre um atleta olímpico que andou
numa "nova oportunidade" uns meses, fez o 12ºano e agora vai seguir
Medicina...
Quer dizer, o homem andava aí distraído, disseram «meta-se nas novas
oportunidades» e agora entra em Medicina...
Bem, quando ele acabar o curso já eu não devo cá andar felizmente, mas quem
vai apanhar esse atleta olímpico com este tipo de preparação...
Quer dizer, isto é tudo uma trafulhice..."
É preciso que alguém diga aos portugueses o caminho que este país está a
levar.
Um país que empobrece, que se torna cada vez mais desigual, em que as
desigualdades não têm fundamento, a maior parte delas são desigualdades
ilegítimas para não dizer mais, numa sociedade onde uns empobrecem sem
justificação e outros se tornam multi-milionários sem justificação, é um
caldo de cultura que pode acabar muito mal. Eu receio mesmo que acabe.
Até há cerca de um ano eu pensava que íamos ficar irremediavelmente mais
pobres, mas aqui quentinhos, pacíficos, amiguinhos, a passar a mão uns pelos
outros... Começo a pensar que vamos empobrecer, mas com barulho...
Hoje, acrescento-lhe só o «muito». Digo-lhe que a gente vai empobrecer,
provavelmente com muito barulho...
Eu achava que não havia «barulho», depois achava que ia haver «barulho», e
agora acho que vai haver «muito barulho». Os portugueses que interpretem o
que quiserem...
Quando sobe a linha de desenvolvimento da União Europeia sobe a linha de
Portugal. Por conseguinte quando os Governos dizem que estão a fazer coisas
e que a economia está a responder, é mentira! Portanto, nós na conjuntura de
médio prazo e curto prazo não fazemos coisa nenhuma. Os governos não fazem
nada que seja útil ou que seja excessivamente útil. É só conversa e
portanto, não acreditem...
No longo prazo, também não fizemos nada para o resolver e esta é que é a
angústia da economia portuguesa.
"Tudo se resume a sacar dinheiro de qualquer sítio. Esta interpenetração do
político com o económico, das empresas que vão buscar os políticos, dos
políticos que vão buscar as empresas...Isto não é um problema de regras, é
um problema das pessoas em si...Porque é que se vai buscar políticos para as
empresas?
É o sistema, é a (des)educação que a gente tem para a vida política...
Um político é um político e um empresário é um empresário. Não deve haver
confusões entre uma coisa e outra. Cada um no seu sítio. Esta coisa de ser
político, depois ministro, depois sai, vai para ali, tira-se de acolá,
volta-se para ministro... é tudo uma sujeira que não dá saúde nenhuma à
sociedade.
Este país não vai de habilidades nem de espectáculos.
Este país vai de seriedade. Enquanto tivermos ministros a verificar preços e
a distribuir computadores, eles não são ministros. São propagandistas! Eles
não são pagos nem escolhidos para isso! Eles têm outras competências e têm
que perceber quais os grandes problemas do país!
Se aparece aqui uma pessoa para falar verdade, os vossos comentadores dizem
«este tipo é chato, é pessimista»...
Se vem aqui outro trafulha a dizer umas aldrabices fica tudo satisfeito…
Vocês têm que arranjar um programa onde as pessoas venham à vontade, sem
estarem a ser pressionadas, sossegadamente dizer aquilo que pensam. E os
portugueses se quiserem ouvir, ouvem. E eles vão ouvir, porque no dia em que
começarem a ouvir gente séria e que não diz aldrabices, param para ouvir. O
Português está farto de ser enganado! Todos os dias tem a sensação que é
enganado!
PORTUGAL E O DESPORTO NA TAILÂNDIA
.
.

-
Jessica Augusto, exibe a bandeira de Portugal ao fim da vitória. Orgulhosa com a medalha de ouro ao peito.
O primeiro de uma série de eventos Tom Yum Goong será realizada no Central World (Mapa), Em Banguecoque, na Tailândia em 21 de janeiro de 2010. O evento será composto de 9 episódios. Haverá 2 cintos de títulos: um homem e uma mulher. O sorteio será transmitido ao redor do mundo em várias redes de televisão por cabo.
Campeonato do Mundo *
Mundo Feminino Muaythai 154lbs Campeonato: Miaria Bartlova (Eslovaco) versus Ana Goncalves (França)
Mundo Masculino Muaythai 134lbs Campeonato: Osvaldo Ochoa (Português) versus Jerson Highlander Estoro (Philiphine)
Tom Yum Goong Torneio *
Este torneio será entre os 8 finalistas que lutarão por 2 voltas antes do final, dois vencedores vão lutar para ver quem é o melhor no 154lbs divisão do peso:
•Dave Hale (Canadá)
•Behzad Mohammad Karim Rafigh Doust (Irã)
•Marcin Parcheta (Polónia)
•Dmitry Ushkanov (Rússia)
•Farnam Mirzai Farre (Suécia)
•Vladimir Konsky (Slovagia)
•Shane Shaolin (Canadá)
•Mukai Maromo (Zimbubwe)
Seating
Para mais informações clique abaixo:
http://worldmuaythai.org/news/tom-yum-goong-world-series
À MARGEM: - Poucos sabem que Portugal desde de 1996 esteve, na Tailândia, representado em competições desportivas. Estive presente em todas elas e divulguei-as.
www.aquimaria.com/html/aboutth-muay-thai2.html
Há momentos na vida de um "pândego" português, residente na Tailândia, há 30 anos, que não podem ficar no rol do esquecimento.
Muito ainda há a relatar de outras competições onde se conta os jogos da ASEAN97, onde Macau esteve representado e ainda, o território, sob a administração portuguesa.
O GUME AFIADO DA LÍNGUA DE MÁRIO CRESPO
"Come tudo ao lanche porque senão ficas com fome durante o resto do dia."
Eu sei que é importante. Ou melhor. Uma parte de mim acha que é importante. Melhor ainda. Parte de mim acha que deve ser importante embora, muito de mim, ache que não é.
A realidade está na fila do desemprego.
O Fundo Monetário Internacional sabe disso.
DEVEM LER...É LONGA A PEÇA, MAS DEVEM LÊ-LA
O desemprego já não está nos valores anunciados antes das eleições. Estranho, ou deliberado?
Atingimos os históricos "dois dígitos", isto é, temos finalmente mais do que 10% de desemprego.
O défice já nada tem que ver com os valores anunciados pelo venerável Ministro das Finanças, antes das eleições. Passou, parece que de um momento para o outro, para 8%; pelo menos.
Nunca se falou tanto de ética, ética pessoal, ética empresarial, ética nos negócios. E nunca houve tanta falta dela, não obstante os aparentes hipócritas que dela falam, ignorando-a na sua vida real, usando o seu nome para "tapar ao povo os olhos com uma peneira"...
Todos fingem hoje preocupar-se com uma corrupção que alastra, que é encoberta, e que foi institucionalizada nestes 35 anos de pseudo-democracia pela qual, seja como seja, pretendem lutar, agarrando-se como uma lapa à estrutura doente da nossa Pátria. Uma democracia que lhes deu emprego, vaidade e riqueza, à custa do desabar de uma pátria em ferida.
Parecem hoje todos querer chorar lágrimas de crocodilo. Os Partidos políticos. O Chefe de Estado. Alguns (des)governantes. O próprio “independente” mas socialista presidente do Tribunal de Contas, que parece agora querer armar-se em arauto da luta contra uma corrupção que foi criada pelos seus "camaradas" de regime!
O Primeiro-Ministro, por honesto que seja, tem a sorte ou o azar de ver o seu nome envolvido em tudo o que é vigarice e porcalhada, neste triste país: desde as moradias de mau gosto algures na Beira cujos projectos diz que assinou e fez, mas dizem que não fez, passando pelo "Caso Cova da Beira", pelo "Caso Freeport", por uma casa de luxo numa das melhores zonas de Lisboa, comprada quase a valores de casa de subúrbio, e agora pelo chamado caso "Face Oculta", para não falar na "falsa" licenciatura, ou melhor, na licenciatura por Fax que leva a que a Ordem dos Engenheiros lhe não reconheça o título. Enfim, licenciou-se na Universidade onde Vara também se terá Diplomado, sabe deus em quê, o que o fez passar a ser tratado por Doutor, Universidade essa já extinta, e que parece que "vendia" cursos "a pataco". Convenhamos que é demais. O bacharel Pinto de Sousa, tanto tem andado à chuva, que sabe Deus se se não terá molhado...
Estamos envolvidos por uma fauna golpista, mesquinha e destruidora da nossa Pátria. Ou porque corrompem, ou porque são corrompidos, ou pelas duas coisas, ou apenas pelos boatos, porque as suas vidas não são claras e límpidas como deviam ser.
O défice público; as Fundações que dão prejuízo, indo o dinheiro não se sabe bem para onde; dinheiros da segurança Social, e como tal nossos, aplicados em offshores, como se o Povo Português houvesse mandatado esta espécie de trampiqueiros para aplicar os 11% que o estado lhe subtrai mensalmente, em locais pelo menos duvidosos, por onde parece que gostam de se movimentar os Pintos de Sousa e os Dias Loureiro que merecemos.
Mas isto não é de hoje. Começou tudo no dia 25 de Abril de 1974, com os "Capitães de Abril" a ser promovidos de medíocres a ilustres gestores da Pátria que viriam a destruir; começou com os Mário Soares, Melo Antunes e Almeida Santos que merecemos, a, nos acordos de Alvor, cometerem o CRIME MAIOR da descolonização, entregando de mão beijada, sem qualquer mandato do povo português, e o mais rápida e desastradamente possível, o nosso Ultramar ao inimigo, aos terroristas comunistas que em África matavam portugueses de todas as cores e credos. Começou no dia 25 de Abril de 1974, quando pouco tempo depois "ilustres" figuras como Silva Lopes, (hoje muito preocupado com o estado a que o País chegou), lançaram a trágica nacionalização da banca; e depois dos seguros, e depois, a reforma agrária; e depois... e depois...
Todos estes senhores, inclusive aqueles de entre eles que já morreram, são cúmplices do estado a que a Pátria chegou. Encontram-se alojados em tudo quanto é partido político democrático, em tudo o que é um bom lugar de gestor público, ou sociedade com fins lucrativos (para o próprio). Receberam um prémio por terem feito chegar a Pátria ao estado a que chegou. Triste e infame prémio, esse que receberam!
Portugal está nesta crise asfixiante de moral, de valores e económica, porque todos estes senhores o conduziram para o abismo. E agora, querem arvorar-se em salvadores de uma Pátria que traíram. Fingindo-se preocupados com as consequências do mal que provocaram.
Estamos saturados de ver estas espécies de Mários Soares, todas com belíssimas vidas, alguns quem sabe se milionários, com dinheiros por vezes difíceis de justificar, a arvorar-se em "Senadores", com lugares chorudos onde apenas com a sua incompetência ou má-fé sugam a Pátria, provocando em empresas públicas, no governo ou noutros lugares, o aumento do défice.
Portugal, é todo ele uma espécie de "Face Oculta". É um País de corruptos, e de corruptores. Os corruptos, acabam por ser aqueles (poucos) que votam nas eleições, em troca de um sonho que lhes é vendido pelo marketing político. Segundo este ponto de vista, quase todo o Portuguesinho tem o seu quê de corrupto. Os corruptores, são todos esses políticos (também corruptos) que ao ganhar as eleições distribuem lugares por amigos que mais tarde ou mais cedo se vêm envolvidos em casos de corrupção (as excepções confirmam a regra), e que fazem da nossa pátria uma espécie de alma em sangue.
O Chefe de fila deste sistema tem um nome: Mário Soares.
Mário Soares, esse "Senador" do sistema, que nunca explicou, (se bem que o tivesse prometido para quando saísse de Chefe de Estado), o que era verdade e o que era mentira das graves acusações que lhe foram feitas por Rui Mateus no seu livro Contos proibidos-Memórias de um PS desconhecido (Publicações Dom Quixote, Lisboa, 1996). Trata-se aparentemente de um livro de ajuste de contas, que em boa hora comprei, e que li interessadamente, tendo-me feito corroborar opiniões que já tinha, mas apenas por desconfiança ou vagos indícios… Vejamos quem é o livreiro que tem a coragem de voltar a editar este livro, que consta alguns fizeram desaparecer na altura própria, e que agora parece circular pela net digitalizado. Ou será que "quem se mete com Márioo Soares “leva”"?...
O Chefe de Fila deste sistema, tem assim um nome: Mário Soares, que foi cabeça de cartaz desta fatídica e medíocre tourada a que se chamou de "Descolonização Exemplar", e que em termos de facto e de direito, devia haver sido preso quando foi apresentada a QUEIXA CRIME CONTRA OS RESPONSÁVEIS PELA DESCOLONIZAÇÃO, em 28 de Dezembro de 1979, apenas 4 anos e alguns meses após a Revolução, se vivessemos num verdadeiro estado de Direito.
O Chefe de fila de tudo isto, tem também o nome de Mário Soares, quando na célebre manifestação da Fonte Luminosa, se aproveitou da boa fé de milhares de Portugueses apenas para se autopromover, já que o perigo não era apenas o partido Comunista, mas era também ele, como espécie de mentor deste regime de ideias corrompidas, Laico, Republicano e Socialista, do Aborto, dos Gays e das Lésbicas, do Divórcio, da pedofilia, da destruição da família, futuramente da eutanásia, das uniões de facto (que ele com a sua habitual deselegância assumiu em publico na televisão, há pouco tempo, ter vivido com a “santa” Maria Barroso, engravidando-a antes de casar), e sabe Deus de que mais, assim como daquilo que conduziu a todas as vítimas morais da revolução (sem esquecer aqueles que por causa dele, e só dele, morreram de fome e da guerra civil em África, e hoje são vítimas da cleptocracia institucionalizada).
O chefe de fila de tudo isto é mais uma vez o Mário Soares (da Fundação com o seu nome), que obriga o Estado a pagar-lhe uma renda mensal por um Gabinete que aí teria de qualquer modo, e que justifica por haver sido Chefe de Estado. Ou que se instalou onde se instalou, com a complacência de um político medíocre e apagado de seu nome João (também) Soares, que era Presidente da Câmara Municipal de Lisboa quando a Fundação MS começou a crescer, e a "ganhar espaço" aí para os lados de São Bento.
O chefe de fila de tudo isto tem o mesmo nome, Mário Soares, quando Portugal com o seu contributo indirecto e o do já falecido socialista Sotomaior Cardia, iniciou o despautério em que colocaram uma educação que vivia em ordem, e que passou a formar analfabetos em Portugal, que passaram a viver numa espécie de anarquia, e que têm sido capazes, sem qualquer pejo, de destruir o país que lhes viu abrir os olhos.
O chefe de fila de tudo isto tem o mesmo nome, Mário Soares, que contribuiu para a destruição de um correcto sistema de Saúde em Portugal, criando uma espécie de Sistema Nacional de Saúde, assim chamado, em cumplicidade moral com o Maçon António Arnaut, que tornou Portugal um dos países com mais carências e desumanidades nesta área, provocando que em Portugal apenas quem tem algum dinheiro se possa tratar, em caso de doença grave ou não, com um mínimo de dignidade, sem sentir que está a fazer um favor àqueles que o atendem nos estabelecimentos publicos de saúde, ou morrer antes que o chamem para ser tratado...
O presente português, confunde-se com um passado triste de 35 anos (quem sabe se mais 2 ou 3 para trás, com o Marcelismo e a sua Primavera), que propositadamente ou não esquartejou as entranhas da nossa Pátria, baseado em pressupostos de progresso, de justiça, e de humanismo trampicados, e que nos conduziram a um impasse onde não vislumbramos, a continuar este regime, saída para algo que nos possa voltar a fazer levantar a cabeça de homens honrados, e orgulhosos de ser Portugueses.
Vivemos numa espécie de esterco em que vemos passar pelas ruas por onde passamos, gente com mau aspecto e com ar de vigarista, mas ao mesmo tempo importante, montada em carros de muito alta cilindrada, enquanto a Sopa dos Pobres está cheia de gente desesperada, muita dela com essa coisa horrível que se chama de "vergonha de ser pobre".
Ao mesmo tempo que param ao nosso lado nos semáforos os tais veículos de muito alta cilindrada de um lado com os Armandos Varas que nos obrigam a tolerar, param do outro lado montados em carros também de dezenas ou centenas de milhar de euros, primos, amigos, ou sócios dos José Eduardo dos Santos que Mário Soares com os seus camaradas criaram.
Vivemos num desespero, em que sentimos que os nossos braços curtidos por este calor tórrido e nauseabundo da democracia que nos impuseram, não têm já força física nem anímica para remar contra esta maré de esterco em que nos mergulharam.
O défice passou rapidamente para 8% depois das eleições, e ainda não parou, podem crer; o desemprego, ultrapassou os 10%, com tendência para aumentar, como o défice; vive-se de novo o drama dos salários em atraso, das falências das empresas, da pobreza, envergonhada ou não.
Continuamos a ver na televisão ou na rua, estes "Senadores" do regime com o seu ar altivo e "inteligente". O Povo português ou não vota, ou deixa-se ludibriar pelo Marketing político dos partidos que tudo oferecem, para tudo receberem.
Cabe-nos perguntar: e Deus? Onde está esse bondoso Deus, que deixa que tudo ocorra nesta "Terra de Santa Maria"? A resposta quiçá seja fácil: existem algures perdidos pelo mundo países que conseguem vegetar ainda pior do que nós. E Deus permite-o, quiçá em nome da Santificação de um Mundo perdido ou provisoriamente desorientado. Cumpre-nos rezar pela sua salvação. Mas também nos cabe perguntar onde está a virilidade dos nossos marinheiros, dos nossos guerreiros, daqueles que restauraram a nossa Independência e por ela lutaram ao longo da nossa história. Deus dá-nos os meios. Nós temos que os saber e os querer aproveitar.
Os tempos são miseráveis, e de miseráveis. Cabe á reserva moral lusa, esteja onde estiver, reagir, para que Portugal, com a sua enorme costa, se não torne um dia, quando atingir o fundo dos fundos, uma espécie de Somália onde se sobreviva à custa de pirataria real nos mares, que pirataria já existe em Portugal.
Estaremos no "Finis Patriae"? Não sei dizer. Mas acredito que vivemos talvez a crise mais grave e miserável que Portugal viveu, desde que foi fundado nesses tempos idos e voluntariosos do ano de 1143, por El-Rei D. Afonso Henriques, contra tudo e contra todos, com "ganas", heroicidade, brio, e HONRA.
Vivemos uma espécie de crepúsculo azamboante que nos anestesia e nos indispõe, sem que a reserva moral da Pátria, que existe, estou certo, reaja.
Devemos-lhe, ao rei D. Afonso e aos nossos maiores, a redenção. Nem que seja "à porrada" como dizia Rodrigo Emílio, esse grande português do século XX.






























