Somos aquilo que sempre hajamos sido. Não mudaremos mesmo com o ladrar dos cães.
segunda-feira, 14 de outubro de 2013
PAULO BENTO - MAIS UM ARTISTA
Segundo
ouvimos na RTPi, esta manhã, o artista, chapado acima na imagem ganha
anualmente um milhão e meio de euros o que dividido por doze dá a módica
quantia de 125 mil euros por mês. E tirando a coisa mais por miúdo
quando o Paulo (artista) se levanta da cama, quer faça chuva bom ou mau
tempo já ganhou 10.416 euros!!!... E se a equipa portuguesa não for ao
Brasil (oxalá que não!) o Paulo está-se nas tintas porque o "cacau" já
lhe canta nos bolsos. A máfia futebolística e está tudo dito!
OS NOSSOS MAIS ILUSTRES "MANGUELAS"
11 de Outubro de 2013
SUBVENÇÕES VITALÍCIAS
Por:
Fernando Tavares
Pensões dos políticos custam 80 milhões de euros em 10
anos
Último relatório da CGA mostra que Estado gastou mais 3,5
milhões de euros com 383 deputados do que com os 22 311 pensionistas que ganham
até 217 euros. Gastos com este "privilégio" têm aumentado todos os
anos. Em 2011, regista-se valor mais elevado de sempre com este tipo de reformas:
9,1 milhões de euros.
Enquanto um funcionário público trabalha em média 30 anos
para ter acesso à reforma, os políticos que até 2005 estiveram oito ou doze
anos no cargo ganharam direito a uma pensão para toda a vida.
São
precisamente essas subvenções vitalícias que vão custar quase 80 milhões
de euros numa década, contando já com o valor recorde de 9,1 milhões de euros
que sairão este ano dos cofres do Estado. Apesar de este regime ter sido
revogado há seis anos, o número não pára de aumentar e relativamente a 2010 os
gastos com este tipo de pensões vai subir 4,2%.
Na última década, a despesa subiu todos anos, gastando-se já mais 33% com
pensões vitalícias do que há dez anos. A tendência é para que o número continue
a disparar, pois os políticos que em 2005 já tinham conquistado o direito de
beneficiar de tal regime (ou seja, já exerciam funções há doze anos ou mais)
podem ainda solicitar este "privilégio".
Ainda no último mês, o
deputado e dirigente do PS José Lello viu ser-lhe atribuída uma pensão na ordem
dos 2 234 euros por mês.
No rol de políticos que podem usufruir de pensões vitalícias estão não só
deputados, mas também os chamados "dinossauros autárquicos". Quando
as subvenções acabaram, havia mais de 117 presidentes de câmara com direito a
esta subvenção, sendo que muitos ainda não a pediram.
A curva crescente dos beneficiários deste regime é comprovada pelos números: em
2002 eram 315 e agora rondam os 400 (397, em 2010).
Fazendo as contas, constata-se que o custo com as pensões dos políticos é
superior ao total dos beneficiários das pensões mínimas. Em 2009, com as
reformas de 383 deputados foram gastos mais 3,5 milhões de euros (um total de
8,5 milhões de euros) do que com os 22 311 pensionistas que ocupavam o então
escalão mais baixo de reforma (até 227, 39 euros). Os dados constam do último
relatório da Caixa Geral de Aposentações, aprovado em Maio de 2010.
A lista de pensões vitalícias inclui personalidades como o presidente do PS,
Almeida Santos, e os ex-presidentes do PSD Manuela Ferreira Leite e Pedro Santana
Lopes. Os candidatos presidenciais Cavaco Silva e Manuel Alegre também constam
da lista, embora o actual Presidente tenha abdicado de receber a subvenção
enquanto ocupa o cargo máximo da Nação.
Mais do que as subvenções vitalícias (cuja média da subvenção anda entre os
dois mil e os três mil euros) são outros cargos públicos que fazem, por
exemplo, alguns ex-ministros surgirem no topo das maiores reformas. O
ex-ministro das Finanças Eduardo Catroga recebe da CGA 9693 euros mensais por
ter sido professor universitário, mais do que as também generosas subvenções do
ex-ministro da Saúde de José Sócrates, Correia de Campos (5524 euros), e de
Luís Filipe Pereira (5 663 euros), que comandou a pasta da Saúde nos executivos
de Durão Barroso e Santana Lopes. Também do Governo Santana foi Daniel
Sanches que se reformou da Procuradoria-Geral da República com uma pensão
mensal de 7316 euros.
Muitas vezes as reformas dos políticos apresentam valores mais elevados pois estes acumulam as subvenções vitalícias com outras
pensões que recebem de organismos públicos e privados.
As subvenções vitalícias foram estabelecidas por uma lei de 1985, que permitia
aos deputados com oito anos de serviço político obterem uma subvenção mensal
para toda a vida. Mais tarde, em 1995, o tempo foi aumentado para 12 anos. De
qualquer forma, tanto o primeiro-ministro, José Sócrates como o líder do PSD,
Pedro Passos Coelho, têm direito a este privilégio. O socialista nunca a pediu
e o social-democrata disse mesmo publicamente que recusava a subvenção. Ou
seja: nunca a irá solicitar.
Em Outubro de 2005, a lei foi definitivamente revogada, embora tenha ficado
salvaguardado que - os que até ali tinham direito à subvenção - ainda a podem
solicitar. Daí que os encargos do Estado com este tipo de reformas não pare de
aumentar de ano para ano, não se sabendo ao certo em que valor irá parar
por Rui Pedro Antunes
Como esta afronta ao povo português, que tem sofrido na pele os efeitos do "FARTAR VILANAGEM"de toda a classe política do pós 25 de Abril, não tardaram a fazer uma LEI para esconder do povo este escândalo!
( reparem na lata destes bandalhos...!)
Fique-se a saber que todos os
restantes salários pagos pelo Estado, são de conhecimento público via
Diário da República, só estas benesses são «sensíveis por relativas à vida privada»!
É preciso não ter pudor nenhum!
Privilégios a políticos, subvenções vitalícias e outras
regalias passam a ser sigilosas
Na altura a Assembleia da República baseou-se num
parecer da Comissão Nacional de Protecção de Dados que determinava que por
“motivos de segurança do estado, defesa, e outros interesses públicos”, estes
eram “dados pessoais (até sensíveis, por relativos à vida privada), não
públicos, constantes de documentos normativos”.
PS- Estes valores são referentes ao ano 2011
A História não esquece e não perdoa
Opinião
Por Alberto Pinto Nogueira
27/09/2013 - 09:32
Teve o colaboracionismo dos traidores domésticos. O costume. Miguel de Vasconcelos foi expoente. Povo oprimido,
escravizado. Impostos e mais impostos.
Em 1640, o Povo revoltou-se, farto de rei e exploração estrangeiros. Sitiado de impostos. Miguel de Vasconcelos defenestrado. O jugo durou 60 anos. A Casa de Bragança legitimou o novo poder político. Regressou a gerência doméstica.
Mais duzentos anos de História se passaram.
Portugal titubeava entre a “velha aliada” (?!), a Inglaterra, e o império francês. Em 1801, Carlos IV de Espanha e a França tramam em Madrid a sua invasão. Napoleão, insaciável de império, cozinhava a conquista de Portugal. Em Outubro de 1807, a corte portuguesa, com centenas de embarcações e navios de guerra, fez-se ao Atlântico. Assentou praça no Brasil.
Junot, general gaulês, desceu de França no dia seguinte, assaltou o reino até Lisboa. A bota cardada da França dominou uns quatro anos. Assassinatos, massacres, saques, roubos, pilhagens, violações. Um festim. Impostos. A mando do Imperador, Junot assina um decreto: 100 milhões de francos a cobrar. No regresso, o poder imperial leva tudo, santos das igrejas, seus olhos de pedras preciosas. Um sacrilégio.
A Inglaterra, “velha aliada”, como tal, mandou Wellington afrontar os galos. Foi conde, marquês e duque. Tem direito a uma estátua, na entrada do Hospital de Santo António, no Porto. Sucedeu-lhe um facínora, o marechal-general William Beresford. Estiveram cá dez anos. Mais execuções sumárias, massacres, roubos, pilhagens. Impostos. Como aliados (?), não largavam o poder de Lisboa e arredores. A Ilha tomou o lugar da Gália na opressão. D. João VI, I do Brasil, regressa. Instaura-se um regime de monarquia constitucional.
Duzentos anos depois, a História repete-se. É fado.
O país é colónia da Europa que impõe leis, regras, procedimentos, previsões orçamentais. O Ministério das Finanças é de Berlim. O orgulho de ser português definha. Emigra-se a conselho do Governo. O Povo é tratado sem honra e dignidade. Como caloteiro relapso.
O Terreiro do Paço faz de oficial de diligências. Assina de cruz a sentença condenatória do tribunal criminal de Berlim. Uma fatalidade a que é alheio. O anterior e os anteriores do anterior também. A responsabilidade criminal é do Povo. Cumpre a pena de austeridade. O Orçamento do Estado é um código penal de penas parcelares. Renega a irretroactividade da lei penal, consagra o cúmulo material das penas. Há sempre mais um corte no salário, pensão, emprego (pena), a adicionar a outro corte (mais pena). O plenário da troika decide, o Governo executa. Se fala ou espirra, sai imposto, corte, desemprego.
Cumpre ordens do invasor. Faz de Miguel de Vasconcelos.
Não fica sempre o traidor. A História não esquece. E não perdoa!
“Felizmente há luar”
Procurador-Geral-Adjunto
Em 1640, o Povo revoltou-se, farto de rei e exploração estrangeiros. Sitiado de impostos. Miguel de Vasconcelos defenestrado. O jugo durou 60 anos. A Casa de Bragança legitimou o novo poder político. Regressou a gerência doméstica.
Mais duzentos anos de História se passaram.
Portugal titubeava entre a “velha aliada” (?!), a Inglaterra, e o império francês. Em 1801, Carlos IV de Espanha e a França tramam em Madrid a sua invasão. Napoleão, insaciável de império, cozinhava a conquista de Portugal. Em Outubro de 1807, a corte portuguesa, com centenas de embarcações e navios de guerra, fez-se ao Atlântico. Assentou praça no Brasil.
Junot, general gaulês, desceu de França no dia seguinte, assaltou o reino até Lisboa. A bota cardada da França dominou uns quatro anos. Assassinatos, massacres, saques, roubos, pilhagens, violações. Um festim. Impostos. A mando do Imperador, Junot assina um decreto: 100 milhões de francos a cobrar. No regresso, o poder imperial leva tudo, santos das igrejas, seus olhos de pedras preciosas. Um sacrilégio.
A Inglaterra, “velha aliada”, como tal, mandou Wellington afrontar os galos. Foi conde, marquês e duque. Tem direito a uma estátua, na entrada do Hospital de Santo António, no Porto. Sucedeu-lhe um facínora, o marechal-general William Beresford. Estiveram cá dez anos. Mais execuções sumárias, massacres, roubos, pilhagens. Impostos. Como aliados (?), não largavam o poder de Lisboa e arredores. A Ilha tomou o lugar da Gália na opressão. D. João VI, I do Brasil, regressa. Instaura-se um regime de monarquia constitucional.
Duzentos anos depois, a História repete-se. É fado.
O país é colónia da Europa que impõe leis, regras, procedimentos, previsões orçamentais. O Ministério das Finanças é de Berlim. O orgulho de ser português definha. Emigra-se a conselho do Governo. O Povo é tratado sem honra e dignidade. Como caloteiro relapso.
O Terreiro do Paço faz de oficial de diligências. Assina de cruz a sentença condenatória do tribunal criminal de Berlim. Uma fatalidade a que é alheio. O anterior e os anteriores do anterior também. A responsabilidade criminal é do Povo. Cumpre a pena de austeridade. O Orçamento do Estado é um código penal de penas parcelares. Renega a irretroactividade da lei penal, consagra o cúmulo material das penas. Há sempre mais um corte no salário, pensão, emprego (pena), a adicionar a outro corte (mais pena). O plenário da troika decide, o Governo executa. Se fala ou espirra, sai imposto, corte, desemprego.
Cumpre ordens do invasor. Faz de Miguel de Vasconcelos.
Não fica sempre o traidor. A História não esquece. E não perdoa!
“Felizmente há luar”
Procurador-Geral-Adjunto


























