Somos aquilo que sempre hajamos sido. Não mudaremos mesmo com o ladrar dos cães.
terça-feira, 5 de novembro de 2013
"A BELA E O BODE VELHO"
Pinto da Costa leva Fernanda para a Rússia A Ferver:
05.11 - 11h
Por: Nelson Rodrigues / Igor Gonçalves
Mais apaixonados do que nunca, Jorge Nuno Pinto da Costa, de 75 anos,
voltou a viajar ao lado da mulher, Fernanda Miranda, de 25.
Fique a saber mais na edição desta terça-feira do jornal Correio da Manhã, ou aceda diretamente AQUI à área de exclusivos do site CM
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As capas dos jornais e as principais notícias de Quarta-feira, 6 de Novembro de 2013.
"Durão Barroso enxovalhado por cidadãos belgas em português"
DISCURSO DE BARROSO É INTERROMPIDO E LEVA “SERMÃO” DE CIDADÃO BELGA
Durão
Barroso foi interrompido pelos protestos de um cidadão belga enquanto
discursava.
Outros
empunhavam uma faixa onde se podia ler “Barroso: trabalha para o povo”.
O
presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, fazia um discurso quando foi
interrompido por um cidadão belga que, numa mistura de português e de espanhol,
atacou as medidas de austeridade acusando-o de compactuar com os interesses dos
grandes grupos.
“Como se
pode fazer hoje o que se fazia há 70 ou 40 anos?
É um
escândalo o que se está a passar no seu país!
O
desemprego, as pessoas que não têm um tecto para viver. São pessoas que todos
os dias lutam”, dizia o homem enquanto Barroso assistia, mudo.
Ao mesmo
tempo um grupo de pessoas tentava levantar uma faixa onde se podia ler, em
inglês, “Barroso: trabalha para o povo” enquanto alguns membros da comitiva do
presidente o protegiam com o corpo.
Notícias ao Minuto
Publicada por PÁGINA GLOBAL à(s) 23:27
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Etiquetas: COMPILADO, PORTUGAL, UNIÃO EUROPEIA
"O NOSSO LIXO É MUITO NOSSO!"
Portugal, Polónia e Eslováquia campeões europeus de lixo não reciclável
Diego Nigro, Reuters
Para evitar maiores danos causados ao meio ambiente, a Comissão Europeia quer lançar uma ofensiva contra os sacos não reutilizáveis. Portugal é um dos três países com médias mais altas de desperdício desse tipo de recipientes.
P.S. - Neste lixo não está incluído o existente no Palácio de São Bento onde funciona a Assembleia da República.
"CONHEÇA A CIDINHA CAMPOS - MULHER DE PELO NA VENTA"
DO COLEGA " PORTUGAL GLORIOSO"
Talvez o Pai da nossa Pátria!?
Por:
Viriato de Viseu
Na foto, ‘A Morte de Viriato’
“Roma não paga a traidores”
139 a. C.
A Lusitânia nunca se rendeu totalmente ao Império Romano. Durante mais de 50 anos, as tribos dos lusitanos resistiram às legiões romanas e Viriato foi o líder que mais vitórias alcançou. Em 147 a. C., quando era um dos 10 mil guerreiros cercados por soldados romanos, convenceu os chefes a atacar de surpresa para romper o cerco. A táctica desestabilizou as tropas romanas e elevou Viriato a chefe das tribos lusitanas.
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139 a. C.
A Lusitânia nunca se rendeu totalmente ao Império Romano. Durante mais de 50 anos, as tribos dos lusitanos resistiram às legiões romanas e Viriato foi o líder que mais vitórias alcançou. Em 147 a. C., quando era um dos 10 mil guerreiros cercados por soldados romanos, convenceu os chefes a atacar de surpresa para romper o cerco. A táctica desestabilizou as tropas romanas e elevou Viriato a chefe das tribos lusitanas.
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Nas batalhas que se seguiram, o
guerreiro acumulou várias vitórias e em 140 a. C. obrigou mesmo o cônsul Fábio
Máximo Serviliano a assinar um tratado de paz. O documento foi rejeitado pelo
senado romano, que voltou a declarar guerra aos lusitanos.
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Um ano depois, quando as tropas romanas foram derrotadas uma vez mais, o então
comandante das legiões, general Servílio Cipião, recorreu à traição. Ofereceu
ouro a três representantes de Viriato, Áudax, Ditalco e Minuro, para matarem o
chefe.
Viriato foi morto e os três traidores voltaram à tenda de Servílio
Cipião para receberem a recompensa. Mas o general expulsou-os. “Roma não paga a traidores”, disse.
"A CUIDADO DO PAULINHO BARDAMERDA"
"O
Paulinho Bardamerda, há tempos incitou os empresários portugueses a
investirem no paraíso moçambicano... À vista o que tem acontecido no
império, económico, do senhor Armando Guebusa e da sua rica filhinha AQUI (não
tanto poderosa como a Isabelinha dos Santos de Angola), onde raptos têm
sido o pão nosso de cada dia nos dais hoje. Que Deus proteja da morte e
de violações a pobre, inocente, senhora pelos malvados "macacos" que lá
por lhe cortarem o rabo já pensam ser mabandidos (nome que é conhecido o
bandido em Moçambique)"
Maputo Mulher portuguesa raptada em Moçambique
Uma cidadã portuguesa foi esta terça-feira
de manhã raptada na Matola, cidade satélite de Maputo, capital de
Moçambique, por três homens armados, disse à Lusa uma fonte da
comunidade.
País
Lusa
Uma cidadã portuguesa foi esta terça-feira de manhã
raptada na Matola, cidade satélite de Maputo, capital de Moçambique, por
três homens armados, disse à Lusa uma fonte da comunidade.
Leia também:
PUB
O rapto ocorreu no interior da empresa onde a portuguesa exerce funções de gestora financeira, adiantou a mesma fonte.
.
Este é o segundo rapto conhecido envolvendo cidadãos portugueses, de
uma onda de sequestros que começou em 2011 e que tem visado setores
abastados da sociedade moçambicana.
"OS GRANDES F.D.P. (Os grandes filhos da Pátria)
Proença de Carvalho, o Pomba Branca do Regime Toca Baixo
Imagem de Proença, numa das suas interpretações com o célebre " trio los dos"...
A história de Proença de Carvalho confunde-se com a história das nossas
três bancarrotas. Poderia mesmo ser um pequeno roteiro das suas causas, a
meu ver.
Em 1974, com 33 anos, era um modesto advogado, depois de ter sido delegado de procurador da República e inspector de polícia, no Estado Novo de Salazar. Segundo um biógrafo improvável (Afonso Praça de O Jornal) Proença tinha um lema: "os fins justificam os meios". Maquiavel no seu melhor, portanto. Proença vinha da Soalheira, no Fundão, pobre como se era na época. Em 1968 passou a funcionário de Champallimaud, no contencioso da empresa Cimentos de Leiria.
Em 1974, com 33 anos, era um modesto advogado, depois de ter sido delegado de procurador da República e inspector de polícia, no Estado Novo de Salazar. Segundo um biógrafo improvável (Afonso Praça de O Jornal) Proença tinha um lema: "os fins justificam os meios". Maquiavel no seu melhor, portanto. Proença vinha da Soalheira, no Fundão, pobre como se era na época. Em 1968 passou a funcionário de Champallimaud, no contencioso da empresa Cimentos de Leiria.
Foi nesse tempo que começou o julgamento da herança Sommer de que
Champallimaud era interessado. Proença, segundo Praça, teria
participado, enquanto inspector da Judiciária na instrução de um
processo crime relacionado mas tal não o impediu de tomar a defesa da
causa do patrão. Éticamente, estava bem preparado... e quando aparece o
25 de Abril, sendo amigo de José Niza, inscreve-se no... PS, pois claro.
Partido que abandonou logo que os ventos começaram a mudar, ou seja por
altura da primeira bancarrota (1976-77) Proença já era de "direita", no
Jornal Novo que então dirigia. Uma direita sui generis, entenda-se.
A história conta-se melhor aqui, no O Jornal de 7/2/1986:
Proença foi então ministro da propaganda (Sá Carneiro dixit) do VI
governo de bloco central, de Mota Pinto, em 1978, quando se preparava já
a segunda bancarrota, dali a uns anos. Sá Carneiro no entanto, nomeou-o
presidente da propaganda na RTP, em 1980. Em 1983, Vítor Cunha Rego
terá mesmo escrito no jornal A Tarde, que " há muito que o sistema
político deste País teria desabado se Proença de Carvalho não estivesse
onde estava." Em 1983 estávamos noutra bancarrota...
Dali em diante foi sempre somar e encher o bolso, para Proença. Vejam-se os recortes que nos contam tudo ou quase... a partir de 1981 e depois da AD de Sá Carneiro.
Dali em diante foi sempre somar e encher o bolso, para Proença. Vejam-se os recortes que nos contam tudo ou quase... a partir de 1981 e depois da AD de Sá Carneiro.
Expresso de 3 Janeiro de 1981:
O Jornal de 5 de Junho de 1981:
O Jornal de 11 de Abril de 1986 em que Fernando Dacosta escrevia sobre a
"direita" portuguesa a propósito de Freitas do Amaral (!) e de Proença
de Carvalho (!!!) supostos representantes da dita cuja...
Em 1986 Proença, foi, naturalmente, mandatário de Freitas do Amaral na
corrida presidencial que este perdeu para Mário Soares. Como o Expresso
escreveu na época... ficou às portas da terra prometida...
Em 1991, o governador de Macau, Carlos Melancia, indicado pelo vencedor
das presidenciais, teve problemas com a Justiça. Corrupção. Quem foi o
advogado? O representante da "direita", voilà!
Em 1995 a antiga ministra do PSD, Leonor Beleza, designada futura líder
sabe-se lá de quê, foi pronunciada por um juiz de instrução da prática
de crimes de homicídio doloso. Quem foi o advogado de defesa da dita? O
nosso homem do trio de los dos, voilà!
Expresso revista de 1 de Novembro de 1996:
Aproveitou entretanto todas as entrevistas generosamente concedidas
pelos media do sistema da bancarrota, para destilar o ódio particular às
instituições judiciárias, particularmente ao MºPº. Proença, nunca o
escondeu, preferia um MºPº à maneira do Estado Novo. Era bem mais seguro
para os interesses que representa, como se vê agora no caso de
Angola...
E por isso mesmo, em 1999 já destilava as habituais catilinárias, desta vez contra o então PGR Cunha Rodrigues (houve apenas um PGR que agradou a Proença: o seu amigo Pinto Monteiro...).
E por isso mesmo, em 1999 já destilava as habituais catilinárias, desta vez contra o então PGR Cunha Rodrigues (houve apenas um PGR que agradou a Proença: o seu amigo Pinto Monteiro...).
Expresso de 27 Março 1999:
E actualmente, por onde anda Proença? Ora, ora. Depois de defender José
Sócrates dos ataques soezes que lhe fizeram, a esse paladino da
transparência pessoal e governativa, anda agora a acompanhar o
presidente do BES, Salgado de sua graça, nas deambulações angolanas por
causa da maldita Escom que ainda os vai desgraçar...
Como já se escreveu por aqui, citanto o abruti:
.Proença de Carvalho é um exemplo típico: advogado de José Sócrates, presidente do Conselho de Curadores da Fundação Champalimaud, presidente do Conselho de Administração da Zon Multimedia, membro da Comissão de Vencimentos do BES – um interessante cargo -, “chairman” da Cimpor, ao todo, só no mundo empresarial, 27 cargos. Proença de Carvalho, como muitos outros neste universo de “sempre os mesmos”, não é “dono”, mas amigo dos “donos”.
Competência? Nalguns casos sim, noutros não. Mas não é a competência o critério fundamental. É a confiança. Estes são confiáveis, são dos “nossos”, são dos “mesmos”. Já foram testados mil e uma vezes, no governo, na banca, na advocacia de negócios, no comentário político nos media, e mostraram que estão lá para defender sem hesitações, os “nossos” interesses. Confiança é a palavra chave nos “sempre os mesmos”.
.
Proença de Carvalho pode dizer-se que será um dos indivíduos mais qualificados em Portugal para explicar como é que sofremos três bancarrotas em menos de 40 anos. Por uma razão simples: esteve em todas elas, como figura proeminente, parda por vezes, mas sempre presente. E aproveitou bem o regime que as produziu. Seria interessante que alguém revelasse o seu património...
.
CODA: Este indivíduo mai-lo seu apoderado da época, candidato a presidente da República, seriam os putativos representantes da "direita". Havia outro, ainda. Um certo José Miguel Júdice que até teria sido de extrema-direita, cultor de um tal Primo de Rivera. Veja-se bem a pinderiquice intelectual desta gente. Bastou que os ventos de mudança de regime passassem a soprar um pouco mais a levante, para se postarem a jeito de aproveitarem a maré.
.
Cedo mudaram para o centro e daí para a esquerda e até se aproximaram do
PS, o tal que se diz de esquerda e que teve um esquerdista notório como
Sócrates, que todos aqueles louvaram como um grande estadista
português.
Lembrar isto é tão deprimente quanto lembrar as bancarrotas que nos provocaram. Até quando esta gente mandará em Portugal?
Lembrar isto é tão deprimente quanto lembrar as bancarrotas que nos provocaram. Até quando esta gente mandará em Portugal?
16 de Outubro de 2013
"O PORTAS BARDAMERDA EM MACAU"
Portas chega quase duas horas atrasado a recepção. Metade dos convidados tinha já partido
Por: Hoje Macau
5035 Visualizações
Falta de chá
Paulo Portas chegou atrasado. Não se explicou, não pediu desculpas e falou para quem não estava lá
O
vice-primeiro-ministro português, Paulo Portas, chegou quase duas horas
atrasado a uma recepção organizada no passado domingo pelo consulado de
Portugal em Macau para a comunidade portuguesa local, o que fez com que
cerca de metade das pessoas que se encontravam presentes tenham
abandonado o evento antes da sua chegada.
.
.
A recepção estava marcada para as 21 horas, mas o vice-primeiro-ministro
português entrou na sala da residência consular (ex-Hotel Bela Vista)
quando já eram quase 23 horas. Entretanto, praticamente todos os
convidados de etnia chinesa tinham já partido, expressando delicadamente
o seu desagrado pela situação.
.
“Todos sabemos como os chineses
consideram este tipo de atraso como uma ofensa e uma falta de
consideração”, explicou ao HM um empresário português há muito radicado
na região. “É incompreensível esta atitude que basicamente tirou face à
nossa comunidade. Uma vergonha! Inenarrável!”, concluiu.
.
De facto, de etnia chinesa, permaneceram na sala apenas alguns
elementos do Gabinete de Ligação do Governo da República Popular da
China (RPC) e Cao Guangjing, presidente da empresa China Three Gorges
que, recentemente, adquiriu uma posição maioritária na EDP.
.
Figuras de
destaque da RAEM, como Ambrose So, David Chow ou a sua esposa e deputada
Melinda Chan tinham já abandonado o evento. Basicamente, na sala
ficaram apenas portugueses residentes de Macau e os que se deslocaram de
Portugal no âmbito do Fórum Macau, com o intuito de ouvir o discurso de
Portas.
.
Discurso equivocado
Certamente que equivocado quanto à audiência para a qual discursava, o vice-primeiro-ministro (que não explicou nem se desculpou pelo seu inusitado atraso) fez um resumo, “breve” nas suas palavras, das relações económicas recentes entre Portugal e a RPC, na sua vertente exclusivamente económica, como se se estivesse a dirigir unicamente a empresários chineses e não à comunidade portuguesa de Macau como um todo que era, afinal, a destinatária do convite endereçado para a recepção.
Certamente que equivocado quanto à audiência para a qual discursava, o vice-primeiro-ministro (que não explicou nem se desculpou pelo seu inusitado atraso) fez um resumo, “breve” nas suas palavras, das relações económicas recentes entre Portugal e a RPC, na sua vertente exclusivamente económica, como se se estivesse a dirigir unicamente a empresários chineses e não à comunidade portuguesa de Macau como um todo que era, afinal, a destinatária do convite endereçado para a recepção.
.
Paulo Portas, sem novidade, falou de Portugal e do “fim da recessão”,
de como é vantajoso investir no nosso país, repetindo o discurso
governamental, cujos dados estatísticos são regularmente rejeitados pela
oposição em Lisboa, como agora aconteceu quando da discussão do
Orçamento de Estado.
.
Entrando numa espécie de discurso de marketing do
país, Portas basicamente realçou as vantagens de investir em Portugal.
.
Médicos, arquitectos, advogados, professores, engenheiros,
jornalistas, profissionais de turismo e outras profissões, que
constituem a estrutura fundamental da presença portuguesa em Macau,
foram simplesmente ignorados num discurso que se limitou a citar os
números por todos conhecidos das relações económicas e comerciais entre
os dois países [ver caixa] e procurou, uma vez mais, vender as vantagens
do investimento externo.
.
“Provavelmente, ele pensa que nós não estamos
informados sobre o desenvolvimento das relações entre a China e Portugal
que não vemos televisão ou não lemos jornais”, comentou um dos
presentes, que lamentou também a falta de referência à comunidade
portuguesa de Macau.
.
“Infelizmente, a vinda de representantes do Estado
português redunda quase sempre nisto: na nossa perda de face e na
necessidade de nos desculparmos perante os chineses por uma notória
falta de chá. Mais valia que não pusessem cá os pés”, disse outro dos
presentes ao HM, que sublinhou também o facto de Portas se apresentar na
recepção sem gravata e de camisa aberta.
.
“O vice-primeiro-ministro veio tornar mais difícil a missão do cônsul
Vítor Sereno que já é em si mesma uma missão difícil, ao invés de o
ajudar a projectar de forma positiva o bom nome de Portugal”, comentou
ainda uma personalidade de destaque da comunidade portuguesa ao HM.
.
Até terça-feira à tarde, Paulo Portas vai encontrar-se com um
vice-primeiro-ministro e com o ministro do Comércio da China, Wang Yang e
Gao Hucheng, respectivamente. Antes de assumir o seu actual posto, Wang
Yang foi o responsável máximo pela província de Guangdong, imprimindo
um extraordinário mas equilibrado ritmo de desenvolvimento, acção que
lhe valeu, segundo fontes bem informadas garantiram ao HM, um dos mais
importantes lugares no actual governo da RPC.
.
O que disse Portas
– Os vistos
‘gold’ irão permitir um investimento em Portugal superior a 300 milhões
de euros até ao final de 2013. Já foram investidos em Portugal mais de
200 milhões de euros e 80% desse investimento teve lugar no imobiliário.
Três quartos do investimento – que originou a emissão de 318 vistos –
teve origem na China, “nomeadamente através de Macau”, o que permite que
o programa “esteja a ser um sucesso”.
.
- Portugal o que mais se precisa é de “quem invista, crie riqueza e possa dinamizar o comércio, nomeadamente imobiliário que é importante para que a economia portuguesa confirme os seus sinais positivos”. Como exemplo da importância do programa de vistos ‘gold’, Paulo Portas lembrou que em 2012 a AICEP contratualizou 1.300 milhões de euros de investimento em Portugal e que só este ano o visto dourado vai somar “mais 200 milhões de euros”, acreditando que até ao final do ano somará “mais 300 milhões de euros”.
.
-O desenvolvimento das relações luso-chinesas é “absolutamente espectacular” porque “fora da União Europeia, a China está entre os três principais clientes de Portugal”. “Os resultados da nossa parceria estratégica com a China são absolutamente espectaculares. Na última década, a China subiu 18 lugares na lista dos principais clientes de Portugal”.
.
- O governo “tenciona continuar a abrir a economia portuguesa ao investimento nacional e estrangeiro” e “o investimento vindo da República Popular da China é bem-vindo”.
.
- “O mais antigo país da União Europeia com fronteiras estáveis mostrou que é possível uma empresa ganhar uma privatização (EDP) desde que apresente a melhor proposta” e “as instituições portuguesas não esquecerão que a China investiu em Portugal num período difícil”.
.
- Com a criação do Fórum Macau, em 2003, “a China reconheceu a importância da lusofonia no concerto das nações do século XXI e os países lusófonos, cada um à sua maneira, reconheceram a importância inelutável da China na construção de uma nova ordem económica e política internacionais”.
.
- A lusofonia é “um bloco cultural em ascensão” e “sobretudo na América Latina e em África, o crescimento demográfico dos povos que falam português é exponencial”.
- Portugal o que mais se precisa é de “quem invista, crie riqueza e possa dinamizar o comércio, nomeadamente imobiliário que é importante para que a economia portuguesa confirme os seus sinais positivos”. Como exemplo da importância do programa de vistos ‘gold’, Paulo Portas lembrou que em 2012 a AICEP contratualizou 1.300 milhões de euros de investimento em Portugal e que só este ano o visto dourado vai somar “mais 200 milhões de euros”, acreditando que até ao final do ano somará “mais 300 milhões de euros”.
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-O desenvolvimento das relações luso-chinesas é “absolutamente espectacular” porque “fora da União Europeia, a China está entre os três principais clientes de Portugal”. “Os resultados da nossa parceria estratégica com a China são absolutamente espectaculares. Na última década, a China subiu 18 lugares na lista dos principais clientes de Portugal”.
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- O governo “tenciona continuar a abrir a economia portuguesa ao investimento nacional e estrangeiro” e “o investimento vindo da República Popular da China é bem-vindo”.
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- “O mais antigo país da União Europeia com fronteiras estáveis mostrou que é possível uma empresa ganhar uma privatização (EDP) desde que apresente a melhor proposta” e “as instituições portuguesas não esquecerão que a China investiu em Portugal num período difícil”.
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- Com a criação do Fórum Macau, em 2003, “a China reconheceu a importância da lusofonia no concerto das nações do século XXI e os países lusófonos, cada um à sua maneira, reconheceram a importância inelutável da China na construção de uma nova ordem económica e política internacionais”.
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- A lusofonia é “um bloco cultural em ascensão” e “sobretudo na América Latina e em África, o crescimento demográfico dos povos que falam português é exponencial”.
E mais não disse… Paulo Portas
KAOS:Nuno Cratino
Nas declarações
proferidas, ontem Nuno Crato sublinhou, que o corte nas despesas do
Estado não é suficiente para «pôr as contas [do país] em ordem» e que
ainda vão ser necessários mais alguns «sacrifícios», mas isso irá
permitir «transformar Portugal num país competitivo».
.
«Teríamos de
trabalhar mais de um ano sem comer, sem utilizar transportes, sem gastar
absolutamente nada só para pagar a dívida», garantiu o ministro,
sublinhando que não há forma de pôr a economia a crescer «sem se sair
primeiro deste beco».
.
Que ele diga estas alarvidades já não estranhamos mas o que é triste
nisto tudo é que se tenha sequer lembrado de fazer contas para saber
considerar essa possibilidade.
.
E, felizmente, esse cenário é impossível
na sua totalidade, não por razões morais que se lhe conheçam, mas porque
iria precisar de quem trabalha para gerar a riqueza que paga a
roubalheira.
.
Muito provavelmente até pensou que tinha encontrado a
solução, corta-se na comida e transportes a todos e num ápice resolvemos
o problema, e terá sido um dos seus motoristas ou lacaios que lhe deve
ter chamado a atenção que quem não come morre e se morre não pode
trabalhar.
.
Colocar sequer a questão, lembrar-se sequer da ideia é já por
si a demonstração da imbecilidade e falta de princípios deste
personagem saído de um qualquer inferno e para onde espero que volte
rapidamente. Vá de retro Demo Crato.
"O GUIÃO DO BARDAMERDA NO PONTO DE VISTA DE JORNALISTAS"
Portugal: GUIÃO PARA FILME NENHUM
Vicente Jorge Silva
- Sol, opinião
Não tive ainda
oportunidade de ler as 112 páginas do guião para a reforma do Estado e
limito-me, por isso, às palavras de apresentação de Paulo Portas no fim da
tarde de quarta-feira (quando seria suposto já ter escrito esta crónica).
Depois de tanto
tempo de espera e da presumível relutância de Portas em concluir a tarefa de
que, com sibilina perfídia, o encarregara Passos Coelho, só por milagre se
esperaria que o vice-primeiro-ministro tirasse da cartola um engenho mágico que
alimentasse o sonho sempre adiado.
Provou-se que não
faz sentido um Governo improvisar uma reforma do Estado a meio da legislatura –
quando deveria tê-la lançado na fase inicial – e que só pode suscitar suspeitas
o facto de a apresentação oficial do documento reformador ter acontecido na
véspera da discussão na generalidade do Orçamento do Estado para 2014.
É um estratagema a
que o Governo sistematicamente recorre no jogo duplo que é a sua marca de
comportamento: num dia, anuncia-se uma reforma futurista, cuja filosofia
pretende a melhoria do funcionamento do Estado assim que acabar – se é que irá
mesmo acabar… – o protectorado da troika em Junho de 2014; no dia seguinte,
confronta-se o país com a triste realidade da sua dependência externa e dos
duros cortes que os portugueses irão sofrer na pele no próximo ano.
Até chegar a hora
da reforma temos de passar antes pelos cortes, caminho da cruz que não podemos
evitar. Seja como for, Portas não deixou de lembrar que «cortar é reduzir e
reformar é melhorar». Para se vingar de uma incumbência que sofreu para
cumprir, ele coloca-se como profeta de um futuro mais auspicioso do que a
amarga realidade com que nos confrontamos (apesar do «milagre económico»
detectado pelo ministro Pires de Lima).
É assim que Portas
e os centristas vêem a distribuição de papéis no Governo: ao PSD o encargo de
assumir o cumprimento das ordens da troika; ao CDS a missão de trazer a boa
nova de um país reformado e reconciliado depois da ‘recuperação da soberania’.
Só que as propostas
de Portas ou são demasiado previsíveis e coladas à velha doutrina privatizadora
do CDS (embora cautelosamente ele afirme que, se é contra a estatização, também
não defende o Estado mínimo) ou carecem de fundamentação e perspectivas
práticas que permitam antever uma verdadeira reforma do Estado. Pelo contrário,
o que antevemos é sobretudo uma revisão da forma de funcionamento da
Administração Pública.
Daí a referência de
Portas a contratualizações e concessões, menos mas melhores funcionários e mais
bem pagos, trabalho e reformas a tempo parcial. Sem esquecer, como tempero de
moralidade indispensável, menos acumulação de funções e conflitos de
interesses.
Portas vê um Estado
mais pequeno, mais descentralizado, mais desburocratizado e, por isso, mais
eficaz e próximo dos cidadãos. Mas para isso bastaria um programa de Governo em
que essas fossem normas orientadoras da sua acção.
O declínio
demográfico constitui, sem dúvida, um desafio cada vez mais dramático à
sustentabilidade da segurança social e dos serviços de saúde, mas aí Portas foi
parco na concretização das mudanças (a reforma da segurança social só poderá
ser empreendida quando o país estiver a crescer a 2%, pelo menos). Como o foi
também relativamente ao sistema de ensino, com excepção notória da proposta de
entrega de escolas à administração directa dos professores (uma ideia
‘autogestionária’ eventualmente simpática mas que, à primeira vista, peca por
excessivo lirismo).
Se o Estado abre
mão das suas pesadas competências tradicionais por não poder suportá-las
financeiramente ou para libertar-se de uma máquina paralisante, que garantias
de regulação fornece sobre os serviços concedidos a outrem e que não pode
deixar à rédea solta? Além disso, a receita de menos carga fiscal, menos
burocracia e um novo Simplex para a economia e as empresas resume-se a uma
expressão banalíssima do discurso corrente.
É sintomático que
Portas proponha uma comissão para a reforma do IRS formada por gente de
créditos e independência indiscutíveis. Ora, seria precisamente por aí que
devia ter começado o próprio projecto de reforma do Estado, enquadrado por um
conselho de sages de diversas proveniências e competências, acima de toda a
suspeita de enviesamento partidário ou ideológico.
Em vez de um truque
tardio e contrafeito ou uma manobra de diversão para disfarçar o fiasco do
actual Governo, seria um documento ao qual o Parlamento não poderia recusar
acolhimento para um debate frutuoso e sem preconceitos. À imagem da sua
história conturbada, a reforma do Estado de Portas arrisca-se a ficar como
guião para filme nenhum.



































