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Somos aquilo que sempre hajamos sido. Não mudaremos mesmo com o ladrar dos cães.
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
FERIADOS NO DECORRENTE 2010
ORA TOMEM LÁ ROUPA VELHA...
“Está para nascer um PM que faça melhor no défice”
Económico
23/07/09 08:39
O primeiro-ministro José Sócrates está satisfeito com a sua prestação em relação ao défice.
2009 - "ANNUS HORRIBILIS" EM PORTUGAL
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"Abro a porta do ´bengalow´ que ocupo no ´Jolly Frog´, o sol nasceu límpido sem nuvem, no céu, lhe esconda o brilho"
Levantei-me hoje ao nascer do sol.
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Abro a porta do “bengalow” que ocupo no “Jolly Frog”, o sol nasceu límpido sem nuvem, no céu, lhe esconda o brilho.
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Hoje é o primeiro dia do ano de 2010. Em Kanchanaburi, na passagem do ano velho para o novo não houveram festas de arrebenta o “malho” como talvez a esta hora, uma e meia da manhã em Portugal, os portugueses festejem a entrada do 2010 com a euforia habitual dos anos anteriores.
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Os portugueses são gente de festas, de romarias e do futebol. Basta-lhes isto para se quedarem uns “felizes contentes” e esquecem-se das agruras do seu viver no presente.
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Coloquem-lhe num palco, erguido na praça pública pela frente; o Quim Barreiros a tocar acordeão e a cantar o “cheirar o bacalhau da vizinha”; outros artistas fruto da tacanhez do Portugal onde nasceram.
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Uns jogadores de futebol a dar entrevistas à televisão ou à rádio a calinarem a pronúncia da língua de Camões e lá estão os portugueses uns “tipos” felizes da vida a ouvi-los.
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Porém, apenas, uma pequena percentagem de portugueses conhecem a gravidade dos problemas económicos e sociais em que o seu país se encontra.
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Para os outros chega-lhes o futebol, a cegada das músicas do Quim Barreiros (símbolo do nosso atraso); os fados da Marisa, do Carlos do Carmo e a “chachada” dos programas dos canais de televisão, onde os principais actores, bamboleiam o traseiro que bem nos demonstram aquilo que são na vida real.
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Parte dos portugueses quase não dão por ela que estão a ser governados por gente de baixo estofo e que lhes está a tirar o couro e o cabelo.
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Desconhecem que o seu país caminha para a falência económica/social, mercê da incompetência de quem rege os seus destinos. Não conhecem o ditado: “só perde quem tem, e quem os governa não perde nada, porque quem os lá colocou os não colocasse”.
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Alguns portugueses nunca se aperceberam que têm sido governados por certos grupos de homens, mais ou menos como aquele dito que eu ouvia, de quando jovem: “vira o disco e toca o mesmo, canções do Francisco José”.
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Ora a juventude até à casa dos quarenta anos (alguns já com o cabelo grisalho e tarde para começar nova vida porque nunca tiveram um estável emprego), não conhecem que os homens dos Governos que dirigiram Portugal depois de Abril 1974, têm sido sempre os mesmos.
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Só já o não são aqueles que partiram deste mundo, outros que foram ficando, “marrecos” pelo caminho, reformados e ainda outros, como espectros, de um passado triste, continuam andar por aí a mostrar a sua cara sem vergonha.
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Não vou referir-me ao “annus horribilis”, (2009) que findou há poucas horas, porque se aqui o fizesse seria um novelo que nunca mais chegaria à ponta do fim da meada.
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Viveram os portugueses sob a gente de Governo sem vergonha na cara. Mentiras, falcatruas de todo o feitio, perseguições, a jornalista, que denunciaram actos menos dignos; corrupção, reformas milionárias a uns “tipos” que nunca vergaram a mola ou fizeram “porrinha” que fosse na vida, mas vivendo de expedientes.
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Quem tecla estas linhas não procura dividendos nenhuns. Já fez o que tinha a fazer na vida. Dentro de oito dias entrou nos quinze lustros de existência ao de cimo da terra e desejaria nos dois ou três, se porventura tenha pela frente, que visse, ainda, o Governo de Portugal nas mãos de homens “bons” (que felizmente os há) e não entregue a “quadrilhas” de salteadores.
José Martins
Rio Kwai . Kanchanaburi - Tailândia
ANO NOVO VIDA NOVA - PORREIRO PÁ
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O NOSSO JARDIM ESTÁ A REBENTAR PELAS COSTURAS DE "PORREIRAIS"
PORREIRO, PÁ!
Assim que a chamada Cimeira de Lisboa amanhou o Tratado Europeu, o «engenheiro» Sócrates abraçou-se a Barroso e disse: «Porreiro, pá!».
Ali perto, nas ruas do Parque das Nações, mais de 200 mil manifestantes, unidos numa das mais poderosas manifestações de que há memória, não eram da mesma opinião, e gritavam-no bem alto. Eles sabem que não é porreira a vida de milhões de portugueses, e que não ficará mais porreira se o Tratado for posto em prática.
Aquele «porreiro, pá!», que Sócrates não conteve, soou-me aos ouvidos, educados por muitos anos de convivência com cretinos desta e doutra natureza, com uma expressão da nossa gíria, que viria muito mais a propósito. «Já os lixámos, pá!». Mas não serei eu que vou estragar a festa ao primeiro-ministro, que, de tanta excitação, até o seu habitual ar pardacento adquiriu uns leves tons rosados.
Deixem-me, por isso, embarcar no clima festivo que a criatura deu à mascarada há muito cerzida nos bastidores mais bafientos da Europa e, indo para além do Tratado de Lisboa, exclamar o meu «porreiro, pá!» por muitas outras vitórias deste brilhante estratega do reaccionarismo nacional, ao pé do qual Salazar e Caetano se sentiriam definitivamente chocados. E não por não terem conseguido fazer tanto, mas porque até eles tinham limites para a bestialidade anti-social em que Sócrates é mestre.
Então, porreiro, pá!, porque a partir deste Tratado Portugal será uma colónia insignificante de uma Europa Federal, comandada por alemães e franceses, e totalmente entregue aos interesses do capitalismo selvagem que, por via do Tratado, imporá as regras do jogo, das quais a flexisegurança é apenas uma pequena e pálida amostra.
Porreiro, pá!, porque a tua fúria destruidora de tudo o que é serviço público, e que tem sido a imagem de marca e o denominador comum das tuas medidas como dirigente máximo do Partido Socialista – e a que chamas, cinicamente, «reformas modernizadoras», – passará a ser culpa do Tratado e, consequentemente, do Parlamento Europeu, essa coisa que os europeus não conhecem e os portugueses não querem, sequer, conhecer.
Porreiro, pá!, pois com a tua grande vitória, tentarás esconder que criaste, em Portugal, a sociedade europeia de maior desigualdade, um país onde dois milhões vivem já abaixo do nível da pobreza, e à qual regressou, pela tua mão, um feudalismo de novo tipo.
Porreiro, pá!, porque já podes demolir a Educação e a Saúde, enquanto serviços públicos, a um ritmo ainda mais vertiginoso e desumano. E investir mais contra os reformados e deficientes. E fechar mais maternidades, urgências, centros de saúde, escolas, tribunais e postos da GNR.
Porreiro, pá!, porque um político capaz de fazer aprovar um Tratado que dá ao capitalismo as rédeas de todo o poder, pode tratar a Função Pública – e, nomeadamente, os professores – abaixo de cão, enquanto os restantes trabalhadores não passarão de vermes inqualificáveis.
Porreiro, pá!, porque agora sentes as mãos ainda mais livres para privatizar o que resta, desde a água aos correios, dos cemitérios às estradas e caminhos, sem esquecer o ar, logo que os teus amos e senhores capitalistas encontrem maneira de o armazenar e distribuir.
Porreiro, pá!, porque sendo tu um tipo com tanto poder, já podes mandar entrar a polícia em qualquer sítio, principalmente nos sindicatos. Ou, de madrugada, em casa de qualquer cidadão, desde que, nalguma escuta telefónica, daquelas que são decididas em certos gabinetes, de um certo andar, de um certo edifício da Rua Gomes Teixeira, tenham gravado algumas palavras menos compreensíveis, que rimem com bomba ou que acabem em ismo.
Porreiro, pá!, porque a agricultura foi destruída ou arruinada e as melhores terras, sobretudo no Alentejo, já são estrangeiras.
Porreiro, pá!, porque somos um Estado parasita, que consome muito mais do que produz, já que a indústria está controlada por interesses estrangeiros, ou morreu de morte macaca, e das pescas nem é bom falar.
Porreiro, pá!, pois os escândalos da banca já não são apenas os dos seus enormes lucros, mas outros mais ajardinados, que não passarão, aliás, de pontinhas de icebergues.
Porreiro, pá!, porque o salário mínimo é a vergonha que tu sabes, mas isso até é um mérito para quem convenceu a Europa a assinar um Tratado;
Porreiro, pá!, porque se os salários dos trabalhadores estão ao nível do terceiro mundo, mas já os vencimentos dos gestores são os mais elevados da tua querida Europa.
Porreiro, pá!, porque as falências de pequenas e médias empresas sucedem-se em ritmo nunca visto.
Porreiro, pá!, porque a dívida externa bruta – que quase duplica o produto interno bruto – é já, em valor absoluto, superior à do Brasil, país com 200 milhões de habitantes.
Porreiro, pá!, porque o desemprego cresce como as couves do Entroncamento e o crédito malparado atingiu um nível recorde. Os números são do Boletim Estatístico do Banco de Portugal, dirigido pelo teu amigo e camarada Vítor Constâncio, e revelam que, em Agosto, mais de 2 mil milhões de euros eram considerados incobráveis pelos bancos portugueses. Descontando aqui os do filho do senhor Jardim Gonçalves…
Porreiro, pá!, porque até um dos mais moderados capitães de Abril, Vasco Lourenço, disse, preto no banco: «Se outros indícios não existissem, sem necessidade de constatar os inúmeros retrocessos verificados nos últimos anos, basta-nos olhar para a enorme degradação das relações entre o trabalho e o capital, no que se refere à parte dos salários no rendimento social. Apesar de a riqueza criada por trabalhador ter crescido 41 vezes, entre 1975 e 2004, a parte dos salários no rendimento nacional desceu, no mesmo período, de 59 por cento para 40 por cento». E acrescentou: «Francamente, não foi para isto que se fez o 25 de Abril».
Porreiro, pá!, porque o homem disse mais isto: «a actual situação tem apresentado vários retrocessos nos últimos anos, principalmente porque a maioria dos órgãos de soberania já perderam um pouco a noção do que foi o 25 de Abril», por isso, «as desigualdades sociais aumentaram, os nossos pobres continuam a aumentar, aumenta o fosso entre ricos e pobres e há uma classe média cada vês mais castigada. Portugal está desequilibrado em termos de justiça social face aos primeiros anos após o 25 de Abril». Vasco Lourenço denunciou ainda o «isolamento da classe política-partidária face à população, facto que prejudica a Democracia».
Porreiro, pá!, porque o capitão de Abril é ainda da opinião de que os «partidos políticos se transformaram em agências de emprego», indo mais longe quando diz que «as Democracias Europeias caminham alegremente para o abismo, face à falta de ligação entre eleitos e eleitores, fenómenos com a xenofobia e a imigração ilegal, e a predominância do capital sobre o trabalho».
Porreiro, pá!, porque, pelos vistos, já deste cabo do que restava do 25 de Abril.
Mas tem cuidado, pá! É que tu finges que aqueles 200 mil que te bateram á porta não existem. Existem eles e existem muitos mais. E eu, se fosse a ti, nem era deles que teria mais medo. Quem mais deves temer, pá, são aqueles que ainda não dizem nada, Uns, por medo; outros, por comodismos; outros, por vergonha, já que um dia acreditaram em ti e no teu falso palrar de democrata e socialista. Mas quando a raiva desses se soltar, então, pá, «tás» tramado.
Então, sou eu quem dirá, mas a sério, abraçado à primeira pessoa que encontrar:
PORREIRO, PÁ! Monte Cristo
A REPÚBLICA APODRECE - VAMOS A ELES!
O FORROBODÓ DO NOSSO JARDIM
ESCANDALOSO!!!!
Vejam isto:
Olha o menino ex-BE... José Sá Fernandes, um malandrim na Câmara de Lisboa SABIAM QUE este marmanjão custa ao orçamento da Câmara Municipal de Lisboa 20 880 euros por mês? Pois é, para sustentar o tráfico de influências desta besta quadrada andamos a pagar do nosso bolso a onze parasitas, entre eles nove assessores técnicos, uma secretária e um coordenador de gabinete, além de um motorista para o vereador, um motorista para o gabinete e um contínuo -- tudo a recibo verde. "O Zé faz falta!" -- Faz? Claro que sim! Faz a maior falta a estas 11 encomendas! CONTRATO PRESTAÇÃO SERVIÇOS - 11 PESSOAS |
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Tribunal de Contas - Portugal
Av. da República, Nº65
1050-159 Lisboa
SE VIAJAR ATÉ A CHINA COLOQUE-SE À TABELA!
Irene Fernandes Abreu
Patifaria ... Já bastavam os reles brinquedos quanto mais as notas falsas!
Clique em baixo
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UM PRESENTE DE FIM DO ANO DA ÁSIA PARA A EUROPA E ESTADOS UNIDOS
Bolsas asiáticas registam maior ganho anual desde 2003
As bolsas asiáticas terminaram o ano de 2009 com o maior ganho anual desde 2003.
Ana Luísa Marques
anamarques@negocios.pt
Os mercados chineses e australianos encerraram em terreno positivo (as praças japonesas e sul-coreanas estiveram hoje encerrados), levando o índice MSCI Ásia Pacific a ganhar 0,7%.
AS SUAS NOTÍCIAS DE HOJE 31.12.09
![]() | ![]() CM: Votos de feliz 2010 Maria João Pires: CCB recebe pianista CP: Ricardo Bexiga demite-se Maia: Rouba bicicleta de GNR Matosinhos: Atolado no metro |
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![]() | ![]() Van Grichen treina Vera Zvonareva Trofense remete decisão para Comissão McCarthy faz birra e quer sair do Blackburn Ney: «Venho para ajudar» Mateus vai fazer artroscopia |
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
TAILÂNDIA: UM PAÍS SE MOLDA COM GENTE ASSIM
Reformado há quase cinco anos tenho ocupado o meu tempo a escrever ou a viajar pela Tailândia.
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Por muitas vezes o tenho dito, e
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Não penso sair daqui e ficarem por cá as minhas cinzas. Dentro da minha reforma (não foi compulsiva), tenho ocupado o tempo a escrever e a viajar por este país; pelos meios rurais e observando o que se vai passando dentro do viver desta gente.
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Não faço turismo ou me deito de papo para o ar, na areia, numa das muitas praias que existem, das melhores, nas costas do mar de Andaman ou do Golfo da Tailândia.
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Sigo, disparado, rodando pelas estradas principais, secundárias e mais outras entre os arrozais e de outras culturas que esta generoso Reino, abençoado, produz com extrema abundância.
Sou observador e não necessito de perguntar a este ou aquele habitante como segue a sua vida. O que os meus olhos vêm dizem-me que o povo tailandês, vive feliz, sob o signo da fertilidade de suas terras.
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Mas além do mais é um povo ambicioso que gosta de receber, os visitantes estrangeiros, à boa maneira dentro das regras de hospitalidade.
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Entenda-se que a Tailândia, embora o julguem, não é Banguecoque a capital, mas está neste imenso território de muitos milhares de quilómetros, verdejantes, desde o Sul ao Norte.
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Ainda não vai há muito tempo, corri ao longo de três fronteiras (Camboja, Laos e Birmânia), cerca de 3.500 quilómetros e verifiquei a paz encontrada entre as pessoas, no seu viver despreocupado e “juntinhos” uns aos outros.
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Há o sentido tradicional do culto da família. Infelizmente este cada vez mais se vai dispersando na velha e bolorenta Europa a definhar-se dia após após dia e ignorando que o dragão asiático acordou, espreguiçou-se e não tarda que as suas sete ou mais línguas se estendam a todo o mundo ocidental.
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Hoje dia 31 de Dezembro de 2009 , o último dia do ano, estou junto à margem do Rio Kwai (província de Kanchanaburi) local que visitei mais de 10 vezes no decorrente ano.
Durante a calmaria do dia, estou no “bengalow” , que ocupo por 295 bahts (cerca de seis euros); nas manhãs e tardes de quando a frescura chegou rodo por entre as terras verdes e florestas para além das bermas das estradas. Sigo só com toda a tranquilidade porque sei que não sou molestado por um mau encontro.
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Ontem, depois de jantar no restaurante do “Jolly Frog” (Júlia Rã), onde habito até ao dia 3 de Janeiro de 2010, quedei-me a conversar com duas jovens estudantes e um japonês, sentados à mesa onde atendem os turistas, de mochila às costa, da agência “Good Times Travel”.
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As raparigas tailandesas, são comunicativas, curiosas e não menos ambiciosas. Gostam de perguntar de que país pertencemos, se gostamos da Tailândia e da sua culinária.
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Ora por aqui se vê que a juventude (aprendido na escola) são educadas em crianças para o orgulho e amor pátrio. Tudo pelo Reino da Tailândia e nada contra.
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E claro está, sendo este Reino uma monarquia secular, o seu Rei é venerado. Por mais vozes, alarvas, que existam, estrangeiras que a monarquia está em perigo, está fora de questão, porque já é uma árvore demasiada forte e com sólidas raízes que maus ventos a não derrubam.
Mas agora falo das duas estudantes, franzinas de corpo (ainda não entraram na comida rápida americana e nas coca-colas), uma com 20 anos e outra com 22. Não são naturais de Kanchanaburi, mas uma vinda das “Terras Altas” e outra do nordeste da Tailândia.
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São estudantes universitárias e pretendem graduar-se na indústria do turismo e desceram lá do norte e nordeste, para um curto estágio de e aproveitamento de férias de um mês para de perto, no futuro, lidarem e entenderem os visitantes estrangeiros.
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Iguais a estas duas jovens raparigas, juntam-se outras centenas delas que se estendem por outros locais que os turistas visitam.
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O jovem japonês, natural da cidade de Shiga está, precisamente em Kanchanaburi para aprender a língua tailandesa e levá-la com ele para o Japão.
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Um país se molda e desenvolve quando a juventude sequisosa de aprender e não menos ambiciosa se agarra de corpo e alma à causa do desenvolvimento do seu país.
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Hoje, aquilo que não era há um ano o Rio Kwai, está cheio de turistas estrangeiros.
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Feliz Novo Ano 2010
José Martins
O FIO DA NAVALHA DE MÁRIO CRESPO
"Aborto, União Gay e Eutanásia"
"A morte do sentido de tudo"
"Onde não se nasce e se legisla para morrer"
"Adoção por gay,s, a Pornografia legalizada"
de: Mário Crespo
Depois de em Outubro ter morto o casamento gay no parlamento, José Sócrates, secret
ário-geral do Partido Socialista, assume-se como porta-estandarte de uma parada de costumes onde quer arregimentar todo o partido.Almeida Santos, o presidente do PS, coloca-se ao seu lado e propõe que se discuta ao mesmo tempo a eutanásia.
A discussão entre uma unidade matrimonial que não contempla a continuidade da vida e uma prática de morte, é um enunciar de vários nadas descritos entre um casamento amputado da sua consequência natural e o fim opcional da vida legalmente encomendado.
O resultado das duas dinâmicas, um "casamento" nunca reprodutivo e o facilitismo da morte-na-hora, é o fim absoluto que começa por negar a possibilidade de existência e acaba recusando a continuação da existência.
Mário Crespo
O DOUTOR SOARES DEVERIA ERA DE ESTAR CALADINHO...
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