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quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

GRAÇAS AO SENHOR QUE FOI ENCONTRADO UM CONSENSO...!!!

Ministério e professores finalmente de acordo

01h22m

ALEXANDRA INÁCIO

Ministra elogiou compreensão dos sindicatos que permitiu ultrapassar impasse de quatro anos.

foto vasco neves/dn

Ministério e professores finalmente de acordo

Mário Nogueira e Isabel Alçada assinam acordo

Fumo branco: ao fim de 14 horas de intensas negociações, Isabel Alçada conseguiu chegar a acordo com oito dos 14 sindicatos de professores. Este entendimento aprova uma nova estrututura da carreira docente, avaliação de desempenho e regime transitório.

Foi tal e qual uma maratona: demorada, esgotante e com episódios atribulados. As mais de 14 horas de reuniões, com a ministra e o secretário de Estado Ajunto da Educação a subirem e descerem escadas e elevadores para participarem nas quatro mesas negociais que decorreram, durante todo o dia e noite de ontem na 5 de Outubro, revelavam que havia vontade de ambas as partes para que o dia não terminasse sem acordo. O anúncio foi feito já de madrugada, com seis sindicatos a demarcarem-se do entendimento, entre eles a ASPL, a Pró-Ordem, o SEPLEU e o SINPOS.

As duas maiores federações sindicais - a FENPROP que representa mais de 65% dos professores e a a FNE que representa mais de 20% - chegaram a acordo com a ministra da Educação. Já perto da uma da manhã, em conferência de imprensa, Isabel Alçada considerou que o acordo é "uma melhoria muito importante" para o ambiente e o trabalho nas escolas. "Eu acreditei sempre que um bom acordo era possível e nunca desisti. E julgo que a persistência compensou", disse, referindo o "esforço de aproximação do ministério" e elogiando a "compreensão dos sindicatos". "Sabiamos que um acordo só seria possível se houvesse de parte a parte um verdadeiro espírito de compromisso e foi isso que aconteceu", elogiou.

"Neste momento abrimos uma nova página", disse Isabel Alçada, explicando que o acordo mantém a avaliação e a existência de quotas para a atribuição das notas máximas "Muito Bom" e "exelente" . De acordo com as explicações da ministra, haverá contingentação de vagas em dois momentos: na passagem do 4º para o 5º escalão e do 6º para o 7º.

Durante a tarde, por volta das 17 horas, o gabinete de imprensa do Sindicato Nacional dos Profissionais da Educação (SINAPE) chegou a anunciar à Imprensa que o sindicato iria assinar, com reservas, o "acordo de princípios" proposto pelo Ministério da Educação (ME). No entanto, mais de três horas depois, o dirigente Nóbrega Ascenso dirigiu-se ao átrio da 5 de Outubro para dizer aos jornalistas que tinha havido um equívoco. As negociações continuavam.

A bloquear o acordo faltava a garantia taxativa de que todos os professores classificados com "Bom" podiam atingir o topo da carreira. Com a existência de vagas seria criada uma lista graduada para a progressão dos docentes.

Nóbrega Ascenso queria que no documento final ficasse escrito, de forma inequívoca, que após três anos, no máximo, os professores passariam de escalão. O topo da carreira seria assim alcançado, no máximo, em 40 anos (mais seis do que verifica na estrutura proposta pelo Governo). Isabel Alçada abdicou da contingentação para o 3º escalão - onde actualmente, se encontram mais docentes - e a prova de ingresso só passará a ser feita pelos professores que ainda não tenham ingressado na carreira

EÇA E A GUERRA DO AFEGANISTÃO

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*Assunto:* EÇA E A GUERRA DO AFEGANISTÃO, em 1880
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Eça de Queiroz foi um observador arguto da guerra do Afeganistão, não a do Obama, mas a dos ingleses im
periais do sec. XIX, e sobre ela escreveu páginas implacáveis que talvez os nossos governantes, já que os estrangeiros não sabem português, tivessem interesse e proveito em ler e meditar. Aí vão elas (escritas em 1880). Extracto do livro *“CARTAS DE INGLATERRA”*.
*A guerra do Afeganistão vista por Eça de Queiroz*
"Os ingleses estão experimentando, no seu atribulado império da Índia, a verdade desse humorístico lugar comum do sec. XVIII: 'A História é uma velhota que se repete sem cessar'.
O Fado e a Providência, ou a Entidade qualquer que lá de cima dirigiu os episódios da campanha do Afeganistão em 1847, está fazendo simplesmente uma cópia servil, revelando assim uma imaginação exausta.
Em 1847 os ingleses, "por uma Razão de Estado, uma necessidade de fronteiras científicas, a segurança do império, uma barreira ao domínio russo da Ásia..." e outras coisas vagas que os políticos da Índia rosnam sombriamente, retorcendo os bigodes - invadem o Afeganistão, e aí vão
aniquilando tribos seculares, desmantelando vilas, assolando searas e vinhas: apossam-se, por fim, da santa cidade de Cabul; sacodem do serralho um velho emir apavorado; colocam lá outro de raça mais submissa, que já trazem preparado nas bagagens, com escravas e tapetes; e, logo que os correspondentes dos jornais têm telegrafado a vitória, o exército, acampado à beira dos arroios e nos vergéis de Cabul, desaperta o correame, e fuma o cachimbo da paz...
Assim é exactamente em 1880.
No nosso tempo, precisamente como em 1847, chefes enérgicos, Messias indígenas, vão percorrendo o território, e com os grandes nomes de "Pátria" e de "Religião", pregam a guerra santa: as tribos reúnem-se, as famílias feudais correm com os seus troços de cavalaria, príncipes rivais juntam-se no ódio hereditário contra o estrangeiro, o "homem vermelho", e em pouco tempo é tudo um rebrilhar de fogos de acampamento nos altos das serranias, dominando os desfiladeiros que são o caminho, a estrada da Índia...
E quando por ali aparecer, enfim, o grosso do exército inglês, à volta de Cabul, atravancado de artilharia, escoando-se espessamente, por entre as gargantas das serras, no leito seco das torrentes, com as suas longas caravanas de camelos, aquela massa bárbara rola-lhe em cima e aniquila-o. Foi assim em 1847, é assim em 1880.
Então os restos debandados do exército refugiam-se nalguma das cidades da fronteira, que ora é Ghasnat ora Kandahar: os afegãos correm, põem o cerco, cerco lento, cerco de vagares orientais: o general sitiado, que nessas guerras asiáticas pode sempre comunicar, telegrafa para o viso-rei da Índia, reclamando com furor "reforços, chá e açúcar"!
(Isto é textual; foi o general Roberts que soltou há dias este grito de gulodice britânica; o inglês, sem chá, bate-se frouxamente). Então o governo da Índia, gastando milhões de libras, como quem gasta água, manda a toda a pressa fardos disformes de chá reparador, brancas colinas de açúcar, e dez ou quinze mil homens. De Inglaterra partem esses negros e monstruosos transportes de guerra, arcas de Noé a vapor, levando acampamentos, rebanhos de cavalos, parques de artilharia, toda uma invasão temerosa...
Foi assim em 1847, assim é em 1880.
Esta hoste desembarca no Industão, junta-se a outras colunas de tropa índia, e é dirigida dia e noite sobre a fronteira em expressos a quarenta milhas por hora; daí começa uma marcha assoladora, com cinquenta mil camelos de bagagens, telégrafos, máquinas hidráulicas, e uma cavalgada eloquente de correspondentes de jornais. Uma manhã avista-se Kandahar ou Ghasnat;- e num momento, é aniquilado, disperso no pó da planície o pobre exército afegão com as suas cimitarras de melodrama e as suas veneráveis colubrinas do modelo das que outrora fizeram fogo em Diu. Ghasnat está livre! Kandahar está livre!

Hurrah!
Faz-se imediatamente disto uma canção patriótica; e a façanha é por toda a Inglaterra popularizada numa estampa, em que se vê o general libertador e o general sitiado apertando-se a mão com veemência, no primeiro plano, entre cavalos empinados e granadeiros belos como Apolos, que expiram em atitude nobre! Foi assim em 1847; há-de ser assim em 1880.
No entanto, em desfiladeiro e monte, milhares de homens que, ou defendiam a pátria ou morriam pela "fronteira científica", lá ficam, pasto de corvos - o que não é, no Afeganistão, uma respeitável imagem de retórica: aí, são os corvos que nas cidades fazem a limpeza das ruas, comendo as imundices, e em campos de batalha purificam o ar, devorando os restos das derrotas.
E de tanto sangue, tanta agonia, tanto luto, que resta por fim? Uma canção patriótica, uma estampa idiota nas salas de jantar, mais tarde uma linha de prosa numa página de crónica...
Consoladora filosofia das guerras!
No entanto, a Inglaterra goza por algum tempo a "grande vitória do Afeganistão" - com a certeza de ter de recomeçar, daqui a dez anos ou quinze anos; porque nem pode conquistar e anexar um vasto reino, que é grande como a França, nem pode consentir, colados à sua ilharga, uns poucos de milhões de homens fanáticos, batalhadores e hostis.
A "política" portanto é debilitá-los periodicamente, com uma invasão arruinadora. São as fortes necessidades dum grande império.
Antes possuir apenas um quintalejo, com uma vaca para o leite e dois pés de alface para as merendas de verão..."
*Foi assim em 1847, foi assim em 1880. É assim em 2009. Alguém será capaz de traduzir estas páginas para Obama? O problema é outro: será que ele ou qualquer americano "controlado", entenderá o texto?*

QUERER É PODER
António d'Almeida

O MUNDO CHEIO DE BURACOS ERRADOS

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Meti-o no buraco errado
Um dos vídeos mais vistos actualmente com legendas em espanhol
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Clique e divirta-se

A LUSA NO BRASIL: ENCERRA SERVIÇO


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Os conteúdos da Lusa no Brasil eram tratados pela empresa Primapagina, de São Paulo, mas a agência portuguesa decidiu não renovar o contrato, sem qualquer explicação.
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Brasília - A agência de notícias portuguesa Lusa encerrou o seu serviço no Brasil. O site do serviço brasileiro da agência estatal mantinha-se até esta quarta-feira (6) na Web com notícias do dia 31 de dezembro de 2009, sem qualquer explicação aos internautas.

Os conteúdos da Lusa no Brasil eram tratados pela empresa Primapagina, de São Paulo. De acordo com fonte da empresa, responsável pelo site, a Lusa decidiu não renovar o contrato, sem qualquer explicação. "Deve ter sido uma decisão estratégica", disse fonte da Primapagina contatada pelo Portugal Digital.

Segundo informação obtida pelo Portugal Digital, os parceiros da Lusa no Brasil, a estatal Agência Brasil e o portal UOL, participado da Portugal Telecom, não foram informados da decisão.

A agência mantém no Brasil dois jornalistas brasileiros, como correspondentes em São Paulo e Brasíla.

O encerramento do serviço brasileiro acontece quase em simultâneo com declarações do ministro português dos Negócios Estrangeiros, Luís Amado, que, em recente entrevista ao jornal "Público", de Lisboa, defendeu a necessidade de Portugal "valorizar cada vez mais a relação com o Brasil" (ver notícia do Portugal Digital de 3 de janeiro 2010).

"Temos de valorizar cada vez mais, no eixo do Atlântico Sul, a relação com o Brasil e a relação com Angola. O futuro passa por valorizar muito o eixo Lisboa-Brasil, o eixo Lisboa-Washington e o eixo Lisboa-Luanda", afirmou o ministro na referida entrevista ao "Público".

O serviço brasileiro da Lusa foi inaugurado há dez anos com a abertura de uma Delegação em Brasília, chefiada por um jornalista português e integrada por uma equipe de jornalistas brasileiros, com o objetivo de desenvolver a circulação de informação entre os dois países e, simultaneamente, procurar viabilizar financeiramente a agência.

Dificuldades da administração da empresa e da sua diretoria de Informação, nomeadamente na definição de uma estratégia informativa adequada às realidades brasileiras, a par de interesses políticos, comerciais e pessoais, alheios ao projeto inicial, levaram ao encerramento da empresa na capital federal e à sua transferência para São Paulo.

Posteriormente, por iniciativa diplomática, foram feitas algumas tentativas para dar maior expressão ao serviço da Lusa no Brasil, que conduziram à sua terceirização, com entrega da gestão do site à empresa Primapagina, ao estabelecimento de um acordo de parceria com o provedor UOL e à revitalização de um acordo de cooperação, que já havia sido assinado por duas vezes, em anos anteriores, durante a presidência de Fernando Henrique Cardoso, com a agência estatal Brasil.

A entrega, há quatro anos, da gestão do site brasileiro da Lusa - que veiculava publicidade e significativo número de matérias noticiosas relativas a instituições do governo chinês - foi acompanhada pela “migração" para a Primapagina do site Macauhub, ligado ao governo da região administrativa chinesa de Macau e dirigido, na altura, por um jornalista da Lusa.

Até ao momento, a Lusa não divulgou qualquer informação sobre a interrupção ou encerramento do serviço Brasil.

A Agência Lusa é controlada a 50,14% pelo Estado português, tendo ainda vários grupos portugueses de mídia como acionistas de referência, entre os quais a Controlinveste, com 23,35%, e a Impresa, com 22,36%. Da Redação Portugal Digital

DUAS PITADAS DE RISO

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NÃO SE RIAM

> Um dos manifestantes (clientes do BPN) que percorrem as ruas de Lisboa a caminho do Palácio de Belém, quando abordado pelos jornalistas sobre o que poderia resultar do protesto, limitou-se a responder que "vamos cantar as janeiras...".

ATÉ DÁ PARA RIR!!!

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Capitalismo socialista

É o que dá colocarem um capitalista a chefiar um Partido Socialista

Um Orçamento com Incenso, Mirra mas sem ouro

Dia de Reis

AS SUAS NOTÍCIAS DE HOJE 07.01.10

Capa do Correio da ManhãCorreio da Manhã

Sharon Stone: Em ‘Lei e Ordem’
Porto: Fuga de gás em aquecedor
P. Ferreira Homem cai em lareira
“Explodiu como uma bomba” (COM VÍDEO)
Dupla em fuga atropela mulher polícia

Capa do PúblicoPúblico

Perdas auditivas e de memória em idosos são aviso para Alzheimer
“O casamento não foi criado num conselho de ministros”, diz Ribeiro e Castro
Lucílio Baptista ainda não foi ouvido sobre os incidentes no túnel da Luz
Gilberto Madail defende conselho de arbitragem "homogéneo"
Uso do véu islâmico integral divide PS francês

Capa do Diário de NotíciasDiário de Notícias

Assis: Liberdade de voto para pelo menos sete deputados
Médicos do Amadora-Sintra ainda são privilegiados nas carreiras
Pescador ferido durante a faina
PJ caça seguranças que extorquiam prostitutas
Portugal elege Maravilhas Naturais

Capa do Jornal de NotíciasJornal de Notícias

Petróleo: Barril de Brent sobe 0,52 dólares para 81,37 dólares
Évora/Água: Abastecimento deverá ficar normalizado às 08:30 - Protecção Civil Municipal
Meteo: Temperaturas mínimas descem em Portugal, mas frio é normal para época do ano - IM
EUA: Um em cada cinco detidos de Guantanamo libertados volta a pegar nas armas
Egipto: Sete mortos em ataque no final de celebração do Natal

Capa do ii

Fernando Rosas: "A República falhou no essencial: democratizar o país" - vídeo
Há cinco anos que despesa com remédios não crescia tanto
BCP Jardim Gonçalves recorre à Relação
Farmácias cobram por sms a dizer que serviço está indisponível
Lista negra denuncia adopção de cães para lutas ilegais

Capa do Diário EconómicoDiário Económico

Vodafone lança novos BlackBerry em Portugal com campanha promocional
António Saraiva vai hoje a votos para presidente da CIP até 2012
Novo ministro das Finanças japonês quer combater valorização do iene
Trabalhistas tentam golpe contra liderança de Gordon Brown
CDS propõe criação de equipas de negociação

Capa do Jornal NegóciosJornal Negócios

Governo não aumenta impostos sobre mais-valias na bolsa
Administração da Cimpor responde hoje à oferta da CSN
Sector da electrónica contraria subida da banca e do sector mineiro
As notícias em foco na edição de hoje, dia 7 de Janeiro, no Negócios
Fundos de emergentes lideraram ganhos

Capa do OjeOje

Barril de Brent sobe 0,52 dólares para 81,37 dólares
Cimpor pronuncia-se hoje sobre oferta da brasileira CSN
Bolsa de Tóquio encerra a perder 0,46%
Wall Street encerra sem rumo certo, aguardando pelos dados mensais do emprego
Agenda de 7 de Janeiro

Capa do DestakDestak

Dez empresas representam 95% do total da dívida das empresas públicas
Vieira da Silva espera travagem do crescimento do desemprego
Gilberto Madail e Hermínio Loureiro voltam a exigir a utilização de novas tecnologias
Petição pede voos a baixo preço para os Açores
Sindicatos entregam prenda simbólica ao governo civil em protesto contra desemprego

Capa do 24 Horas24 Horas


Capa do A BolaA Bola

Hugo Viana coloca-se às ordens de Domingos
«Doping manchou uma época de sucessos» - Artur Lopes
Swansea não negoceia Sousa
Dragão já começa a ficar sem tempo para o mercado
Rui Costa e Nuno Gomes outra vez juntos em campo

Capa do RecordRecord

Diamantino: «Parece-me que temos aqui bons reforços»
Requerimento para a Liga
Sílvio à espera de uma proposta de Alvalade
Reforços debaixo de olho
Só falta o passe para Pongolle poder jogar

Capa do O JogoO Jogo

Pepe regressa a Madrid para ser observado pelos médicos do Real
Taça do Rei: Recreativo vence At. Madrid por 3-0
Gilbert Arenas suspenso por ter armas no cacifo
Jermaine Beckford pediu para sair do Leeds
Roma: Claudio Ranieri ‘furioso’ com empate cedido ao Cagliari

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

CINEASTA ROMAN POLANSKY PODERÁ SER LIVRE E VOLTAR AOS ESTADOS UNIDOS

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7 de janeiro de 2010

Roman Polanski,
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Juiz considera "prescrita" a sentença
(Abdelhak Senna / AFP / Getty Imagem)
Roman Polanski pode ser livre até o final do mês

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O juiz Chris Ayres, em Los Angeles, recomendaria?
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Depois de três décadas no exílio, Roman Polanski poderia estar livre para retornar aos E.U., até o final do mês depois de um juiz informar que iria considerar a condenação do cineasta por um crime do sexo 1978 "prescrita".
The Times On LIne

NINGUÉM SEGURA OS "MARICONS" NO MÉXICO

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Gays mexicanos, em pé de guerra contra um apresentador de TV

CIDADE DO MÉXICO Atualizado - Quinta-feira, 07-01-10 às 06: 18
Os comentários homofóbicos do popular apresentador Televisa Esteban Arce estiveram em guerra com a comunidade gay no país, que apresentou uma queixa junto ao Conselho Nacional para Prevenir a Discriminação (CONAPRED).

"O que estamos fazendo é (incentivo) que as agressões homofóbicas se mata uma pessoa gay", disse quinta-feira Efe o ativista gay e jornalista Gabriel Gutierrez, que arquivou a queixa contra o comunicador de televisão.
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A questão controversa foi realizada em Dezembro e, desde então, a indignação aumentou, especialmente através de redes sociais, temperada pelo debate sobre a recente aprovação dos casamentos homossexuais no Distrito Federal.
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Arce levou a um terapeuta sexual em seu programa para falar sobre homossexualidade e interrompeu seu discurso, questionando a sua posição sobre a normalidade desta orientação sexual.
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"Um monte de degeneração e um monte de drogas", disse Arce sobre a questão de saber se a homossexualidade é uma escolha com qual de ter nascido ou adoptado voluntariamente, bem como para comentar com duplos sentidos e conotações sexuais.
"A natureza faz um homem, uma mulher, isso é normal, com filhos e se reproduzir, o que vem depois não é mais normal", disse ele abruptamente e o corte após a sexóloga.

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De acordo com fontes da comunidade gay, Marce depois negou ser homofóbico, reiterou suas posições, apelou para a sua liberdade de expressão e era indiferente às reações.

PRESIDENTE OBAMA NÃO GOSTOU DO ATREVIMENTO

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Obama modelo de publicidade em Times Square
A imagem de marca de roupas de inverno sem permissão do presidente foi colocada num painel numa zona de comércio do principal centro de Nova York
New York Times - Madrid -- 07/01/2010
Um enorme painel com a imagem, elegante, de Obama a anunciar uma marca de roupas de inverno foi colocado, um grande painel, na quarta-feira, no coração da Times Square, no coração, comercial, da cidade de Nova York.
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O problema é que o cartaz não tinha sido, previamente, autorizado pelo presidente e a Casa Branca e ficou furiosa.

A fotografia, foi adquirido na agência de notícias Associated Press, e tomada a imagem durante a recente visita de Obama à Grande Muralha (China) durante sua recente visita a países asiáticos.
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Nela, o presidente aparece com uma marca de coletes à prova de intempéries, o que levou a empresa a utilizar essa imagem para lançar uma nova campanha com o slogan "Um líder em grande estilo".
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O anúncio também foi visto ontem no site da agência, que promove o "Colete Obama".

Depois do anúncio, ser divulgado, a Casa Branca apressou-se esclarecer que o presidente não tinha dado permissão para usar a imagem dele e que ele teria pedido a retirada imediata da programação, porque, na sua opinião, a mensagem pode confundir os consumidores a acreditar que o presidente autorizou a campanha de publicidade quando a administração Obama tem consistentemente negado que a imagem do presidente não é usado para fins comerciais.

Falando ao jornal The New York Times, um porta-voz, da Casa Branca, reconheceu que a companhia também tentou publicar o anúncio em vários jornais, incluindo o próprio The New York Times,
Mas foi rejeitado por todas as publicações.
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P.S. Boa a ideia se em Portugal começasse a ser usada a publicidade, em grandes paineis, da roupa de José Sócrates e executada pelos mais célebres costureiros, para homens, americanos.

PRONTO ESTÁ A COISA "AMANHADA" - PATRÃO MANDA MARÇANOS OBEDECEM!

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Em nome do "São Rabicho" (padroeiro dos panilas) te enfio a aliança de amor "panascal".


Parlamento
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PS impõe disciplina de voto contra a adopção por casais gay
06.01.2010 - 18:23 Por Maria José Oliveira, Nuno Simas
(Público)

Está decidido e é tudo menos pacífico dentro da bancada do PS. Na sexta-feira, vai haver disciplina de voto na bancada socialista para os projectos do Bloco de Esquerda e do PEV que, além do casamento gay, prevêem a possibilidade de adopção.

À MARGEM: A saga continua.

A demência igual. Esta gente ( os poucos que nasceram) não tem culpa porque não se fizeram apareceram feitos.

Sou do tempo em que esta gente (por exemplo na cidade do Porto, onde fui criado) se contavam pelos dedos.

A cidade, na altura, que teria uns 350 nil habitantes.

Chacoteados e aproveitados pelos homens de princípios rascas para ganharem uns escudos que os "maricões" lhe ofereciam em troca de favores.

Raramente "engatavam" durante o dia, mas pela calada da noite.

No Porto e sem vergonha de mostrar aquilo que a natureza o dotou, era o "Carlinhos da Sé" que de calças justas no traseiro e cesta nos braços, lá ia vendendo umas cuecas e roupas interiores às raparigas das casas de tia da Rua da Bainharia, Travessa da Cadeia, Bonjardim e as da zona da Cordoaria.

O Carlinhos da Sé, voltou numa figura típica, da cidade do Porto e o privilégio de todas as revistas que de Lisboa se deslocavam para actuar no Sá da Bandeira, apreentavam a figura do Carlinhos da Sé.

A risada da plateia era geral!

Ninguém fazia mal ao Carlinhos da Sé, porque a sua língua era de tal ordem que faria corar um polícia.

Depois do 25 de de Abril de 1974, os maricões voltou numa praga em Portugal e até dá a impressão que voltou numa profissão.

Que se acomodem na mesma cama, porque o poderiam fazer no tempo da ditadura que a PIDE não os chatiava por isso...

Mas casar, legalmente, é imoral. Igualmente a adopção. Uma criança adoptada por um casal de "maricões" será desde logo traumatizada de criança e o trauma para o resto da vida.

A segregação começa desde logo na escola.

Os colegas dirão entre si: "olha aquele não tem mãe e é filho de "maricões".

José Martins

"UM GUIA DESAJEITADO", JOSÉ ZAPATERO NA PRESIDÊNCIA DA UE



"Um guia desajeitado: Espanha/Europa"
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O editorial do Financial Times descreveu como "extremamente brando" o programa de trabalho da Presidência espanhola
New York Times - Madrid -- 06/01/2010 .
"Extremamente brando".
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Esta é a forma como a publicação britânica Financial Times descreve o programa de trabalho proposto pelo primeiro-ministro da Espanha, José Luis Rodríguez Zapatero, para a Presidência espanhola da UE, em um editorial e a capacidade em questões de Zapatero para a liderança da Europa nos próximos seis meses.
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O editorial começou por recordar o início "infeliz" da presidência espanhola. Um hacker passou através dos sistemas de segurança do site oficial e pendurou um retrato de Mr. Bean (Senhor Feijão), o personagem interpretado pelo actor britânico Rowan Atkinson, um ataque que foi negado pelo Governo espanhol e que ele atribuiu a uma fotomontagem simples.
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Financial Times sugere que a escolha do hacker não foi acidental, porque Mr. Bean é conhecido por seus erros e erros. "E a Espanha parece propenso a acidentes no momento", acrescenta o release.
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Segundo Financial TimesEspanha, com uma batida "económica difícil pela recessão global e uma percentagem de desemprego perto de 20%" não é talvez o melhor guia para a Europa.
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Não é uma crítica direta a Espanha como um país, como o editorial valores das presidências com Felipe González e José María Aznar, mas contra Zapatero, a quem ele considera distraído por questões internas.
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O principal erro de Zapatero é, segundo a publicação britânica, concentrando-se a Presidência da UE na implementação do Tratado de Lisboa, uma vez que tenha entrado em vigor, em vez de resolver a crise económica.
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"O programa que Zapatero propôs é extremamente agradável, mesmo para os padrões da maioria das presidências lax europeus", disse Financial TimesQuem se queixa de que a Espanha vai cometer o erro típico da concentração de esforços sobre o funcionamento das instituições e não sobre os problemas reais dos cidadãos.
Tradução Google automática com pequena revisão.

CRIME NAS PRAIAS DE COSTA RICA

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A "Ganância" é o contributo destes miseráveis, para a preservação desta espécie ameaçada!

O mais grave é o mercado ilegal, que alimenta este negócio sujo.
É preciso denunciar este crime antes que seja tarde de mais!
VERGONHA MUNDIAL
NA COSTA RICA
FAVOR DIFUNDIR
ROUBAM OS OVOS DAS TARTARUGAS,
PARA VENDER.
REPASSEM SEM MODERAÇÃO, O PLANETA AGRADECE.
P.S. Enviado por um leitor deste blogue.

OS DEUSES TAMBÉM VOLTAM EM DEMÓNIOS...!!!

Padre português preso em Paris por pedofilia

O padre português Gaston Borges, responsável pela Pastoral dos Portugueses no departamento do Yonne, e pelas paróquias de St Antoine e de St. Mauricen, em Sens, perto de Paris, foi preso depois do Natal, sob acusação de pedofilia.

CRISE...!!! NENHUMA NOS BROCHES....

A crise não chegou a esta actividade

Não é caro....Não se pode dizer que seja caro...

Muito em conta!

CAI CHUVA (FORA DE ÉPOCA) EM BANGUECOQUE

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Algo deve estar a seguir mal no meio ambiente. Nunca (desde há mais de 30 trinta anos que vivo na Tailândia) dei conta da queda de chuva neste Reino. Várias áreas da cidade de Banguecoque foram molhadas com duas cargas de água nestes dias.
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Há momentos disse, o que teclo, a mulher e responde-me: "mais dia menos dia neva em Banguecoque...!!!
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Acredito que seja verdade.
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As chuvas na Tailândia, começam, pela época do Ano Novo em meados do mês de Abril e cessam fim do mês de Outubro.
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Os homens, pela ganância, estão a destruir o espaço onde vivem (o Mundo) e o das novas gerações.
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O diabolismo e o egoismo do homem continua imparável!
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Pensam neles e na era que vivem.
José Martins


MEMÓRIAS DE UM REPORTER,JORNALISTA, AMADOR

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Clique nas imagens para as ver no seu tamanho natural


Colhiam flores silvestres no campo. Guiava o carro, parei e quando deram por mim a fotografá-las, fugiram apavoradas, mas segurando, na mão, os dois ramitos de flores. O reporter, tendo pela frente imagens iguais a esta tem que saber controlar as emoções.
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Vão quase 15 anos (1995) Visitei o Mosteiro Thamkrabok, na província de Lopburi onde viviam 30 mil refugiados da etnia hmong. Parte dessa gente estava adictiva do ópio e além da desintoxicação, que era sujeita era, igualmente, refugiada.
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Pouco interessa aqui referir a razões porque ali se encontravam 30 mil almas, protegidas, dentro um templo budista.
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O Governo tailandês subsidiava a alimentação e assistência médica.
Não era fácil entrar no aldeiamento onde a população hmong se refugiava.
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Consegui a autorização e tirei imagens. Uma de outras que a lente da Nikon F3 focou, a que mais me impressionou foi a inserida acima.
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Outras, imagens, dramáticas, figuram nos meus arquivos onde se conta a visita ao Campo de Refugiados Cambogianos, na fronteira da Tailândia (1987) Camboja; depois em 1992 em Phnom Penh e ainda no mesmo ano em Manerplaw (na espessa floresta da Birmânia), no campo da resistência Karen que lutavam contra o regime da Birmânia imposto pela Junta Militar.
Jose Martins

NA HORA: PROTESTOS CONTRA O BPN

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Fonte: RTPi

GRÉCIA: CRISE FINANCEIRA

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"The Times" 6 de Janeiro de 2010

Mentiras "Economia Parasita" por trás da tragédia financeira grega
Bronwen Maddox
Hoje, em Atenas, funcionários da Comissão Europeia são definidos para iniciar debruçado sobre um novo projecto de três anos "estabilidade e crescimento" plano para a Grécia. Eles rejeitaram a versão antiga como a falta de endereço crise financeira do país, e querem um novo dentro de quinze dias para que eles possam dar a sua reacção antes da reunião do Ecofin de ministros das Finanças em 16 de Fevereiro.

Boa sorte para eles - e para o novo governo eleito em 4 de Outubro, com a tarefa de extrair a Grécia de quase a pior situação financeira na União Europeia e, pior, no prazo de 16 membros do bloco monetário da zona euro. O problema não é apenas uma tempestade local, mesmo que alguns elementos são indiscutivelmente grego. Isto levanta questões sobre se a zona do euro pode vingar se tropeça um membro, de saber se a Alemanha, acima de tudo, iria pagar a conta de emergência - e, se os mercados financeiros pode ter uma visão ainda mais duvidosos da dívida da Grã-Bretanha.

A resposta da Comissão foi um cepticismo cáustica. Então, tem essa dos mercados financeiros, nervoso que a Grécia não poderiam financiar sua dívida. A reafirmação altamente qualificados no mês passado, a Moody's, a agência de classificação de crédito, apenas ligeiramente composta por três desvalorizações de confiabilidade da Grécia.

O choque de datas logo após a eleição, quando George Papaconstantinou, o novo ministro das Finanças, disse que o Governo anterior havia subestimado o défice orçamental e que agora funcionou em 12,7 por cento do PIB. Essa diferença entre as receitas de impostos e gastos do governo é mais do que quatro vezes a União limite de 3 por cento. Em 2008, o déficit foi de apenas 3,7 por cento, em dados oficiais. Alguns analistas dizem que poderia ser agora mais de 13 por cento.

É verdade, o déficit é comparável à da Grã-Bretanha, como proporção da economia. Mas os mercados são muito mais nervosos com a capacidade da Grécia para reduzi-la - e, francamente, descrendo a afirmação do primeiro-ministro no mês passado que iria cortá-lo para 8,7 por cento este ano. A Grécia é um país muito pobre, e tem problemas especiais - nomeadamente a enorme economia de preto. George Papandreou, o primeiro-ministro, disse no mês passado que a Grécia era atormentado por evasão fiscal e estava operando uma economia de "parasita", drenando o erário público.

Enquanto isso, os poderosos sindicatos estão se preparando para bloquear a reforma tão necessária dos serviços públicos. O serviço adedy união civil podem greve no final deste mês em protesto contra os cortes propostos em um projeto de lei que o Parlamento aprovou pouco antes do Natal. Analistas apontam, em contraste com a Irlanda, onde os políticos, muitos de uma geração mais velha, e seu povo, parecem ter aceite a necessidade de grandes cortes.

Se a Grécia não se pode limitar o seu orçamento, e as dúvidas sobre sua capacidade de financiar sua dívida cresce, ela pode contar com o Banco Central Europeu para sustentá-lo acima? Angela Merkel, o chanceler alemão, que teria que concordar em pagar a maior parte do projeto de lei, tem implicado, sim, no mês passado dizendo que "todos temos uma responsabilidade comum". Mas, Ewald Nowotny, membro do Conselho de Governadores do BCE, declarou o oposto - observando o "bail-out" princípio nos tratados da UE.

Até que o Governo grego mostra que ele pode cumprir as suas promessas, eles permanecerão incrível, com a razão.
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