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Somos aquilo que sempre hajamos sido. Não mudaremos mesmo com o ladrar dos cães.
sexta-feira, 27 de setembro de 2013
As capas dos jornais e as principais notícias de Sábado, 28 de Setembro de 2013.
POLÍTICOS DUPLICAM O VALOR DA SUA REFORMA AOS 60 ANOS
A POCILGA
Será
possível?...
Há qualquer pormenor que me escapa. Se todos os direitos podem ser alterados... não
entendo. Quem pode clarificar este assunto?
POLÍTICOS
DUPLICAM O VALOR DA SUA REFORMA AOS 60 ANOS
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Até me dá vómitos... cambada de
ladroagem, dos prostíbulos da politica!
ESTÁ NA HORA DE ACORDAR... E VARRER TANTOS PROSTITUTOS, CORRUTOS E INCOMPETENTES.....MEU POBRE PAÍS ...!! ATÉ QUANDO A MANSIDÃO DO POVO PORTUGUÊS TOLERA ESTA INFAME CARGA ..??
ESTÁ NA HORA DE ACORDAR... E VARRER TANTOS PROSTITUTOS, CORRUTOS E INCOMPETENTES.....MEU POBRE PAÍS ...!! ATÉ QUANDO A MANSIDÃO DO POVO PORTUGUÊS TOLERA ESTA INFAME CARGA ..??
DIVULGUE PARA QUE TODOS OS PORTUGUESES SAIBAM .E AVALIEM TANTA FALTA DE VERGONHA E ROUBALHEIRA ..!
PARTILHA....por
favor!!
SABIA QUE OS POLÍTICOS DUPLICAM O VALOR DA SUA REFORMA AOS 60 ANOS?
PODEM
REFORMAR-SE MUITO CEDO, E AOS 60 ANOS DUPLICAM...
>
ESTES RATOS QUE NOS GOVERNAM....
SUBVENÇÃO VITALÍCIA, DOS POLÍTICOS, DUPLICA AOS 60 ANOS.
"Lei prevê aumento de 100% no valor da subvenção vitalícia, quando o
político beneficiado chegar aos 60 anos."
fonte
ARTIGO COMPLETO:
http://apodrecetuga.blogspot.
SUBVENÇÃO VITALÍCIA, DOS POLÍTICOS, DUPLICA AOS
60 ANOS.
"Lei
prevê aumento de 100% no valor da subvenção vitalícia, quando o político
beneficiado chegar aos 60 anos." fonte
Temos que aguentar e sustentar estes luxos que descaradamente afrontam os
interesses do povo e da nação. Benesses obtidas por leis, leis que servem cada
vez mais os interesses dos políticos, ávidos de dinheiro e poder.
Agora já
são milhões de euros, e duplicará!!!
"Mais
de 400 ex-políticos de todos os quadrantes, à excepção do BE, ainda beneficiam
desta benesse que foi revogada em 2005 pelo PS.
A possibilidade de se acumularem subvenções vitalícias com vencimentos no sector privado faz com que gestores de topo beneficiem ainda daquela benesse. Casos de Jorge Coelho, Manuel Dias Loureiro, Armando Vara ou Ângelo Correia. .
Já Dias Loureiro, gestor de fundos de investimento - e ex-administrador da Sociedade Lusa de Negócios, holding do BPN -, recebe 1700 euros, sendo que, conforme disse ao DN, não tenciona prescindir a não ser que a lei o obrigue. "Nunca pensei nisso", disse. fonte
Sócrates criou lei para beneficiar e proteger
políticos. fonte
"Os
portugueses, têm de ganhar consciência que esta canalha de gente nos
destruirá. Dizimar-nos é o objectivo central do grande capital financeiro.
Fá-lo-ão de qualquer maneira, sabedores que são, que o seu sistema político não
lhes resolve o problema de enriquecimento ilícito ao mesmo tempo acompanhado de
algum bem-estar social de décadas atrás. O capitalismo tem como meta a
atingir a dominação dos povos e reduzi-los a uma nova forma de
escravatura."
Poderá
também gostar de:
ARTIGO COMPLETO: http://apodrecetuga.blogspot.com/2011/10/subvencao-vitalicia-duplica-aos-60-anos.html#ixzz2g9sxLa3v
KAOS:Onde está o Wallyveira e Costa?
Isto
só pode ser piada. A policia quis ir entregar um papel qualquer do
tribunal ao Oliveira e Costa e não sabem onde está. LOL.
Então o homem
que fez a maior fraude de sempre em Portugal, que está em prisão
domiciliária porque está muito doente, tem pulseira electrónica, tem um
batalhão de advogados e não o encontram?
Hoje parece que já dizem que
está em casa mas não abre a porta. Só pode mesmo ser brincadeira, mas
vou dar aqui cinco sugestões para resolver o problema. A primeira é que
lhe metam o papel no correio e se não comparecer o julguem à revelia, a
segunda que entreguem a intimação aos seus advogados, a terceira que a
entreguem ao Cavaco Silva, ou Pires de Lima, ou ao Dias Loureiro que são
grandes amigos e compinchas.
A quarta é que arrobem a porta e a
entreguem pessoalmente e para acabar a quinta que é a de lhe entrar pela
casa dentro e o atirarem para um calabouço onde não possa não abrir a
porta ou fugir.
Que
justiça é esta que um treinador que dá uma palmada no braço de um
policia se arrisca a apanhar 4 anos de cadeia e quem rouba milhares de
milhões, quem condena um país à miséria e o entrega aos grandes
interesses das máfias financeiras internacionais está em casa e se dá ao
luxo de não abrir a porta.
Arrombem-na e atirem-no para o poço mais
fundo que encontrarem. E já agora, para ele não se sentir sozinho,
atirem para lá também toda a corja que o serviu e se serviu do dinheiro
do BPN. O buraco tem é de ser grande para caberem todos e não haver
perigo de nenhum rastejar de lá para fora.
"CORRER O FADO" UM ENORME ESPECTÁCULO EXIBIDO EM BANGUECOQUE
Sala, palavra deixada pelos portugueses na Tailândia, no "Thailand Cultural Centre.
A companhia portuguesa " Quorum Ballet" actuou, no principio da noite de 25 do corrente, no "15º Festival Internacional de Dança e Música" no Thailand Cultural Centre, na capital tailandesa, com espectáculo, deslumbrante "Correr o Fado".
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Cerca de 1.400 pessoas, das quais 300 eram estudantes do ensino secundário e cinquenta do universitário admirou um evento de grande qualidade, rara beleza e no final, aplaudiu, demoradamente, a actuação, primorosa, do grupo de bailarinos.
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Parte da comunidade portuguesa, residente na Tailândia, esteve presente.
Seguem imagens,algumas, de fraca qualidade dado as condições impostas, tivemos de estar distante do palco onde decorria o espectáculo.
.
Designamos ao fundo das imagens a história do fado, em Portugal de que do folheto do céguinho, das tabernas, da ralé e da "faca e alguidar" se internacionalizou.Recomendamos aos que nunca assitiram ao "Correr o Fado" desde que tenham oportunidade a não percam.
Ainda
as cadeiras, da plateia do "Thailand Cultural Centre" ainda não estavam
na sua totalidade preenchidas de público, de luzes acesas, surgiu a
cantora Joana Melo de voz forte e timbrada.
No
palco os primeiros movimentos, coreográficos, dos bailarinos Daniel
Cardoso (director artístico) Theresa da Silva C., Filipe Narciso, Elson
Ferreira, Inês Godinho, Mathilde Gilhet, Gonçalo Andrade, Inês Pedruco e
sob a esplendorosa encenação
No
palco do auditório do "Thailand Cultural Centre" está a ser
representado "Correr o Fado", a mais representativa forma de expressão
da cultura tradicional portuguesa....
....Numa
multiplicidade de movimentos, sons, sensações e sentimentos, os
bailarinos transmitem-nos com a sua arte, beleza e sensibilidade, tudo o
que os nossos sentidos percebem e o nossos coração aprende....
Desmistifica-se a conotação saudosista e melancólica que o Fado carrega consigo...
Joana
de Melo depois de cantar na plateia passa para o palco onde a sua voz,
acompanhada pelas violas e guitarra, portuguesa, transmite o ritmo aos
bailarinos. " A
partir de agora, o fado não é apenas a canção de Severa, de Marceneiro,
de Amália, de Carlos do Carmo, de Canamé, de Mariza, de Ana Moura, de
Carminho e de tantos outros fadistas - é sim um tesouro do mundo.....
Luis
Guerreiro, André Santos e Max Ciuro, dedilham as cordas de seus
instrumentos para o acompanhamento da fadista Joana de Melo..... Fado:
Um tesouro que fala de Portugal, da sua cultura, da sua língua, dos seus
poetas, mas que também tem muito de universal nos entimentos que evoca a
dor, o ciúme, a solidão e o amor" (Público 27 Nov. 2012)
Fado:
nascido nos contextos populares da Lisboa oitocentista. o Fado
encontrava-se presente nos momentos de convívio e lazer. Manifestando-se
de forma espontânea, a sua execução decorria dentro ou fora de portas,
nas hortas, nas esperas de touros, nos retiros, nas ruas e vielas, nas
tabernas, cafés de camareiras e casas de meia porta.....
.....
Evocando temas de emergência urbana, cantando a narrativa do
quotidiano, o fado encontra-se, numa primeira fase, vincadamente
associado a contextos sociais pautados pela marginalidade frequentados
por prostitutas, faias, marujos, boleeiros e marialvas. (...) Esta
associação do fado às esferas marginais da sociedade ditar-lhe-ia uma
vincada rejeição pela parte da intectualidade portuguesa.
Alargando-se
o campo de apropriação do fado a partir do último quartel do séc. XIX,
corresponde a esta época a estabilização formal da forma poética da
"décima", quadra glosada em quatro estrofes de dez versos cada, aquela
em torno da qual se estruturaria o Fado para mais tarde se desenvolver
em torno de outras variantes.....
....Será
também neste período que a guitarra, ao longo do século XIX
progressivamente difundida dos centros urbanos para as zonas rurais do
país, se definirá na sua componente específica de acompanhamento do
fado.
Com
(...) a implementação da censura prévia sobre espectáculos públicos
(...) tenderia a ritualizar-se a audição de fados, numa casa de fados,
locais que iriam sobretudo concentrar-se nos bairros históricos da
cidade, com maior incidência no Bairro Alto, sobretudo a partir dos anos
30....
....Estas
transformações na produção do fado irão necessariamente afastá-lo do
campo do improviso, perdendo-se alguma da diversidade dos seus contextos
performativos de orígem e. por outro lado, obrigar à especialização de
intérpretes, autores e músicos.
....Usufruindo
desde o último quartel do século XIX da divulgação nos palcos do Teatro
de Revista e, a partir das primeiras décadas do século XX, da promoção
de uma imprensa especializada, mediatizando-se progressivamente na
Rádio, no Cinema e na Televisão, o fado conhece uma franca vitalidade no
período compreendido entre as décadas de 1940 e 1960,....
.....muitas
vezes designada de "anos de ouro", surgindo em 1953 o concurso da
Grande Noite do Fado que se realizará anualmente até aos nossos dias.
Se
a simplicidade da estrutura melódica do Fado valoriza a interpretação
da voz, ela sublima também os repertórios cantados. Com forte pendor
evocativo, a poesia do fado à comunhão entre intérprete, músicos e
ouvintes....
....Em
quadras ou quadras glosadas, quintilhas, sextilhas, decassílabos e
alexandrinos, esta poesia popular evoca os temas ligados ao amor. à
sorte e aos destino individual, à narrativa do quotidiano da cidade.
Sensível às injustiças sociais, revestiu-se inúmeras vezes, de um
vincado carácter de intervenção...
....Se
as primeiras letras de Fado eram, na sua maioria, anónimas,
sucessivamente trasmitidas pela tradição oral, esta situação
inverter-se-ia definitivamente a partir de meados da década de 20, época
em que surge uma pléiade de poetas. (...) A partir dos anos, 50 do
século XX o fado cruzar-se-á definitivamente com a poesia erudita na voz
de Amália Rodrigues. (...)
A
divulgação internacional do Fado começara já a esboçar-se a partir de
meados da década 30, em direcção ao continente africano e ao Brasil.
(...) Seria, porém, a partir da década de 1950 que a internacionalização
do Fado se consolizar. (...)
Nos
anos 90 o fado consagrar-se-ia, definitivamente, nos círculos da World
Music Internacional como Misia e Cristina Branco, respectivamente no
círculo francês e na Holanda.Também nos anos 90, um outro nome que se
destaca no panorama do fado é Canamé, com grande consagração.....
.....Desde
a década de 90 e já no dealbar do século surge uma nova geração de
talentosos interpretes, como Mafalda Arnauth, Katia Guerreiro, Maria Ana
Bobone, Joana Amendoeira, Ana Moura, Ana Sofia Varela, Pedro Moutinho,
Helder Moutinho, Gonçalo Salgueiro, António Zambujo, Miguel Capucho,
Rodrigo Costa Félix, Patrícia Rodrigues, ou Raquel Tavares....
....No
círculo internacional porém, Mariza assume protagonismo absoluto,
desenhando um percurso fulgurante ao longo doa qual tem legitimamente
colhido sucessivos prémios na categoria de World Music.
Depois
da história do fado, aproveitamos excertos de uma entrevista que Daniel
Cardoso deu ao "Bangkok Post" de Banguecoque: "este ano, uma
combinação dos dois, como um trabalho do Quorum Ballet "Correr o Fado"
não é apenas inspirado pelo fado, mas também contou com fado ao vivo
cantado por Joana Melo.
Daniel
Cardoso continuou: "O tipo de bailarinos que eu gosto de trabalhar
terão de ser extremamente versáteis. Necessitam de ter uma forte base
técnica e o mais importante, terem uma boa qualidade de movimentos....
....
Meu trabalho é extremamente físico para que todos bailarinos terão de
estar em forma. Serem capazes de trabalhar e aprender as diversas
formas, exigentes, coreográficas, rapidamente é outra grande vantagem."
Numa entrevista à revista "Dança Europa", Cardoso disse que ele tido, realmente, a sorte de trabalhar com as pessoas certas.
E
mais adiante na continuação da entrevista Daniel Cardoso: a ideia de
misturar dança contemporânea com fado em "Correr o Fado", desejava um
desempenho que foi inspirado pela nossa cultura e os muitos aspectos de
ser Português - e não haveria nada melhor do que trabalhar com música
Fado de que foi um grande desafio. Não é fácil trabalhar com música
tradicional em uma linguagem de dança contemporânea.
Cardoso
também explicou à revista "Dança Europa" que suas obras vão tomando o
ambiente e aparecem coladas à dança. Outro aspecto interessante de
"Correr o Fado" é como a água volta uma parte integrante da produção.
Para trabalhar com água no palco é outros desafio....
....Nós
tivemos que encontrar soluções técnicas para ter água e luz,
trabalhando em conjunto, durante o espectáculo e o resultado é
visualmente muito forte. Água não foi escolhida pelo facto de seus belos
efeitos visuais, mas porque ela é uma parte muito importante da nossa
história.
"Mais
de metade do nosso país é cercado pelo mar. O mar foi o que fez
Portugal conhecer o mundo durante a Era dos Descobrimentos, quando os
navegadores portugueses encontraram o caminho da Europa para o Brasil e
Índia. O povo Português, hoje em dia, tem uma ligação muito forte com o
mar e com a sua costa marítima.
Cardoso
observa que "Correr o Fado" foi um grande sucesso em Portugal, bem como
na China, Espanha, Dinamarca, Sérvia, Equador e Holanda entre outros
lugares.....
.....
A reacção do público e da imprensa tem sido muito boa, por vezes
superando nossas expectativas e isso aconteceu, ao que nós damos conta
no "Thailand Cultural Centre" onde o público, de pé, aplaudiu, ao fim do
espectáculo, com entusiasmo a actuação do ´Quorum Ballet".
Poema
de David Mourão Ferreira: "A gelada solidão/Que tu me dás, coração/Não é
vida, não é morte/É lucidez, desatino/Sem poder mudar-lhe a sorte..."
E
Esmeraldo Sampaio numa desgarrada: "Acabou a desgarrada/Mas que grande
pintarola/Uma salva de palmas para o guitarra/ Outra para o viola!"
Terminou uma noite inesquível de fado bailado pelo "Quorum Ballet" que ficará, para sempre na memória dos a que ele assistiram.
Embaixador Luis Barreira de Sousa
subiu ao palco, felicitou todos os artistas e entregou um ramo de flores
à cantora Joana de Melo.
Barreira de Sousa entrega flores à bailarina Theresa da Silva.
Os artistas, ouvem, demorados aplausos da plateia. Aconteceu uma noite portuguesa concerteza!
E
o público retira-se da plateia, visivelmente satisfeito, depois de
assistir a um excelente espectáculo, português "Correr o Fado".
Na
imagem esquerda para a direita: Philip Moris (CEO na Tailândia)
embaixador de Portugal na Tailândia, Luis Barreira de Sousa, JS Uberoi
(Presidente do Festival de Banguecoque, Música e Dança) e Embaixador da
Índia, na Tailândia, Anil Wadhawa.
Alguns
convidados, da comunidade portuguesa residente em Banguecoque, do
embaixador Luis Barreira de Sousa: José Manuel Pinto dos Reis da Quina,
Teresa Nunes de Matos, Manuel Campos,Rui Belo (lado direito) e um seu
cunhado.
Numerosas
pessoas vão chegando ao auditório principal do "Thailand Cultural
Centre" para assistir ao "Correr o Fado". Mais pessoas chegariam se não
tivesse chovido, abundantemente, ao fim da tarde, na cidade de
Banguecoque.
P.S. Parte das informações foram extraídas da monografia, apresentativa, da companhia "Quorum Ballet"
P.S. Parte das informações foram extraídas da monografia, apresentativa, da companhia "Quorum Ballet"























