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Em nome do "São Rabicho" (padroeiro dos panilas) te enfio a aliança de amor "panascal".
Parlamento
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PS impõe disciplina de voto contra a adopção por casais gay
06.01.2010 - 18:23 Por Maria José Oliveira, Nuno Simas (Público)
Está decidido e é tudo menos pacífico dentro da bancada do PS. Na sexta-feira, vai haver disciplina de voto na bancada socialista para os projectos do Bloco de Esquerda e do PEV que, além do casamento gay, prevêem a possibilidade de adopção.
À MARGEM: A saga continua.
A demência igual. Esta gente ( os poucos que nasceram) não tem culpa porque não se fizeram apareceram feitos.
Sou do tempo em que esta gente (por exemplo na cidade do Porto, onde fui criado) se contavam pelos dedos.
A cidade, na altura, que teria uns 350 nil habitantes.
Chacoteados e aproveitados pelos homens de princípios rascas para ganharem uns escudos que os "maricões" lhe ofereciam em troca de favores.
Raramente "engatavam" durante o dia, mas pela calada da noite.
No Porto e sem vergonha de mostrar aquilo que a natureza o dotou, era o "Carlinhos da Sé" que de calças justas no traseiro e cesta nos braços, lá ia vendendo umas cuecas e roupas interiores às raparigas das casas de tia da Rua da Bainharia, Travessa da Cadeia, Bonjardim e as da zona da Cordoaria.
O Carlinhos da Sé, voltou numa figura típica, da cidade do Porto e o privilégio de todas as revistas que de Lisboa se deslocavam para actuar no Sá da Bandeira, apreentavam a figura do Carlinhos da Sé.
A risada da plateia era geral!
Ninguém fazia mal ao Carlinhos da Sé, porque a sua língua era de tal ordem que faria corar um polícia.
Depois do 25 de de Abril de 1974, os maricões voltou numa praga em Portugal e até dá a impressão que voltou numa profissão.
Que se acomodem na mesma cama, porque o poderiam fazer no tempo da ditadura que a PIDE não os chatiava por isso...
Mas casar, legalmente, é imoral. Igualmente a adopção. Uma criança adoptada por um casal de "maricões" será desde logo traumatizada de criança e o trauma para o resto da vida.
A segregação começa desde logo na escola.
Os colegas dirão entre si: "olha aquele não tem mãe e é filho de "maricões".
José Martins