E assim a lourinha transmitiu o OE aprovado. Para a lourinha tudo lhe dá certo...
Logo
surgiram da bancada, onde se sentava o povoléu, os protestos. A
lourinha mandou sair os protestantes e todos deram o fora calmamente...
A "mafiosa" do raio que a parta lê a sentença da condenação dos portugueses à fome.
Aqui
está (ao cimo) a quadrilha de malfeitores que nos governa. O nariz do
"bardamerda" Portas só cresce, cresce... A figura do gajo está a ficar
horrível....
Durão Barroso nomeia Vítor Gaspar como conselheiro da UE
PÚBLICO
Ex-ministro das Finanças vai presidir ao Grupo de Alto Nível para a Tributação da Economia Digital, um cargo não remunerado.
Enric Vives-Rubio
Vítor Gaspar
foi nomeado por Durão Barroso para a presidência do Grupo de Alto Nível
para a Tributação da Economia Digital, segundo revela o semanário Expresso, neste sábado. Trata-se de um cargo não remunerado, acrescenta o semanário.
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O grupo, cuja constituição
está a ser finalizada, terá a missão de apoiar a Comissão Europeia,
presidida por Durão Barroso, no desenvolvimento de uma política fiscal
para aquele sector.
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A nomeação foi confirmada pelo próprio ex-ministro das Finanças de Portugal, que se demitiu a 1 de Julho deste ano, queixando-se da falta de coesão do Governo e reconhecendo que o falhanço nas metas orçamentais “minou” a sua confiança enquanto número dois do executivo de Passos Coelho.
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Para
Vítor Gaspar, esta nomeação é um regresso à missao de aconselhar a
Comissão Europeia, tarefa que exerceu a tempo inteiro, entre Fevereiro
de 2008 e Março de 2011, quando integrou o Bureau of European Policiy
Advisors, recorda o Expresso. "Em toda a minha carreira profissional estive sempre ligado a assuntos europeus", declara o ex-governante, ao mesmo jornal.
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Outro
antigo membro governamental, desta vez do executivo de José Sócrates
(PS), foi nomeado nesta semana por Durão Barroso para funções
semelhantes de aconselhamento.
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Trata-se de Maria Manuel Leitão Marques,
antiga secretária de Estado da Modernização Administrativa, que
coordenou o programa Simplex. Foi indigitada para o Grupo de Alto Nível
para a Redução do Peso Administrativo, cargo igualmente não remunerado,
acrescenta o semanário.
No passado recente, Durão Barroso já tinha
nomeado o economista Vítor Bento e o ex-líder da UGT, João Proença,
para cargos de conselheiros.
Não sei o que disse o ministro da Administração Interna,
Miguel Macedo, ao diretor nacional da PSP por causa do que se passou, levando à
demissão de Paulo Valente Gomes. Mas nem quero imaginar o que ele teria de
dizer se ocorresse uma batalha campal. Nesse caso Paulo Valente Gomes não só
era demitido como teria de responder em tribunal. Era isso que queriam?
26 Nov, 2013Pedro Tadeu, Diário de Notícias
À MARGEM: Vi a cara e ouvi a “merda das palavras” deste ´palermoide´
num directo a responder às perguntas da Fátima Campos Ferreira. Não disse uma
para a caixa... O nome da Fátima, durante a curta troca de perguntas e respostas,
foi pronunciado pelo “palermoide” umas dezenas de vezes. O estúpido, cobardola,
não teve a coragem de estar presente no programa “Prós e Contras” e debater,
juntamente, com os presentes o problema das forças de ordem subirem as escadas
da AR. Haveria que constituir um bode expiatório num caso onde não houve “chanfalhada”
entre polícias e manifestantes polícias... Quem deveria lá estar supervisionar
os polícias era o Miguel Macedo e levar umas “lambadas” no costelado que só se
perderia alguma que não lhe acertasse no lombo. José Martins P.S. A grafia é da responsabilidade deste blogue.
Parte
dos meritíssimos juizes assim o entenderem. Temos sido um país com
"bardamerdas" em sucessivos governos e este que agora dirige os
destinos de um Portugal nas lonas, logo de início, para impressionar o
"pagode" que lhes é afeto, eliminou feriados que outros, anteriores
governos, respeitaram. São gente, oportunista, habilidosa que não vale a
ponta de um "chavelho". Uns autênticos "bandalhos" apoiados por um
palhaço de circo que tem vivido à nossa conta há décadas.
Por sete votos contra seis, o Tribunal
Constitucional avalizou o alargamento do horário de trabalho na Função
Pública para 40 horas semanais, uma decisão que surpreendeu as
organizações sindicais. A “estupefação” perante o acórdão publicado na
última noite é partilhada pela Frente Comum, pelo STE e pela Fesap, que
continuam a questionar a constitucionalidade de uma efetiva “redução
remuneratória”. Entre a oposição, as reações vão do sublinhado
socialista da “divisão” entre os juízes do Palácio Ratton à promessa
comunista de uma iniciativa, no Parlamento, para repor as 35 horas.