Ministério e professores finalmente de acordo01h22mALEXANDRA INÁCIO Ministra elogiou compreensão dos sindicatos que permitiu ultrapassar impasse de quatro anos.
Fumo branco: ao fim de 14 horas de intensas negociações, Isabel Alçada conseguiu chegar a acordo com oito dos 14 sindicatos de professores. Este entendimento aprova uma nova estrututura da carreira docente, avaliação de desempenho e regime transitório. Foi tal e qual uma maratona: demorada, esgotante e com episódios atribulados. As mais de 14 horas de reuniões, com a ministra e o secretário de Estado Ajunto da Educação a subirem e descerem escadas e elevadores para participarem nas quatro mesas negociais que decorreram, durante todo o dia e noite de ontem na 5 de Outubro, revelavam que havia vontade de ambas as partes para que o dia não terminasse sem acordo. O anúncio foi feito já de madrugada, com seis sindicatos a demarcarem-se do entendimento, entre eles a ASPL, a Pró-Ordem, o SEPLEU e o SINPOS. As duas maiores federações sindicais - a FENPROP que representa mais de 65% dos professores e a a FNE que representa mais de 20% - chegaram a acordo com a ministra da Educação. Já perto da uma da manhã, em conferência de imprensa, Isabel Alçada considerou que o acordo é "uma melhoria muito importante" para o ambiente e o trabalho nas escolas. "Eu acreditei sempre que um bom acordo era possível e nunca desisti. E julgo que a persistência compensou", disse, referindo o "esforço de aproximação do ministério" e elogiando a "compreensão dos sindicatos". "Sabiamos que um acordo só seria possível se houvesse de parte a parte um verdadeiro espírito de compromisso e foi isso que aconteceu", elogiou. "Neste momento abrimos uma nova página", disse Isabel Alçada, explicando que o acordo mantém a avaliação e a existência de quotas para a atribuição das notas máximas "Muito Bom" e "exelente" . De acordo com as explicações da ministra, haverá contingentação de vagas em dois momentos: na passagem do 4º para o 5º escalão e do 6º para o 7º. Durante a tarde, por volta das 17 horas, o gabinete de imprensa do Sindicato Nacional dos Profissionais da Educação (SINAPE) chegou a anunciar à Imprensa que o sindicato iria assinar, com reservas, o "acordo de princípios" proposto pelo Ministério da Educação (ME). No entanto, mais de três horas depois, o dirigente Nóbrega Ascenso dirigiu-se ao átrio da 5 de Outubro para dizer aos jornalistas que tinha havido um equívoco. As negociações continuavam. A bloquear o acordo faltava a garantia taxativa de que todos os professores classificados com "Bom" podiam atingir o topo da carreira. Com a existência de vagas seria criada uma lista graduada para a progressão dos docentes. Nóbrega Ascenso queria que no documento final ficasse escrito, de forma inequívoca, que após três anos, no máximo, os professores passariam de escalão. O topo da carreira seria assim alcançado, no máximo, em 40 anos (mais seis do que verifica na estrutura proposta pelo Governo). Isabel Alçada abdicou da contingentação para o 3º escalão - onde actualmente, se encontram mais docentes - e a prova de ingresso só passará a ser feita pelos professores que ainda não tenham ingressado na carreira |
Somos aquilo que sempre hajamos sido. Não mudaremos mesmo com o ladrar dos cães.
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
GRAÇAS AO SENHOR QUE FOI ENCONTRADO UM CONSENSO...!!!
EÇA E A GUERRA DO AFEGANISTÃO
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Eça de Queiroz foi um observador arguto da guerra do Afeganistão, não a do Obama, mas a dos ingleses im
periais do sec. XIX, e sobre ela escreveu páginas implacáveis que talvez os nossos governantes, já que os estrangeiros não sabem português, tivessem interesse e proveito em ler e meditar. Aí vão elas (escritas em 1880). Extracto do livro *“CARTAS DE INGLATERRA”*.*A guerra do Afeganistão vista por Eça de Queiroz*
"Os ingleses estão experimentando, no seu atribulado império da Índia, a verdade desse humorístico lugar comum do sec. XVIII: 'A História é uma velhota que se repete sem cessar'.
O Fado e a Providência, ou a Entidade qualquer que lá de cima dirigiu os episódios da campanha do Afeganistão em 1847, está fazendo simplesmente uma cópia servil, revelando assim uma imaginação exausta.
Em 1847 os ingleses, "por uma Razão de Estado, uma necessidade de fronteiras científicas, a segurança do império, uma barreira ao domínio russo da Ásia..." e outras coisas vagas que os políticos da Índia rosnam sombriamente, retorcendo os bigodes - invadem o Afeganistão, e aí vão
aniquilando tribos seculares, desmantelando vilas, assolando searas e vinhas: apossam-se, por fim, da santa cidade de Cabul; sacodem do serralho um velho emir apavorado; colocam lá outro de raça mais submissa, que já trazem preparado nas bagagens, com escravas e tapetes; e, logo que os correspondentes dos jornais têm telegrafado a vitória, o exército, acampado à beira dos arroios e nos vergéis de Cabul, desaperta o correame, e fuma o cachimbo da paz...
No nosso tempo, precisamente como em 1847, chefes enérgicos, Messias indígenas, vão percorrendo o território, e com os grandes nomes de "Pátria" e de "Religião", pregam a guerra santa: as tribos reúnem-se, as famílias feudais correm com os seus troços de cavalaria, príncipes rivais juntam-se no ódio hereditário contra o estrangeiro, o "homem vermelho", e em pouco tempo é tudo um rebrilhar de fogos de acampamento nos altos das serranias, dominando os desfiladeiros que são o caminho, a estrada da Índia...
Esta hoste desembarca no Industão, junta-se a outras colunas de tropa índia, e é dirigida dia e noite sobre a fronteira em expressos a quarenta milhas por hora; daí começa uma marcha assoladora, com cinquenta mil camelos de bagagens, telégrafos, máquinas hidráulicas, e uma cavalgada eloquente de correspondentes de jornais. Uma manhã avista-se Kandahar ou Ghasnat;- e num momento, é aniquilado, disperso no pó da planície o pobre exército afegão com as suas cimitarras de melodrama e as suas veneráveis colubrinas do modelo das que outrora fizeram fogo em Diu. Ghasnat está livre! Kandahar está livre!
Hurrah!
No entanto, em desfiladeiro e monte, milhares de homens que, ou defendiam a pátria ou morriam pela "fronteira científica", lá ficam, pasto de corvos - o que não é, no Afeganistão, uma respeitável imagem de retórica: aí, são os corvos que nas cidades fazem a limpeza das ruas, comendo as imundices, e em campos de batalha purificam o ar, devorando os restos das derrotas.
E de tanto sangue, tanta agonia, tanto luto, que resta por fim? Uma canção patriótica, uma estampa idiota nas salas de jantar, mais tarde uma linha de prosa numa página de crónica...
Consoladora filosofia das guerras!
Antes possuir apenas um quintalejo, com uma vaca para o leite e dois pés de alface para as merendas de verão..."
*Foi assim em 1847, foi assim em 1880. É assim em 2009. Alguém será capaz de traduzir estas páginas para Obama? O problema é outro: será que ele ou qualquer americano "controlado", entenderá o texto?*
QUERER É PODER
António d'Almeida
O MUNDO CHEIO DE BURACOS ERRADOS
Um dos vídeos mais vistos actualmente com legendas em espanhol
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A LUSA NO BRASIL: ENCERRA SERVIÇO
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Os conteúdos da Lusa no Brasil eram tratados pela empresa Primapagina, de São Paulo, mas a agência portuguesa decidiu não renovar o contrato, sem qualquer explicação.
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Os conteúdos da Lusa no Brasil eram tratados pela empresa Primapagina, de São Paulo. De acordo com fonte da empresa, responsável pelo site, a Lusa decidiu não renovar o contrato, sem qualquer explicação. "Deve ter sido uma decisão estratégica", disse fonte da Primapagina contatada pelo Portugal Digital.
Segundo informação obtida pelo Portugal Digital, os parceiros da Lusa no Brasil, a estatal Agência Brasil e o portal UOL, participado da Portugal Telecom, não foram informados da decisão.
A agência mantém no Brasil dois jornalistas brasileiros, como correspondentes em São Paulo e Brasíla.
O encerramento do serviço brasileiro acontece quase em simultâneo com declarações do ministro português dos Negócios Estrangeiros, Luís Amado, que, em recente entrevista ao jornal "Público", de Lisboa, defendeu a necessidade de Portugal "valorizar cada vez mais a relação com o Brasil" (ver notícia do Portugal Digital de 3 de janeiro 2010).
"Temos de valorizar cada vez mais, no eixo do Atlântico Sul, a relação com o Brasil e a relação com Angola. O futuro passa por valorizar muito o eixo Lisboa-Brasil, o eixo Lisboa-Washington e o eixo Lisboa-Luanda", afirmou o ministro na referida entrevista ao "Público".
O serviço brasileiro da Lusa foi inaugurado há dez anos com a abertura de uma Delegação em Brasília, chefiada por um jornalista português e integrada por uma equipe de jornalistas brasileiros, com o objetivo de desenvolver a circulação de informação entre os dois países e, simultaneamente, procurar viabilizar financeiramente a agência.
Dificuldades da administração da empresa e da sua diretoria de Informação, nomeadamente na definição de uma estratégia informativa adequada às realidades brasileiras, a par de interesses políticos, comerciais e pessoais, alheios ao projeto inicial, levaram ao encerramento da empresa na capital federal e à sua transferência para São Paulo.
Posteriormente, por iniciativa diplomática, foram feitas algumas tentativas para dar maior expressão ao serviço da Lusa no Brasil, que conduziram à sua terceirização, com entrega da gestão do site à empresa Primapagina, ao estabelecimento de um acordo de parceria com o provedor UOL e à revitalização de um acordo de cooperação, que já havia sido assinado por duas vezes, em anos anteriores, durante a presidência de Fernando Henrique Cardoso, com a agência estatal Brasil.
A entrega, há quatro anos, da gestão do site brasileiro da Lusa - que veiculava publicidade e significativo número de matérias noticiosas relativas a instituições do governo chinês - foi acompanhada pela “migração" para a Primapagina do site Macauhub, ligado ao governo da região administrativa chinesa de Macau e dirigido, na altura, por um jornalista da Lusa.
Até ao momento, a Lusa não divulgou qualquer informação sobre a interrupção ou encerramento do serviço Brasil.
A Agência Lusa é controlada a 50,14% pelo Estado português, tendo ainda vários grupos portugueses de mídia como acionistas de referência, entre os quais a Controlinveste, com 23,35%, e a Impresa, com 22,36%. Da Redação Portugal Digital
DUAS PITADAS DE RISO
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NÃO SE RIAM
AS SUAS NOTÍCIAS DE HOJE 07.01.10
![]() | ![]() Sharon Stone: Em ‘Lei e Ordem’ Porto: Fuga de gás em aquecedor P. Ferreira Homem cai em lareira “Explodiu como uma bomba” (COM VÍDEO) Dupla em fuga atropela mulher polícia |
![]() | ![]() |
![]() | ![]() Diamantino: «Parece-me que temos aqui bons reforços» Requerimento para a Liga Sílvio à espera de uma proposta de Alvalade Reforços debaixo de olho Só falta o passe para Pongolle poder jogar |
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
CINEASTA ROMAN POLANSKY PODERÁ SER LIVRE E VOLTAR AOS ESTADOS UNIDOS
Roman Polanski,
(Abdelhak Senna / AFP / Getty Imagem)
Roman Polanski pode ser livre até o final do mês
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O juiz Chris Ayres, em Los Angeles, recomendaria?
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The Times On LIne
NINGUÉM SEGURA OS "MARICONS" NO MÉXICO
Gays mexicanos, em pé de guerra contra um apresentador de TV
"O que estamos fazendo é (incentivo) que as agressões homofóbicas se mata uma pessoa gay", disse quinta-feira Efe o ativista gay e jornalista Gabriel Gutierrez, que arquivou a queixa contra o comunicador de televisão.
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"Um monte de degeneração e um monte de drogas", disse Arce sobre a questão de saber se a homossexualidade é uma escolha com qual de ter nascido ou adoptado voluntariamente, bem como para comentar com duplos sentidos e conotações sexuais.
"A natureza faz um homem, uma mulher, isso é normal, com filhos e se reproduzir, o que vem depois não é mais normal", disse ele abruptamente e o corte após a sexóloga.
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PRESIDENTE OBAMA NÃO GOSTOU DO ATREVIMENTO
A imagem de marca de roupas de inverno sem permissão do presidente foi colocada num painel numa zona de comércio do principal centro de Nova York
New York Times - Madrid -- 07/01/2010
Um enorme painel com a imagem, elegante, de Obama a anunciar uma marca de roupas de inverno foi colocado, um grande painel, na quarta-feira, no coração da Times Square, no coração, comercial, da cidade de Nova York.
A fotografia, foi adquirido na agência de notícias Associated Press, e tomada a imagem durante a recente visita de Obama à Grande Muralha (China) durante sua recente visita a países asiáticos.
Depois do anúncio, ser divulgado, a Casa Branca apressou-se esclarecer que o presidente não tinha dado permissão para usar a imagem dele e que ele teria pedido a retirada imediata da programação, porque, na sua opinião, a mensagem pode confundir os consumidores a acreditar que o presidente autorizou a campanha de publicidade quando a administração Obama tem consistentemente negado que a imagem do presidente não é usado para fins comerciais.
Falando ao jornal The New York Times, um porta-voz, da Casa Branca, reconheceu que a companhia também tentou publicar o anúncio em vários jornais, incluindo o próprio The New York Times,
PRONTO ESTÁ A COISA "AMANHADA" - PATRÃO MANDA MARÇANOS OBEDECEM!
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PS impõe disciplina de voto contra a adopção por casais gay
06.01.2010 - 18:23 Por Maria José Oliveira, Nuno Simas (Público)
Está decidido e é tudo menos pacífico dentro da bancada do PS. Na sexta-feira, vai haver disciplina de voto na bancada socialista para os projectos do Bloco de Esquerda e do PEV que, além do casamento gay, prevêem a possibilidade de adopção.
À MARGEM: A saga continua.
A demência igual. Esta gente ( os poucos que nasceram) não tem culpa porque não se fizeram apareceram feitos.
Sou do tempo em que esta gente (por exemplo na cidade do Porto, onde fui criado) se contavam pelos dedos.
A cidade, na altura, que teria uns 350 nil habitantes.
Chacoteados e aproveitados pelos homens de princípios rascas para ganharem uns escudos que os "maricões" lhe ofereciam em troca de favores.
Raramente "engatavam" durante o dia, mas pela calada da noite.
No Porto e sem vergonha de mostrar aquilo que a natureza o dotou, era o "Carlinhos da Sé" que de calças justas no traseiro e cesta nos braços, lá ia vendendo umas cuecas e roupas interiores às raparigas das casas de tia da Rua da Bainharia, Travessa da Cadeia, Bonjardim e as da zona da Cordoaria.
O Carlinhos da Sé, voltou numa figura típica, da cidade do Porto e o privilégio de todas as revistas que de Lisboa se deslocavam para actuar no Sá da Bandeira, apreentavam a figura do Carlinhos da Sé.
A risada da plateia era geral!
Ninguém fazia mal ao Carlinhos da Sé, porque a sua língua era de tal ordem que faria corar um polícia.
Depois do 25 de de Abril de 1974, os maricões voltou numa praga em Portugal e até dá a impressão que voltou numa profissão.
Que se acomodem na mesma cama, porque o poderiam fazer no tempo da ditadura que a PIDE não os chatiava por isso...
Mas casar, legalmente, é imoral. Igualmente a adopção. Uma criança adoptada por um casal de "maricões" será desde logo traumatizada de criança e o trauma para o resto da vida.
A segregação começa desde logo na escola.
Os colegas dirão entre si: "olha aquele não tem mãe e é filho de "maricões".
José Martins
"UM GUIA DESAJEITADO", JOSÉ ZAPATERO NA PRESIDÊNCIA DA UE
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New York Times - Madrid -- 06/01/2010 .
"Extremamente brando".
Esta é a forma como a publicação britânica Financial Times descreve o programa de trabalho proposto pelo primeiro-ministro da Espanha, José Luis Rodríguez Zapatero, para a Presidência espanhola da UE, em um editorial e a capacidade em questões de Zapatero para a liderança da Europa nos próximos seis meses.
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O editorial começou por recordar o início "infeliz" da presidência espanhola. Um hacker passou através dos sistemas de segurança do site oficial e pendurou um retrato de Mr. Bean (Senhor Feijão), o personagem interpretado pelo actor britânico Rowan Atkinson, um ataque que foi negado pelo Governo espanhol e que ele atribuiu a uma fotomontagem simples.
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Segundo Financial TimesEspanha, com uma batida "económica difícil pela recessão global e uma percentagem de desemprego perto de 20%" não é talvez o melhor guia para a Europa.
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O principal erro de Zapatero é, segundo a publicação britânica, concentrando-se a Presidência da UE na implementação do Tratado de Lisboa, uma vez que tenha entrado em vigor, em vez de resolver a crise económica.
CRIME NAS PRAIAS DE COSTA RICA
A "Ganância" é o contributo destes miseráveis, para a preservação desta espécie ameaçada!
É preciso denunciar este crime antes que seja tarde de mais!
VERGONHA MUNDIAL
NA COSTA RICA
FAVOR DIFUNDIR
ROUBAM OS OVOS DAS TARTARUGAS,
PARA VENDER.
REPASSEM SEM MODERAÇÃO, O PLANETA AGRADECE.
OS DEUSES TAMBÉM VOLTAM EM DEMÓNIOS...!!!
Padre português preso em Paris por pedofilia
CAI CHUVA (FORA DE ÉPOCA) EM BANGUECOQUE
Acredito que seja verdade.
As chuvas na Tailândia, começam, pela época do Ano Novo em meados do mês de Abril e cessam fim do mês de Outubro.
Pensam neles e na era que vivem.
MEMÓRIAS DE UM REPORTER,JORNALISTA, AMADOR
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Colhiam flores silvestres no campo. Guiava o carro, parei e quando deram por mim a fotografá-las, fugiram apavoradas, mas segurando, na mão, os dois ramitos de flores. O reporter, tendo pela frente imagens iguais a esta tem que saber controlar as emoções.
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GRÉCIA: CRISE FINANCEIRA
Mentiras "Economia Parasita" por trás da tragédia financeira grega
Hoje, em Atenas, funcionários da Comissão Europeia são definidos para iniciar debruçado sobre um novo projecto de três anos "estabilidade e crescimento" plano para a Grécia. Eles rejeitaram a versão antiga como a falta de endereço crise financeira do país, e querem um novo dentro de quinze dias para que eles possam dar a sua reacção antes da reunião do Ecofin de ministros das Finanças em 16 de Fevereiro.
Boa sorte para eles - e para o novo governo eleito em 4 de Outubro, com a tarefa de extrair a Grécia de quase a pior situação financeira na União Europeia e, pior, no prazo de 16 membros do bloco monetário da zona euro. O problema não é apenas uma tempestade local, mesmo que alguns elementos são indiscutivelmente grego. Isto levanta questões sobre se a zona do euro pode vingar se tropeça um membro, de saber se a Alemanha, acima de tudo, iria pagar a conta de emergência - e, se os mercados financeiros pode ter uma visão ainda mais duvidosos da dívida da Grã-Bretanha.
A resposta da Comissão foi um cepticismo cáustica. Então, tem essa dos mercados financeiros, nervoso que a Grécia não poderiam financiar sua dívida. A reafirmação altamente qualificados no mês passado, a Moody's, a agência de classificação de crédito, apenas ligeiramente composta por três desvalorizações de confiabilidade da Grécia.
O choque de datas logo após a eleição, quando George Papaconstantinou, o novo ministro das Finanças, disse que o Governo anterior havia subestimado o défice orçamental e que agora funcionou em 12,7 por cento do PIB. Essa diferença entre as receitas de impostos e gastos do governo é mais do que quatro vezes a União limite de 3 por cento. Em 2008, o déficit foi de apenas 3,7 por cento, em dados oficiais. Alguns analistas dizem que poderia ser agora mais de 13 por cento.
É verdade, o déficit é comparável à da Grã-Bretanha, como proporção da economia. Mas os mercados são muito mais nervosos com a capacidade da Grécia para reduzi-la - e, francamente, descrendo a afirmação do primeiro-ministro no mês passado que iria cortá-lo para 8,7 por cento este ano. A Grécia é um país muito pobre, e tem problemas especiais - nomeadamente a enorme economia de preto. George Papandreou, o primeiro-ministro, disse no mês passado que a Grécia era atormentado por evasão fiscal e estava operando uma economia de "parasita", drenando o erário público.
Enquanto isso, os poderosos sindicatos estão se preparando para bloquear a reforma tão necessária dos serviços públicos. O serviço adedy união civil podem greve no final deste mês em protesto contra os cortes propostos em um projeto de lei que o Parlamento aprovou pouco antes do Natal. Analistas apontam, em contraste com a Irlanda, onde os políticos, muitos de uma geração mais velha, e seu povo, parecem ter aceite a necessidade de grandes cortes.
Se a Grécia não se pode limitar o seu orçamento, e as dúvidas sobre sua capacidade de financiar sua dívida cresce, ela pode contar com o Banco Central Europeu para sustentá-lo acima? Angela Merkel, o chanceler alemão, que teria que concordar em pagar a maior parte do projeto de lei, tem implicado, sim, no mês passado dizendo que "todos temos uma responsabilidade comum". Mas, Ewald Nowotny, membro do Conselho de Governadores do BCE, declarou o oposto - observando o "bail-out" princípio nos tratados da UE.
Até que o Governo grego mostra que ele pode cumprir as suas promessas, eles permanecerão incrível, com a razão.









































