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quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

FERIADOS NO DECORRENTE 2010

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Aí têm o calendário para o decorrente 2010. Não protestem, não lamentem a vossa sorte (aos com emprego) porque nem tudo no vosso dia a dia corre mal!
Sortudos em feriados e claro, incluindo, os fins de semana.
Não esqueça de ligar a musiquinha.
Para mim e outros reformados tanto nos dá como nos deu, porque desde que acordemos vivos é desde logo feriado.
Bom ano e deixem-se de lamúrias em relação a feriados.
José Martins

ORA TOMEM LÁ ROUPA VELHA...

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Sócrates

“Está para nascer um PM que faça melhor no défice”

Económico
23/07/09 08:39

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A PRIMEIRA "PIADINHA" DO 2010 QUE INSIRO

ÚLTIMA PIADA DO ANO

2009 - "ANNUS HORRIBILIS" EM PORTUGAL

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"Abro a porta do ´bengalow´ que ocupo no ´Jolly Frog´, o sol nasceu límpido sem nuvem, no céu, lhe esconda o brilho"


Levantei-me hoje ao nascer do sol.
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Abro a porta do “bengalow” que ocupo no “Jolly Frog”, o sol nasceu límpido sem nuvem, no céu, lhe esconda o brilho.
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Hoje é o primeiro dia do ano de 2010. Em Kanchanaburi, na passagem do ano velho para o novo não houveram festas de arrebenta o “malho” como talvez a esta hora, uma e meia da manhã em Portugal, os portugueses festejem a entrada do 2010 com a euforia habitual dos anos anteriores.
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Os portugueses são gente de festas, de romarias e do futebol. Basta-lhes isto para se quedarem uns “felizes contentes” e esquecem-se das agruras do seu viver no presente.
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Coloquem-lhe num palco, erguido na praça pública pela frente; o Quim Barreiros a tocar acordeão e a cantar o “cheirar o bacalhau da vizinha”; outros artistas fruto da tacanhez do Portugal onde nasceram.
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Uns jogadores de futebol a dar entrevistas à televisão ou à rádio a calinarem a pronúncia da língua de Camões e lá estão os portugueses uns “tipos” felizes da vida a ouvi-los.
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Porém, apenas, uma pequena percentagem de portugueses conhecem a gravidade dos problemas económicos e sociais em que o seu país se encontra.
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Para os outros chega-lhes o futebol, a cegada das músicas do Quim Barreiros (símbolo do nosso atraso); os fados da Marisa, do Carlos do Carmo e a “chachada” dos programas dos canais de televisão, onde os principais actores, bamboleiam o traseiro que bem nos demonstram aquilo que são na vida real.
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Parte dos portugueses quase não dão por ela que estão a ser governados por gente de baixo estofo e que lhes está a tirar o couro e o cabelo.
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Desconhecem que o seu país caminha para a falência económica/social, mercê da incompetência de quem rege os seus destinos. Não conhecem o ditado: “só perde quem tem, e quem os governa não perde nada, porque quem os lá colocou os não colocasse”.
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Alguns portugueses nunca se aperceberam que têm sido governados por certos grupos de homens, mais ou menos como aquele dito que eu ouvia, de quando jovem: “vira o disco e toca o mesmo, canções do Francisco José”.
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Ora a juventude até à casa dos quarenta anos (alguns já com o cabelo grisalho e tarde para começar nova vida porque nunca tiveram um estável emprego), não conhecem que os homens dos Governos que dirigiram Portugal depois de Abril 1974, têm sido sempre os mesmos.
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Só já o não são aqueles que partiram deste mundo, outros que foram ficando, “marrecos” pelo caminho, reformados e ainda outros, como espectros, de um passado triste, continuam andar por aí a mostrar a sua cara sem vergonha.
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Trocou-se a trampa mas o cheiro é o mesmo!
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Não vou referir-me ao “annus horribilis”, (2009) que findou há poucas horas, porque se aqui o fizesse seria um novelo que nunca mais chegaria à ponta do fim da meada.
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Viveram os portugueses sob a gente de Governo sem vergonha na cara. Mentiras, falcatruas de todo o feitio, perseguições, a jornalista, que denunciaram actos menos dignos; corrupção, reformas milionárias a uns “tipos” que nunca vergaram a mola ou fizeram “porrinha” que fosse na vida, mas vivendo de expedientes.
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Quem tecla estas linhas não procura dividendos nenhuns. Já fez o que tinha a fazer na vida. Dentro de oito dias entrou nos quinze lustros de existência ao de cimo da terra e desejaria nos dois ou três, se porventura tenha pela frente, que visse, ainda, o Governo de Portugal nas mãos de homens “bons” (que felizmente os há) e não entregue a “quadrilhas” de salteadores.
José Martins
Rio Kwai . Kanchanaburi - Tailândia

ANO NOVO VIDA NOVA - PORREIRO PÁ

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O NOSSO JARDIM ESTÁ A REBENTAR PELAS COSTURAS DE "PORREIRAIS"

PORREIRO, !

Assim que a chamada Cimeira de Lisboa amanhou o Tratado Europeu, o «engenheiro» Sócrates abraçou-se a Barroso e disse: «Porreiro, pá!».

Ali perto, nas ruas do Parque das Nações, mais de 200 mil manifestantes, unidos numa das mais poderosas manifestações de que há memória, não eram da mesma opinião, e gritavam-no bem alto. Eles sabem que não é porreira a vida de milhões de portugueses, e que não ficará mais porreira se o Tratado for posto em prática.

Aquele «porreiro, pá!», que Sócrates não conteve, soou-me aos ouvidos, educados por muitos anos de convivência com cretinos desta e doutra natureza, com uma expressão da nossa gíria, que viria muito mais a propósito. «Já os lixámos, pá!». Mas não serei eu que vou estragar a festa ao primeiro-ministro, que, de tanta excitação, até o seu habitual ar pardacento adquiriu uns leves tons rosados.

Deixem-me, por isso, embarcar no clima festivo que a criatura deu à mascarada há muito cerzida nos bastidores mais bafientos da Europa e, indo para além do Tratado de Lisboa, exclamar o meu «porreiro, pá!» por muitas outras vitórias deste brilhante estratega do reaccionarismo nacional, ao pé do qual Salazar e Caetano se sentiriam definitivamente chocados. E não por não terem conseguido fazer tanto, mas porque até eles tinham limites para a bestialidade anti-social em que Sócrates é mestre.

Então, porreiro, pá!, porque a partir deste Tratado Portugal será uma colónia insignificante de uma Europa Federal, comandada por alemães e franceses, e totalmente entregue aos interesses do capitalismo selvagem que, por via do Tratado, imporá as regras do jogo, das quais a flexisegurança é apenas uma pequena e pálida amostra.


Porreiro, pá!, porque a tua fúria destruidora de tudo o que é serviço público, e que tem sido a imagem de marca e o denominador comum das tuas medidas como dirigente máximo do Partido Socialista – e a que chamas, cinicamente, «reformas modernizadoras», – passará a ser culpa do Tratado e, consequentemente, do Parlamento Europeu, essa coisa que os europeus não conhecem e os portugueses não querem, sequer, conhecer.

Porreiro, pá!, pois com a tua grande vitória, tentarás esconder que criaste, em Portugal, a sociedade europeia de maior desigualdade, um país onde dois milhões vivem já abaixo do nível da pobreza, e à qual regressou, pela tua mão, um feudalismo de novo tipo.

Porreiro, pá!, porque já podes demolir a Educação e a Saúde, enquanto serviços públicos, a um ritmo ainda mais vertiginoso e desumano. E investir mais contra os reformados e deficientes. E fechar mais maternidades, urgências, centros de saúde, escolas, tribunais e postos da GNR.

Porreiro, pá!, porque um político capaz de fazer aprovar um Tratado que dá ao capitalismo as rédeas de todo o poder, pode tratar a Função Pública – e, nomeadamente, os professores – abaixo de cão, enquanto os restantes trabalhadores não passarão de vermes inqualificáveis.

Porreiro, pá!, porque agora sentes as mãos ainda mais livres para privatizar o que resta, desde a água aos correios, dos cemitérios às estradas e caminhos, sem esquecer o ar, logo que os teus amos e senhores capitalistas encontrem maneira de o armazenar e distribuir.

Porreiro, pá!, porque sendo tu um tipo com tanto poder, já podes mandar entrar a polícia em qualquer sítio, principalmente nos sindicatos. Ou, de madrugada, em casa de qualquer cidadão, desde que, nalguma escuta telefónica, daquelas que são decididas em certos gabinetes, de um certo andar, de um certo edifício da Rua Gomes Teixeira, tenham gravado algumas palavras menos compreensíveis, que rimem com bomba ou que acabem em ismo.

Porreiro, pá!, porque a agricultura foi destruída ou arruinada e as melhores terras, sobretudo no Alentejo, já são estrangeiras.

Porreiro, pá!, porque somos um Estado parasita, que consome muito mais do que produz, já que a indústria está controlada por interesses estrangeiros, ou morreu de morte macaca, e das pescas nem é bom falar.

Porreiro, pá!, pois os escândalos da banca já não são apenas os dos seus enormes lucros, mas outros mais ajardinados, que não passarão, aliás, de pontinhas de icebergues.

Porreiro, pá!, porque o salário mínimo é a vergonha que tu sabes, mas isso até é um mérito para quem convenceu a Europa a assinar um Tratado;

Porreiro, pá!, porque se os salários dos trabalhadores estão ao nível do terceiro mundo, mas já os vencimentos dos gestores são os mais elevados da tua querida Europa.

Porreiro, pá!, porque as falências de pequenas e médias empresas sucedem-se em ritmo nunca visto.

Porreiro, pá!, porque a dívida externa bruta – que quase duplica o produto interno bruto – é já, em valor absoluto, superior à do Brasil, país com 200 milhões de habitantes.

Porreiro, pá!, porque o desemprego cresce como as couves do Entroncamento e o crédito malparado atingiu um nível recorde. Os números são do Boletim Estatístico do Banco de Portugal, dirigido pelo teu amigo e camarada Vítor Constâncio, e revelam que, em Agosto, mais de 2 mil milhões de euros eram considerados incobráveis pelos bancos portugueses. Descontando aqui os do filho do senhor Jardim Gonçalves…

Porreiro, pá!, porque até um dos mais moderados capitães de Abril, Vasco Lourenço, disse, preto no banco: «Se outros indícios não existissem, sem necessidade de constatar os inúmeros retrocessos verificados nos últimos anos, basta-nos olhar para a enorme degradação das relações entre o trabalho e o capital, no que se refere à parte dos salários no rendimento social. Apesar de a riqueza criada por trabalhador ter crescido 41 vezes, entre 1975 e 2004, a parte dos salários no rendimento nacional desceu, no mesmo período, de 59 por cento para 40 por cento». E acrescentou: «Francamente, não foi para isto que se fez o 25 de Abril».

Porreiro, pá!, porque o homem disse mais isto: «a actual situação tem apresentado vários retrocessos nos últimos anos, principalmente porque a maioria dos órgãos de soberania já perderam um pouco a noção do que foi o 25 de Abril», por isso, «as desigualdades sociais aumentaram, os nossos pobres continuam a aumentar, aumenta o fosso entre ricos e pobres e há uma classe média cada vês mais castigada. Portugal está desequilibrado em termos de justiça social face aos primeiros anos após o 25 de Abril». Vasco Lourenço denunciou ainda o «isolamento da classe política-partidária face à população, facto que prejudica a Democracia».

Porreiro, pá!, porque o capitão de Abril é ainda da opinião de que os «partidos políticos se transformaram em agências de emprego», indo mais longe quando diz que «as Democracias Europeias caminham alegremente para o abismo, face à falta de ligação entre eleitos e eleitores, fenómenos com a xenofobia e a imigração ilegal, e a predominância do capital sobre o trabalho».
Porreiro, pá!, porque, pelos vistos, já deste cabo do que restava do 25 de Abril.

Mas tem cuidado, pá! É que tu finges que aqueles 200 mil que te bateram á porta não existem. Existem eles e existem muitos mais. E eu, se fosse a ti, nem era deles que teria mais medo. Quem mais deves temer, pá, são aqueles que ainda não dizem nada, Uns, por medo; outros, por comodismos; outros, por vergonha, já que um dia acreditaram em ti e no teu falso palrar de democrata e socialista. Mas quando a raiva desses se soltar, então, pá, «tás» tramado.


Então, sou eu quem dirá, mas a sério, abraçado à primeira pessoa que encontrar:

PORREIRO, PÁ! Monte Cristo

A REPÚBLICA APODRECE - VAMOS A ELES!

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Com o PS, os valores mínimos da decência, da moral e da dignidade foram totalmente destruídos.
O país foi transformado num antro de ladroagem e devadissão absoluta. Desbragada e descaradamente
A República apodrece
Já percebi. Sócrates está a cima da lei. É intocável.
O Procurador-Geral da República e o Presidente do Supremo Tribunal Administrativo não vislumbram - ou não querem vislumbrar - nas conversas entre Vara e Sócrates qualquer matéria digna de ser investigada. Exactamente o contrário do que pensam os investigadores e os magistrados de Aveiro.
Arquivar as escutas - ou destruí-las - parece ser a saída mais conveniente para o caso.
Sócrates agradece. O país ri-se.
A República apodrece.
Sócrates e o PS estão metidos na Face Oculta até aos cabelos? Então isto não vai dar em nada. O senhor Procurador-Geral da República já mostrou que não está lá para arranhar o poder socialista, mas que, pelo contrário, está lá ao serviço do poder socialista. O Freeport já esclareceu isso.
E enquanto assim for, Portugal será um país sem rei nem roque. Um chavascal.


Só quero aplaudir. Monte Cristo
Viva a horda! Abaixo a ordem!

"Portugal é hoje um paraíso criminal onde alguns inocentes imbecis se levantam para ir trabalhar, recebendo por isso dinheiro que depois lhes é roubado pelos criminosos e ajuda a pagar ordenados aos iluminados que bolsam certas leis".
Barra da Costa, criminologista

O FORROBODÓ DO NOSSO JARDIM

ESCANDALOSO!!!!

Vejam isto:

Olha o menino ex-BE...

José Sá Fernandes, um malandrim na Câmara de Lisboa SABIAM QUE este marmanjão custa ao orçamento da Câmara Municipal de Lisboa 20 880 euros por mês?
Pois é, para sustentar o tráfico de influências desta besta quadrada andamos a pagar do nosso bolso a onze parasitas, entre eles nove assessores técnicos, uma secretária e um coordenador de gabinete, além de um motorista para o vereador, um motorista para o gabinete e um contínuo -- tudo a recibo verde.

"O Zé faz falta!"

-- Faz? Claro que sim! Faz a maior falta a estas 11 encomendas!
Senão vejamos:

CONTRATO PRESTAÇÃO SERVIÇOS - 11 PESSOAS

Nome - Função/Origem/Contrato - Categoria/Vencimento (euros)

Alberto José de Castro Nunes - Assessor (50%) Renovação - 1.530 ,00

Ana Rita Teles do Patrocínio Silva - Secretária (100%) Renovação - 2.000.00

António Maria Fontes da Cruz Braga - Assessor (50%) Renovação - 1.530,00

Bernardino dos Santos Aranda Tavares - Assessor (100%) Renovação - 2.500,00

Carlos Manuel Marques da Silva - Assessor (50%) Renovação - 1.530,00

Catarina Furtado Rodrigues Nunes de Oliveira - Assessora (100%)Renovação - 2.500,00

Maria José Nobre Marreiros - Assessora (50%) Renovação - 1.530,00

Pedro Manuel Bastos Rodrigues Soares - Coordenador do Gabinete (50%) Renovação - 1.730,00

Rui Alexandre Ramos Abreu - Secretário (100%) Renovação - 2.000,00

Sara Sofia Lages Borges da Veiga - Assessora (50%) Renovação - 1.530,00

Sílvia Cristóvão Claro - Assessora (100%) Renovação - 2.500,00

DIVULGUEM ESTE MAIL PORQUE O ZÉ mais estes Zezinhos e estas Zezinhas só fazem falta à pata que os pôs!
E não se esqueçam de que este gabiru é vereador sem pelouro -- imaginem se alguma vez chegar a ter um!...



Tribunal de Contas - Portugal
Av. da República, Nº65
1050-159 Lisboa

SE VIAJAR ATÉ A CHINA COLOQUE-SE À TABELA!

Irene Fernandes Abreu

Irene Fernandes Abreu

Patifaria ... Já bastavam os reles brinquedos quanto mais as notas falsas!

Clique em baixo

http://valium50.blogspot.com/2009/12/pequim-maquinas --multibanco-dao-dinheiro.html

Amigos
Há que divulgar, tem de chegar a quem de direito, para resolver esta vergonha!

UM PRESENTE DE FIM DO ANO DA ÁSIA PARA A EUROPA E ESTADOS UNIDOS

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Mercados


Bolsas asiáticas registam maior ganho anual desde 2003
As bolsas asiáticas terminaram o ano de 2009 com o maior ganho anual desde 2003.

O índice que reúne os mercados da região registou, este ano, uma valorização de 35%.
Ana Luísa Marques
anamarques@negocios.pt
As bolsas asiáticas terminaram o ano de 2009 com o maior ganho anual desde 2003. O índice que reúne os mercados da região registou, este ano, uma valorização de 35%.
No último dia do ano, os mercados asiáticos encerraram em terreno positivo, depois do governador do banco central chinês ter garantido que a instituição vai manter a mesma política monetária em 2010.
Zhou Xiaochuan considera que o próximo ano vai ser crucial para reforçar a recuperação da economia chinesa e "combater" a crise financeira.
Os mercados chineses e australianos encerraram em terreno positivo (as praças japonesas e sul-coreanas estiveram hoje encerrados), levando o índice MSCI Ásia Pacific a ganhar 0,7%.
Este índice encerrara, assim, o ano com um ganho de 35%, o maior desde 2003.

AS SUAS NOTÍCIAS DE HOJE 31.12.09

Capa do Correio da ManhãCorreio da Manhã

CM: Votos de feliz 2010
Maria João Pires: CCB recebe pianista
CP: Ricardo Bexiga demite-se
Maia: Rouba bicicleta de GNR
Matosinhos: Atolado no metro

Capa do PúblicoPúblico

Gripe A já matou 69 pessoas em Portugal
“Será falta de experiência negocial?”
EUA: Havia pistas sobre ataque desde Novembro
Oito civis americanos morreram num ataque no Afeganistão
Jorge Sousa será o árbitro do Sporting-Sp. Braga

Capa do Diário de NotíciasDiário de Notícias

Alentejanos presos por roubo na Florida
Despiste de camião provoca a morte de 15 animais na A17
Estaleiros constroem cinco navios para fiscalização costeira
Mortes na estrada serão reveladas com seis meses de atraso
Laurentino afasta adjunto acusado de desviar fundos

Capa do Jornal de NotíciasJornal de Notícias

Afeganistão: Talibãs reivindicam a morte de oito norte-americano
Operação Ano Novo: Dois mortos, oito feridos graves e 74 feridos ligeiros nas primeiras 24 horas
China: Comboio mais rápido do mundo bloqueado três horas... por um fumador
Reino Unido: Irão por trás do sequestro do britânico Peter Moore no Iraque - imprensa
Birmânia: Estados Unidos voltam a estender a mão à junta birmanesa

Capa do ii

Paulo Rangel: “Sócrates está a comportar-se como um adolescente”
PSD admite pedir estado de calamidade, após conhecer estragos no Oeste
Casamento gay: não há referendo para ninguém
Sócrates, a crise, a esperança e o espírito do Natal passado - vídeo
Bispos lamentam chumbo do referendo

Capa do Diário EconómicoDiário Económico

Sequestrado mais um empresário português em Caracas
Petróleo a caminho do melhor ano da década
Atentado suicida no Afeganistão mata 8 agentes da CIA
Madeira e 15 distritos do Continente sob aviso laranja
Novas regras na segurança aérea não são viáveis, diz IATA

Capa do Jornal NegóciosJornal Negócios

Bolsas asiáticas registam maior ganho anual desde 2003
As notícias em foco na edição de hoje, dia 31 de Dezembro, no Negócios
Encargos dos novos créditos sobem pela primeira vez
Crédito indexado à Euribor a 12 meses desce 100 euros
Crédito da banca vai focar-se nas empresas mais dinâmicas

Capa do OjeOje

OJE reforça liderança
Finibanco vende 50% do Vida à Mapfre com encaixe inicial de 10 milhões
Reditus compra distribuidora de software Partblack por 7,5 milhões
Sanhá desvaloriza regresso de Bubo Na Tchuto ao país
Bolsa de Lisboa fecha a ganhar 0,25% em contraciclo com a Europa

Capa do DestakDestak

Imigrantes continuam maltratados
CGTP quer esclarecimento sobre novo regime de reparação de acidentes e doenças
País caminha para "caos" político
Oito norte-americanos mortos em atentado suicida
Preço para consumidores industriais aumenta 3,8 por cento em Janeiro

Capa do 24 Horas24 Horas


Capa do A BolaA Bola

«Empresário? É meu amigo!», diz Ronaldo sobre Jorge Mendes
Florentino e Laporta unidos por Mendes
Nem Postiga nem Saleiro viabilizam Rodríguez
Águias gastaram 8,6 milhões de euros nos reforços de Inverno
António Van Grichen vai treinar a n.º 9 mundial

Capa do RecordRecord

Van Grichen treina Vera Zvonareva
Trofense remete decisão para Comissão
McCarthy faz birra e quer sair do Blackburn
Ney: «Venho para ajudar»
Mateus vai fazer artroscopia

Capa do O JogoO Jogo

Cris Boyd torna-se o melhor goleador de sempre da liga escocesa
S. Silvestre Cidade Coimbra: Vitórias para Licínio Pimentel e Daniela Cunha
Fernando Cáceres recupera e começa a falar
Angola derrotada pela Estónia no Algarve
Anderlecht vence Zulte Wrengem

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

TAILÂNDIA: UM PAÍS SE MOLDA COM GENTE ASSIM


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Reformado há quase cinco anos tenho ocupado o meu tempo a escrever ou a viajar pela Tailândia.
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Por muitas vezes o tenho dito, e
stou ligado sentimentalmente pela afectividade, não só pela paz que neste Reino tenho gozado; constituído família; investi as minhas, parcas, economias granjeadas a poder dos calos das mãos.
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Não penso sair daqui e ficarem por cá as minhas cinzas. Dentro da minha reforma (não foi compulsiva), tenho ocupado o tempo a escrever e a viajar por este país; pelos meios rurais e observando o que se vai passando dentro do viver desta gente.
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Não faço turismo ou me deito de papo para o ar, na areia, numa das muitas praias que existem, das melhores, nas costas do mar de Andaman ou do Golfo da Tailândia.
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Sigo, disparado, rodando pelas estradas principais, secundárias e mais outras entre os arrozais e de outras culturas que esta generoso Reino, abençoado, produz com extrema abundância.
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Sou observador e não necessito de perguntar a este ou aquele habitante como segue a sua vida. O que os meus olhos vêm dizem-me que o povo tailandês, vive feliz, sob o signo da fertilidade de suas terras.
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Mas além do mais é um povo ambicioso que gosta de receber, os visitantes estrangeiros, à boa maneira dentro das regras de
hospitalidade.

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Um dos muitos milharais da província de Kanchanaburi. Ainda era manhã e orvalhados... Pensei nos milharais dos lameiros, quando neles se plantava o milho, da minha aldeia no sopé da Serra da Estrela.
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Entenda-se que a Tailândia, embora o julguem, não é Banguecoque a capital, mas está neste imenso território de muitos milhares de quilómetros, verdejantes, desde o Sul ao Norte.
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Ainda não vai há muito tempo, corri ao longo de três fronteiras (Camboja, Laos e Birmânia), cerca de 3.500 quilómetros e verifiquei a paz encontrada entre as pessoas, no seu viver despreocupado e “juntinhos” uns aos outros.
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Há o sentido tradicional do culto da família. Infelizmente este cada vez mais se vai dispersando na velha e bolorenta Europa a definhar-se dia após após dia e ignorando que o dragão asiático acordou, espreguiçou-se e não tarda que as suas sete ou mais línguas se estendam a todo o mundo ocidental.
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Hoje dia 31 de Dezembro de 2009 , o último dia do ano, estou junto à margem do Rio Kwai (província de Kanchanaburi) local que visitei mais de 10 vezes no decorrente ano.

As duas jovens junto ao jovem japonês. A comunhão de nacionalidades onde se conjuga o feliz bem estar
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Durante a calmaria do dia, estou no “bengalow” , que ocupo por 295 bahts (cerca de seis euros); nas manhãs e tardes de quando a frescura chegou rodo por entre as terras verdes e florestas para além das bermas das estradas. Sigo só com toda a tranquilidade porque sei que não sou molestado por um mau encontro.
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Ontem, depois de jantar no restaurante do “Jolly Frog” (Júlia Rã), onde habito até ao dia 3 de Janeiro de 2010, quedei-me a conversar com duas jovens estudantes e um japonês, sentados à mesa onde atendem os turistas, de mochila às costa, da agência “Good Times Travel”.
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As raparigas tailandesas, são comunicativas, curiosas e não menos ambiciosas. Gostam de perguntar de que país pertencemos, se gostamos da Tailândia e da sua culinária.
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Ora por aqui se vê que a juventude (aprendido na escola) são educadas em crianças para o orgulho e amor pátrio. Tudo pelo Reino da Tailândia e nada contra.
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E claro está, sendo este Reino uma monarquia secular, o seu Rei é venerado. Por mais vozes, alarvas, que existam, estrangeiras que a monarquia está em perigo, está fora de questão, porque já é uma árvore demasiada forte e com sólidas raízes que maus ventos a não derrubam.
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Eu disse algo à Orathai (conheço frases de humor tailandês) que a fez rir,,, Ao lado já refeita olha candidamente a objectiva da máquina fotográfica.
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Mas agora falo das duas estudantes, franzinas de corpo (ainda não entraram na comida rápida americana e nas coca-colas), uma com 20 anos e outra com 22. Não são naturais de Kanchanaburi, mas uma vinda das “Terras Altas” e outra do nordeste da Tailândia.
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São estudantes universitárias e pretendem graduar-se na indústria do turismo e desceram lá do norte e nordeste, para um curto estágio de e aproveitamento de férias de um mês para de perto, no futuro, lidarem e entenderem os visitantes estrangeiros.
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Iguais a estas duas jovens raparigas, juntam-se outras centenas delas que se estendem por outros locais que os turistas visitam.
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O jovem japonês, natural da cidade de Shiga está, precisamente em Kanchanaburi para aprender a língua tailandesa e levá-la com ele para o Japão.
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Um país se molda e desenvolve quando a juventude sequisosa de aprender e não menos ambiciosa se agarra de corpo e alma à causa do desenvolvimento do seu país.
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Hoje, aquilo que não era há um ano o Rio Kwai, está cheio de turistas estrangeiros.
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Pequenas estâncias ao longo da margem do rio e um pouco mais adiante não estagna a construção.
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Os preços convidativos e a boa maneira de servir e receber faz deste Reino um lugar apetecível para o turista, estrangeiro, visitar.
Feliz Novo Ano 2010

José Martins

O FIO DA NAVALHA DE MÁRIO CRESPO

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O HORROR DO VAZIO
"Aborto, União Gay e Eutanásia"
"A morte do sentido de tudo"
"Onde não se nasce e se legisla para morrer"
"Adoção por gay,s, a Pornografia legalizada"
de: Mário Crespo
Depois de em Outubro ter morto o casamento gay no parlamento, José Sócrates, secret
ário-geral do Partido Socialista, assume-se como porta-estandarte de uma parada de costumes onde quer arregimentar todo o partido.
Almeida Santos, o presidente do PS, coloca-se ao seu lado e propõe que se discuta ao mesmo tempo a eutanásia.

Duas propostas que em comum têm a ausência de vida.
A união desejada por Sócrates, por muitas voltas que se lhe dê, é biologicamente estéril.
A eutanásia preconizada por Almeida Santos é uma proposta de morte.
No meio das ideias dos mais altos responsáveis do Partido Socialista fica o vazio absoluto, fica "a morte do sentido de tudo" dos Niilistas de Nitezsche.
A discussão entre uma unidade matrimonial que não contempla a continuidade da vida e uma prática de morte, é um enunciar de vários nadas descritos entre um casamento amputado da sua consequência natural e o fim opcional da vida legalmente encomendado.
Sócrates e Santos não querem discutir meios de cuidar da vida (que era o que se impunha nesta crise).
Propõem a ausência de vida num lado e processos de acabar com ela noutro.
Assustador, este Mundo politicamente correcto, mas vazio de existência, que o presidente e o secretário-geral do Partido Socialista querem pôr à consideração de Portugal.
Um sombrio universo em que se destrói a identidade específica do único mecanismo na sociedade organizada que protege a procriação, e se institui a legalidade da destruição da vida.
O resultado das duas dinâmicas, um "casamento" nunca reprodutivo e o facilitismo da morte-na-hora, é o fim absoluto que começa por negar a possibilidade de existência e acaba recusando a continuação da existência.
Que soturno pesadelo este com que Almeida Santos e José Sócrates sonham onde não se nasce e se legisla para morrer.
Já escrevi nesta coluna que a ampliação do casamento às uniões homossexuais é um conceito que se vai anulando à medida que se discute porque cai nas suas incongruências e paradoxos.
O casamento é o mais milenar dos institutos, concebido e defendido em todas as sociedades para ter os dois géneros da espécie em presença (até Francisco Louçã na sua bucólica metáfora congressional falou do "casal" de coelhinhos como a entidade capaz de se reproduzir).
E saiu-lhe isso (contrariando a retórica partidária) porque é um facto insofismável que o casamento é o mecanismo continuador das sociedades e só pode ser encarado como tal com a presença dos dois géneros da espécie.
Sem isso não faz sentido.
Tudo o mais pode ser devidamente contratualizado para dar todos os garantismos necessários e justos a outros tipos de uniões que não podem ser um "casamento" porque não são o "acasalamento" tão apropriadamente descrito por Louçã.
E claro que há ainda o gritante oportunismo político destas opções pelo "liberalismo moral" como lhe chamou Medina Carreira no seu Dever da Verdade.
São, como ele disse, a escapatória tradicional quando se constata o "fracasso político-económico" do regime.
O regime que Sócrates e Almeida Santos protagonizam chegou a essa fase.
Discutem a morte e a ausência da vida por serem incapazes de cuidar dos vivos.
Mário Crespo

O DOUTOR SOARES DEVERIA ERA DE ESTAR CALADINHO...

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Publicado 30 Dezembro 2009 11:07 (Jornal de Negócios)

Economia"Temos um défice assustador"
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A expressão é de Mário Soares, o primeiro-ministro que, na década de 80, teve de negociar um empréstimo com o FMI numa altura em que Portugal exibia um défice comparável ao de hoje, superior a 8% do PIB.
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A expressão é de Mário Soares, o primeiro-ministro que, na década de 80, teve de negociar um empréstimo com o FMI numa altura em que Portugal exibia um défice orçamental comparável ao de hoje, superior a 8% do PIB.
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Num longo artigo publicado hoje na revista “Visão”, em que antecipa a chegada de 2010, o antigo chefe de Governo e Presidente da República escreve que "é óbvio que Portugal está em crise", traduzida num "défice assustador" e num "endividamento muito grande".
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Soares aponta ainda o dedo à repartição da riqueza em Portugal, que “continua a ser muito injusta”, e às “desigualdades sociais intoleráveis”, mas sublinha que “já passámos por crises piores” e que “não somos a Grécia”.
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"Encaremos, com inteligência, coragem e sem complexos as crises", designadamente na área da Justiça, que considera ser "a mais grave de todas".
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“Tenhamos confiança e bom senso”, recomenda Mário Soares, reconhecendo, porém, que ambas são características que “não abundam entre alguns políticos e empresários portugueses”.
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À MARGEM: É tempo de o Dr. Mário Soares estar caladinho, enfiar nos pés as "pantufas" e arrumar-se junto ao aquecedor, mais a Drª Maria Barroso.
Isto é muito complicado para a geração dos 30 anos entender a razão porque os portugueses se encontram uns pobres "Jós".
Bem é que depois do 25 de Abril de 1974 o Dr. Mário Soares foi um dos arquirectos da liberdade dos portugueses e os livrou do chicote do fascismo.
O que aconteceu foi que os que se apoderam do poder "lixaram" as toneladas de ouro que havia.
A roubalheira foi infame!
O Dr. Mário de quando Ministro dos Negócios Estrangeiros e depois, Primeiro Ministro e Presidente da República viajou por este mundo adiante a apregoar o Portugal democrático.
Até (alguns jornalistas) lhe deram o nome de Rajá, pelas grandes comitivas que o acompanhavam chegando atingir as 150 pessoas.
O certo que foi que na década 80 do século passado Portugal, económicamente, não pudia com um gata pela rabo.
Estava de tanga e as notas de escudo era um papel que não circulava em país nenhum do mundo (excepto nas ex-colónias portuguesas).
O país estava empenhadíssimo e ninguém lhe dava crédito nenhum.
Em 1982 o Dr. Mário Soares pede ajuda aos emigrantes (ainda havia milhares a viver em França nos bairros de lata) que emprestassem dinheiro ao Governo, que estaria absolutamente garantido e com um juro de 30% ao ano, desde que fosse em moeda estrangeira e nesta seria devolvido.
Foi isso mesmo.
O Estado Português devolveu o dinheiro em moeda estrangeira e com os respectivos juros.
Ora o Dr. Soares bem sabia que quando Portugal entrasse na União Europeia, 1986, viria muito dinheiro de Bruxelas e o suficiente para pagar a dívida contraída aos emigrantes.
O dinheiro entrou em Portugal e nada foi feito com o mesmo e as viagens continuam a ser efectuadas ao estrangeiro e qualquer "badameco" era ministro e todos viviam numa "barbuda".
Antes do colapso, de momento, económico mundial, Portugal já se encontrava "teso" e agora, para encobrir o desfalque firmam as palavras que Portugal está mau de finanças por via dessa crise.
Na década de 80 os emigrantes, com o seu sentido patriótico, emprestaram dinheiro a Portugal. Porém agora desconfio que o voltem a fazer, porque deixaram de confiar no país onde nasceram e o seu dinheiro não está seguro.
É ver aquilo que aconteceu ao BPN e ao BPP.
José Martins