Somos aquilo que sempre hajamos sido. Não mudaremos mesmo com o ladrar dos cães.
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
As capas dos jornais e as principais notícias de Terça-feira, 12 de Novembro de 2013.
O PAÍS DOS "BARDAMERDAS" DEMOCRÁTICOS QUE NOS GOVERNAM
Uma velhinha de 99 anos pede para ajudar a família...!!!
A máfia do José Eduardo dos Santos roubava e Portugal lavava...
"E ASSIM OS "BARDAMERDAS" QUE TOMARAM CONTA DE PORTUGAL LHE MUDARAM O NOME...."
Ponte sobre o rio Tejo 1966... Um belo documentário.
Filme documentário, realizado por Leitão de Barros, sobre a construção da ponte sobre o Tejo em Lisboa e sua inauguração a 6 de Agosto de 1966.
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Para a ponte suspensa, toda a monumental fabricação metálica de 22.000 toneladas das peças de aço, destinado à viga de rigidez e tabuleiro, foi executada em Portugal nas oficinas da SOREFAME. Bem assim como a grelha metálica rodoviária. Para além de outras estruturas referidas pelo narrador fabricadas nos estaleiros norte.
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Tempos em que a mão-de-obra caseira tinha uma incorporação muito significativa nas grandes obras nacionais.
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Reparem que muitos dos trabalhos se realizavam a cerca de 70 metros acima do nível médio das águas do rio Tejo e, pelo que se vê, nenhum trabalhador utilizava qualquer sistema de segurança.
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É bem evidente o à vontade como alguns trabalhadores se deslocavam naquelas vigas como se num corredor de um escritório se movimentassem, para não falar em registos de arrepiar quando estão a martelar em posições, aparentemente, de equilíbrio instável.
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Este filme é um registo muito singular de uma obra que marcou o país naqueles anos.
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Chamo a vossa atenção para a margem sul em que se veem apenas campos, longe de se adivinhar que um conglomerado habitacional iria emergir como cogumelos.
Clique em baixo para a grande metragem
FRASE
O “i” destaca a morte de Jorge de Melo
como o ´adeus ao último grande industrial´ e recorda uma das histórias mais
conhecidas do empresário. Na altura em que vendeu a propriedade – onde família
e amigos costumavam a caçar – a Américo Amorim. Na assinatura do contrato para
a venda da grande herdade do Peral, no Alentejo, Américo Amorim terá dito: “sou
o homem mais rico de Portugal”, ao que Jorge de Melo respondeu: ´Cuidado, que
eu também já fui´.
"FILHOS DE PUTAS"
Tiro
da cena o PS (porque o incluo de filho de má mãe), mas fico pela Troika
a que manda em nós... Filhos de putas não posso dar outro nome à
escumalha que deixou chegar o meu país à perda de soberania e governados
por gente estrangeira. Filhos de Putas aqueles que têm governado
Portugal desde o dia 25 de Abril de 1974. FILHOS DE PUTAS!
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Mota Soares responsabiliza PS e troika por não subir o salário mínimo nacional
" O VELHOTE QUE SEGUE PELA ESTRANJA A MONTAR BARRACA"
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Rui Machete - As emendas
Diz-me a notícia que o desastroso Rui Machete emenda as declarações sobre o novo “resgate” a Portugal.
Num espaço de tempo curtíssimo,
Machete já emendou as suas declarações sobre a sua relação com o BPN,
depois de recorrer à esperteza saloia a que Cavaco também recorreu, de
tentar convencer os “papalvos” de que ser accionista da
SLN, dona do BPN... não era a mesma coisa que ter relações com o BPN.
Já emendou as suas declarações sobre o indigente pedido de desculpas aos
presumidos corruptos angolanos que estavam a ser investigados, pelo
facto... de estarem a ser investigados. Agora, emenda as suas
declarações sobre o novo “resgate”.
Num espaço de tempo curtíssimo,
são três valentes tiros nos pés! Numa contagem rápida de tiros e pés...
já só lhe resta mais um pé em condições!!!
Em vez de continuar, ao pé
coxinho, a fazer figuras ridículas, não estará na altura de o senhor
Machete considerar (ou alguém por ele) que já são emendas a mais? Que é
já pior a emenda que o soneto? Ou pior a ementa que o cianeto... ou pior a amêndoa que ... ... …
Publicada por
samuel
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governo,
indigência
Reflexão sobre a importante entrevista do professor Paul de Grauwe
BRASILINO GODINHO
E-mail: brasilino.godinho@gmail.com
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Brasilino Godinho
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Brasilino Godinho
Prezadas
senhoras,
Caros senhores,
Anexo uma minha
crónica de reflexão sobre a importante e elucidativa entrevista do economista
belga, professor Paul de Grauwe, dada à Agência Lusa e publicada ontem em
vários sítios da Internet.
Previno que
bastantes leitores jovens se irão surpreender com alguma informação sobre factos
políticos referidos na peça porque, naturalmente, os desconhecem em
absoluto.
Formulo o voto
de que os meus caros leitores meditem sobre as matérias contempladas na
excelente entrevista do Professor Paul de Grauwe.
Com saudações
cordiais.
Governo empurra portugueses para a “moderna escravatura” na Europa
( O texto a seguir e a imagem não é deste blogue, apenas nos limitamos a transcrever)
A
CGTP aqui tem toda a razão nesta denúncia que faz e ou as elites abrem
os olhos a tempo e colocam rapidamente um fim a esta exploração, ou um
dia isto acaba em guerra civil sangrenta. O tempo já começa a
escassear...
Governo empurra portugueses para a “moderna escravatura” na Europa
Caso atrás de caso: o governo português força os
portugueses a emigrar e muitos deles são sujeitos a trabalho escravo em
outros países europeus, como acontece em França, segundo denúncia da
CGTP.

O governo
português força os portugueses a emigrar e muitos deles são sujeitos a
trabalho escravo em outros países europeus, como acontece em França,
segundo denúncia da CGTP
Trabalham maioritariamente nas vindimas, noutros trabalhos agrícolas e
na construção civil, recebem o salário mínimo nacional de Portugal
quando lhes foi prometido cerca do triplo, são por vezes obrigados a 70
horas semanais e não têm alojamento digno desse nome.
A CGTP pediu uma reunião de urgência ao secretário de Estado das Comunidades para debater a "dramática situação" laboral que vivem os trabalhadores portugueses na região de Narbonne, no Sul de França.
"A situação passa, entre outros, pelo ostensivo incumprimento de promessas aquando da sua contratação, diretamente pelos empregadores franceses ou por engajadores de mão-de-obra nacionais e franceses", referiu a central sindical num comunicado em que anuncia o pedido de reunião com José Cesário.
Os portugueses em questão, que trabalham maioritariamente nas vindimas, noutros trabalhos agrícolas e na construção civil, "têm vindo a ser pagos em muitos casos com o salário mínimo nacional de Portugal quando lhes foi prometido cerca do triplo, trabalhando por vezes 70 horas semanais e não tendo alojamento minimamente condigno", acrescenta o documento da central sindical.
"A CGT de França (União Sindical de Narbonne) e a CGTP-IN estão a desenvolver esforços conjuntos para resolver os graves problemas que estes portugueses enfrentam e para exigir o respeito pela legalidade contratual, de acordo com a legislação francesa e europeia sobre os direitos dos cidadãos europeus que trabalham noutro país da UE", escreve a CGTP, na carta enviada ao governante português.
O secretário de Estado José Cesário admitira em 26 de Outubro à agência Lusa a necessidade de o governo pedir à Inspeção do Trabalho em França uma investigação sobre casos de escravatura de portugueses no sudoeste do país.
Três portugueses que foram para França trabalhar sazonalmente para vinhas na região de Narbonne moveram uma ação contra a entidade empregadora, num caso que o sindicato local qualifica como "escravatura moderna". Os três trabalhadores contactados em Portugal para trabalhar numa zona agrícola em França acabaram por trabalhar mais horas e receber menos do que o inicialmente prometido, e foram instalados em condições muito precárias, segundo relataram à Lusa.
O caso está em tribunal e os trabalhadores receberam apoio do sindicato geral de trabalhadores (CGT) de Narbonne, porque não tinham casa e encontram-se desempregados há alguns meses, à espera do desfecho da ação judicial, previsto para dia 14.
As promessas eram de um salário de 700 euros por mês, menos cerca de 400 euros que o ordenado mínimo francês, com comida e alojamento incluídos, por 35 horas de trabalho semanais.
O alojamento prometido era partilhado entre "dez adultos e duas crianças", numa casa com uma casa de banho, onde "só podiam tomar banho de dois em dois dias", segundo os portugueses contactados pela Lusa. Acabaram por ser forçados a trabalhar vinte e quatro dias consecutivos, sem folgar, até cerca de dez horas por dia, recebendo menos de metade do acordado.
A CGTP pediu uma reunião de urgência ao secretário de Estado das Comunidades para debater a "dramática situação" laboral que vivem os trabalhadores portugueses na região de Narbonne, no Sul de França.
"A situação passa, entre outros, pelo ostensivo incumprimento de promessas aquando da sua contratação, diretamente pelos empregadores franceses ou por engajadores de mão-de-obra nacionais e franceses", referiu a central sindical num comunicado em que anuncia o pedido de reunião com José Cesário.
Os portugueses em questão, que trabalham maioritariamente nas vindimas, noutros trabalhos agrícolas e na construção civil, "têm vindo a ser pagos em muitos casos com o salário mínimo nacional de Portugal quando lhes foi prometido cerca do triplo, trabalhando por vezes 70 horas semanais e não tendo alojamento minimamente condigno", acrescenta o documento da central sindical.
"A CGT de França (União Sindical de Narbonne) e a CGTP-IN estão a desenvolver esforços conjuntos para resolver os graves problemas que estes portugueses enfrentam e para exigir o respeito pela legalidade contratual, de acordo com a legislação francesa e europeia sobre os direitos dos cidadãos europeus que trabalham noutro país da UE", escreve a CGTP, na carta enviada ao governante português.
O secretário de Estado José Cesário admitira em 26 de Outubro à agência Lusa a necessidade de o governo pedir à Inspeção do Trabalho em França uma investigação sobre casos de escravatura de portugueses no sudoeste do país.
Três portugueses que foram para França trabalhar sazonalmente para vinhas na região de Narbonne moveram uma ação contra a entidade empregadora, num caso que o sindicato local qualifica como "escravatura moderna". Os três trabalhadores contactados em Portugal para trabalhar numa zona agrícola em França acabaram por trabalhar mais horas e receber menos do que o inicialmente prometido, e foram instalados em condições muito precárias, segundo relataram à Lusa.
O caso está em tribunal e os trabalhadores receberam apoio do sindicato geral de trabalhadores (CGT) de Narbonne, porque não tinham casa e encontram-se desempregados há alguns meses, à espera do desfecho da ação judicial, previsto para dia 14.
As promessas eram de um salário de 700 euros por mês, menos cerca de 400 euros que o ordenado mínimo francês, com comida e alojamento incluídos, por 35 horas de trabalho semanais.
O alojamento prometido era partilhado entre "dez adultos e duas crianças", numa casa com uma casa de banho, onde "só podiam tomar banho de dois em dois dias", segundo os portugueses contactados pela Lusa. Acabaram por ser forçados a trabalhar vinte e quatro dias consecutivos, sem folgar, até cerca de dez horas por dia, recebendo menos de metade do acordado.
"O PEDRO AFADIGADO"
Claro que o Pedro não está interessado voltar à vida política... O Pedro faz muito bem. O Pedro desempregado o "Pedrito" Passos Coelho conseguiu-lhe um lugarzito de provedor na Santa Casa Misericórdia de Lisboa onde o Pedro vive uma constante azáfama. O Pedro está velho e deixou de ser aquele "gajo" impressionistas, tipo galã de cinema e um engatatão de gajas bués para caraças. O Pedro nunca fez "porra" nenhuma na vida e é um produto do sr. Silva de Boliqueime. O futuro do Pedro está na misericórdia de Lisboa onde até pode ficar o resto da vida.
Santana pede aos decisores políticos que ouçam quem está no terreno
Joana França Martins/ Pedro Pena
O provedor da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa
diz, em entrevista à agência Lusa, que algumas decisões são tomadas sem se
medirem as consequências. Quanto ao futuro, Pedro Santana Lopes exclui o
regresso à vida política nos próximos tempos, por ter muito que fazer na Santa
Casa.
AS BOCAS DO PORTAS O "BARDAMERDA"
.
Ora aqui está o aumento das exportações.... foi graças ao Paulo Portas
que "vendeu" carne, tomate e cerejas portuguesas ao Japão
Portugal tem data marcada para terminar programa de assistência, afiança Portas
Cristina Sambado, RTP
Paulo Portas garante que Portugal está a dias de sair
da recessão técnica. Segundo o vice-primeiro-ministro o país “tem uma data
marcada para finalizar” o programa de ajustamento e “não uma determinada taxa
de juro”, acrescentando que os “sinais que a economia portuguesa tem revelado
são bons”.
- Portas capitaliza últimos dados das exportações
- Machete arriscou "mera hipótese" ao fixar fasquia para juros da dívida





































