Somos aquilo que sempre hajamos sido. Não mudaremos mesmo com o ladrar dos cães.
sábado, 14 de dezembro de 2013
As capas dos jornais e as principais notícias de Domingo, 15 de Dezembro de 2013.
"DE RIBIMBA Ó MALHO!"
.
Atenção: o conteúdo abaixo não é deste blogue. Chegou-nos por e-mail, mas porque tem verdades nuas e cruas publicamos.
O D. Afonso Henriques se
voltasse hoje à vida cortava logo a cabeça a esta escumalha toda. Nem um
que ficava vivo para contar a história !
BPN: Impunidade Continua
BPN: Impunidade Continua

Faz neste domingo três anos que teve início o
julgamento do processo principal do caso BPN e, até agora, apenas foram
ouvidas 63 das 300 testemunhas. Os negócios em torno do banco e da SLN
continuam a lesar o Estado. Ex-donos mantêm negócios milionários. Alguns
altos responsáveis do banco foram chamados ao governo Passos
Coelho/Paulo Portas, com o apoio de Cavaco Silva.
Enquanto a
impunidade continua no escândalo BPN/SLN, os antigos donos do grupo
mantêm negócios milionários e os responsáveis pelo negócio ruinoso
convivem alegremente com atuais governantes e altos dirigentes do PSD.
Segundo a agência Lusa, no julgamento do processo principal do caso do
Banco Português de Negócios (BPN) foram ouvidas 63 testemunhas de
acusação, faltando ouvir os depoimentos em tribunal de 23 testemunhas
arroladas pelo Ministério Público, sete das quais recentemente.
E, falta ouvir em tribunal os depoimentos de todas as testemunhas de defesa, entre as quais se destaca o fundador do BPN, José Oliveira Costa, a que se soma a empresa Labicer.
O processo está pois muito longe de ser concluído, faltando ouvir a maior parte das testemunhas. Neste processo, que corre nas Varas Criminais de Lisboa, estão em causa diversos crimes económicos, desde abuso de confiança a burla qualificada, passando por fraude fiscal, falsificação de documentos e outros.
Além deste processo principal, existem dezenas de outros processos relacionados com o escândalo BPN que correm em diversos tribunais do país, entre os quais os processos que envolvem Duarte Lima e Dias Loureiro, ex-dirigentes do PSD e figuras gradas do partido no tempo dos governos de Cavaco Silva. Duarte Lima foi então líder parlamentar do PSD e Dias Loureiro ministro.
Segundo a Lusa, atualmente os trabalhos do coletivo de juízes do processo principal incidem na empresa de cerâmica Labicer. Esta empresa é um dos casos mais ruinosos do grupo BPN, apontando-se para um prejuízo de cerca de 90 milhões de euros.
O BPN foi nacionalizado em outubro de 2008 e reprivatizado em 2011, mas os negócios do BPN continuam a lesar o Estado e os prejuízos totais estão longe de estar terminados. Até final de 2012 o prejuízo total do Estado atingiu 3.400 milhões de euros, mas o montante global poderá chegar a 7.000 milhões de euros.
Além disso, o governo continua a alimentar negócios ruinosos com o que resta do grupo BPN. Ainda esta semana, o Tribunal de Contas vetou negócio milionário entre o ministério da Saúde e o grupo Galilei, ou seja a ex-SLN (Sociedade Lusa de Negócios), dona do BPN.
A reprivatização do banco ao BIC é mais um desses negócios ruinosos, que favoreceu o banco presidido por Mira Amaral, outro ex-dirigente do PSD e ex-ministro de Cavaco Silva. O BIC terá comprado o BPN com crédito do próprio BPN e está a tentar que o tesouro público lhe pague mais do que o que despendeu na compra do BPN.
Entretanto, antigas figuras gradas do universo BPN/SLN são chamados ao governo PSD/CDS, como acontece com Franquelim Alves e com o atual ministro dos Negócios Estrangeiros, Rui Machete.
Enquanto a impunidade continua no escândalo BPN/SLN, os antigos donos do grupo mantêm negócios milionários, como relatou uma reportagem da revista Visão em abril passado, e os responsáveis pelo negócio ruinoso convivem alegremente com atuais governantes e altos dirigentes do PSD, como revelaram as notícias do réveillon de 2013 que juntou Miguel Relvas, Dias Loureiro e José Luís Arnaut, em Copacabana no Brasil.
E, falta ouvir em tribunal os depoimentos de todas as testemunhas de defesa, entre as quais se destaca o fundador do BPN, José Oliveira Costa, a que se soma a empresa Labicer.
O processo está pois muito longe de ser concluído, faltando ouvir a maior parte das testemunhas. Neste processo, que corre nas Varas Criminais de Lisboa, estão em causa diversos crimes económicos, desde abuso de confiança a burla qualificada, passando por fraude fiscal, falsificação de documentos e outros.
Além deste processo principal, existem dezenas de outros processos relacionados com o escândalo BPN que correm em diversos tribunais do país, entre os quais os processos que envolvem Duarte Lima e Dias Loureiro, ex-dirigentes do PSD e figuras gradas do partido no tempo dos governos de Cavaco Silva. Duarte Lima foi então líder parlamentar do PSD e Dias Loureiro ministro.
Segundo a Lusa, atualmente os trabalhos do coletivo de juízes do processo principal incidem na empresa de cerâmica Labicer. Esta empresa é um dos casos mais ruinosos do grupo BPN, apontando-se para um prejuízo de cerca de 90 milhões de euros.
Negócios BPN continuam a lesar o Estado
O BPN foi nacionalizado em outubro de 2008 e reprivatizado em 2011, mas os negócios do BPN continuam a lesar o Estado e os prejuízos totais estão longe de estar terminados. Até final de 2012 o prejuízo total do Estado atingiu 3.400 milhões de euros, mas o montante global poderá chegar a 7.000 milhões de euros.
Além disso, o governo continua a alimentar negócios ruinosos com o que resta do grupo BPN. Ainda esta semana, o Tribunal de Contas vetou negócio milionário entre o ministério da Saúde e o grupo Galilei, ou seja a ex-SLN (Sociedade Lusa de Negócios), dona do BPN.
A reprivatização do banco ao BIC é mais um desses negócios ruinosos, que favoreceu o banco presidido por Mira Amaral, outro ex-dirigente do PSD e ex-ministro de Cavaco Silva. O BIC terá comprado o BPN com crédito do próprio BPN e está a tentar que o tesouro público lhe pague mais do que o que despendeu na compra do BPN.
Entretanto, antigas figuras gradas do universo BPN/SLN são chamados ao governo PSD/CDS, como acontece com Franquelim Alves e com o atual ministro dos Negócios Estrangeiros, Rui Machete.
Enquanto a impunidade continua no escândalo BPN/SLN, os antigos donos do grupo mantêm negócios milionários, como relatou uma reportagem da revista Visão em abril passado, e os responsáveis pelo negócio ruinoso convivem alegremente com atuais governantes e altos dirigentes do PSD, como revelaram as notícias do réveillon de 2013 que juntou Miguel Relvas, Dias Loureiro e José Luís Arnaut, em Copacabana no Brasil.
" ESQUEMAS HABITUAIS"
PS questiona nomeação de ex-diretor da PSP para Paris
O
partido socialista vai exigir explicações a Miguel Macedo sobre a nomeação do
ex-diretor nacional da PSP para oficial na embaixada em Paris.
Lusa
Sábado, 14 de Dezembro de 2013
Ler mais: http://expresso.sapo.pt/ps-questiona-nomeacao-de-ex-diretor-da-psp-para-paris=f846312#ixzz2nVBBFjBh"VEZEIROS E VEZEIRAS!
Sábado, Dezembro 14, 2013
Haja vergonha na cara
Recorda-me um amigo de um pormenor esquecido pela generalidade dos
comentadores, quando Manuela Ferreira Leite saiu do governo recordam-se
para onde foi? Não, não foi para o parlamento, também não foi para
presidente da Caixa Geral de Depósitos por o governo maldito não seguiu a
sugestão, também não foi para o BdP onde já estava reformada.
Quando abandonou o governo Manuela Ferreira Leite foi fazer uso dos seus
vastos conhecimentos de economia como administradora não executiva do
Banco Santander, onde recebia 10.000 euros por emprestar o seu nome à
imagem do banco. Na ocasião alguém disse que a ministra ia assegurar o
research macroeconómico do banco, o que se compreende pois o banco não
tinha economistas e na sede em Madrid ninguém tem mais do que a quarta
classe.
Como esta forma de desenrascanço dos políticos se generalizou o próprio
banco deu vários exemplos para justificar a escolha. Compreende-se o
banco precisava de uma economista e nem lhe passava pela cabeça outra
coisa.
A mim também não, se há verdade adquirida na sociedade portuguesa é que a
palavra cavaquismo é uma espécie de água oxigenada em matéria de
honestidade, ser cavaquista é possuir uma certidão de honestidade e está
por nascer um português mais honesto do que eles.
O problema é que uma ministra da Finanças vai vender os seus serviços a
um banco que é useiro e vezeiro na contratação de políticos influente e
uns anos depois sabe-se dos duvidosos negócios com swaps que o próprio
banco se recusa em negociar. Curiosamente o Santander tinha já na época
um administrador executivo com o carimbo de cavaquistas, era Elias da
Costa, ex-secretário de Estado das Finanças. Enfim, esta preferência por
gente das Finanças parecia ser um tique do banco espanhol.
Esta ligação do circulo cavaquista aos interesses espanhóis era mais
vasto, recorde-se das ligações de Dias Loureiro a Aznar e a presença de
espanhóis no BPN. A lista é grande e abrange gente de todos os partidos
do chamado arco do poder, que nalguns casos é mais um arco de corrupção.
Seria um incentivo à violência sugerir que se dê um pontapé no cu de
políticos que já tendo recebido gorjetas em administrações não
executivas de grandes interesses e agora exercem cargos públicos em que
decidem ou podem decidir beneficiando ou prejudicando os que lhes deram a
gorjeta ou concorrem com estes?
Veja-se o caso de um conhecido administrador do último banco a sacar
dinheiro aos contribuintes, nos últimos meses começou a aparecer como
crítico do seu próprio governo, mal este governo caiu foi para o banco e
desde então é um incansável defensor de todas as políticas que
interessam ao seu banco e ao poder que o ajudou. Quem não gostaria de
dar um valente pontapé em tão fino e refinado cu?
"O IMPAGÁVEL RICARDO ARAÚJO PEREIRA"
"Filhos duma grande coadopção"
Por:
Portugal Glorioso
O palavrão do ano
Alguém ouviu, no decorrer deste ano, desabafos do género: "Estes
bandidos do governo levaram-me o 13.º mês. Filhos duma grande
coadopção"? .
Os linguistas da Porto Editora organizam, desde 2009, uma votação para eleger a palavra do ano. Trata-se de uma iniciativa, e eu não tenho nada contra iniciativas. Pelo contrário, sou um velho apreciador de iniciativas. No entanto, está em curso um escândalo linguístico, e comigo não contam para o encobrir.
.
A palavra, que é escolhida segundo
critérios de relevância e frequência de uso, sairá do seguinte lote de
candidatas: bombeiro, coadopção, corrida, grandolada, inconstitucional,
irrevogável, papa, piropo, pós-troika e swap. Imagino que a perplexidade
do leitor seja tão grande como a minha.
.
Uma lista das palavras mais
utilizadas este ano da qual não consta, por exemplo, o vocábulo
"gatunos", que credibilidade tem?
.
Para não falar, é claro, nas palavras
que estes linguistas, por vil racismo semântico, deixam sistematicamente
de fora. Palavras que, na sua maior parte, estão dicionarizadas e têm
uma utilização muito mais frequente do que qualquer das finalistas.
.
Alguém ouviu, no decorrer deste ano, desabafos do género: "Estes
bandidos do governo levaram-me o 13.º mês. Filhos duma grande
coadopção"? Ou: "Já é a segunda talhada que me dão na reforma. Se fossem
mas era todos para o piropo"? Com quem convivem estes linguistas?
.
Claro que algumas palavras escolhidas tiveram bastante utilização. Por exemplo, "papa", na frase frequente: "Se usarmos sempre a mesma fralda talvez sobre dinheiro para comprar papa".
.
Claro que algumas palavras escolhidas tiveram bastante utilização. Por exemplo, "papa", na frase frequente: "Se usarmos sempre a mesma fralda talvez sobre dinheiro para comprar papa".
.
Ou "corrida", na previsão cada
vez mais comum: "Esta gente, se não toma cuidado, ainda vai ser corrida
à paulada." Mas certas palavras não foram utilizadas de todo.
Irrevogável, por exemplo. Peço desculpa mas não se pode concluir do que
aconteceu que a palavra tenha sido utilizada.
.
Se eu disser: "O meu primo
Serafim é extremamente galocha", duvido que se possa afirmar, com
propriedade, que usei a palavra "galocha".
.
Proferir uma palavra
independentemente do seu significado não deve ser suficiente para que se
diga que a palavra foi utilizada. Mais: irrevogável é uma palavra que
foi popularizada por quem faltou à palavra.
.
A palavra do ano pode ter
saído da boca de quem não tem palavra nenhuma - o que, havendo justiça,
seria até proibido. Sejamos mais exigentes com a língua, piropo!
RICARDO ARAÚJO PEREIRA
RICARDO ARAÚJO PEREIRA
"LÁ SE FORAM OS BONS OFÍCIOS DE RAMOS HORTA O APAZIGUADOR DA NAÇÕS UNIDAS"
"Na Guiné-Bissau ou vai a bem ou a tiro"
MNE guineense explica demissão depois do caso dos sírios
Antena 1
Em declarações à Antena 1, Delfim da
Silva, ministro guineense dos Negócios Estrangeiros, revelou que pôs o
lugar à disposição face aos acontecimentos que envolveram a Guiné Bissau
no transporte de passageiros ilegais num voo da TAP rumo a Lisboa.
Delfim da Silva assinala que não podia ficar indiferente à situação, que
muito feriu a imagem do país.
"POBREZA NAS RUAS DE PORTUGAL"
"Foram todos os que governaram
Portugal desde o 25 de Abril de 1974 pessoas de baixo estofo, que não
conseguiram produzir bens e comida para o Povo que os colocou no
poleiro"
Só o saberemos quando concluirmos o estudo, mas (o atual perfil da
população sem-abrigo) é diferente do que conhecíamos. Estamos a fazer
esta contagem porque nos apercebemos de que havia mudanças nesta
população e que estava a desviar-se do padrão conhecido: homem,
desfiliado, 55 anos e com problemas de saúde mental ou dependências.
Agora encontramos pessoas mais novas, casais e as crianças estão mais
visíveis.
Rita Valadas (responsável pela ação social da SCML) ao Diário de Notícia
....não vemos miragens, vemos viragens".
O impressionante contorcionismo económico, mudar para pior
Ricardo Araújo Pereira
No que diz respeito à economia, quando fazemos a travessia do deserto não
vemos miragens, vemos viragens.
A 6 de Janeiro de 2012, Passos Coelho disse: "2012 será um ano de viragem económica para o País".
A 6 de Janeiro de 2012, Passos Coelho disse: "2012 será um ano de viragem económica para o País".
Depois, a 14 de Agosto, Passos Coelho disse: "2013 será um ano de inversão
da actividade económica em Portugal".
Mais tarde, a 21 de Dezembro, Passos Coelho disse: "2013 será um ano de estabilização e de viragem que preparará o regresso do crescimento em 2014."
Mais tarde, a 21 de Dezembro, Passos Coelho disse: "2013 será um ano de estabilização e de viragem que preparará o regresso do crescimento em 2014."
Ainda em 2012, a 25 de Junho, Paulo Portas tinha dito: "Queria que
soubessem que, sendo 2012 um ano difícil, esperamos uma viragem de crescimento
económico em 2013".
Entretanto, a 23 de Janeiro deste ano, Fernando Ulrich disse: "a emissão
de dívida marca um momento de viragem na economia portuguesa".
No entanto, a 14 de Novembro de 2011, Álvaro Santos Pereira disse: "2012
certamente irá marcar o fim da crise e será o ano da retoma para o crescimento
de 2013 e 2014".
Por outro lado, a 24 de Outubro de 2006, José Sócrates disse: "a economia portuguesa está num momento de mudança e viragem".
Por outro lado, a 24 de Outubro de 2006, José Sócrates disse: "a economia portuguesa está num momento de mudança e viragem".
Mas a 12 de Março de 2006, José Sócrates já havia dito que o seu primeiro ano
de Governo tinha sido "o ano da viragem para Portugal, marcado pelo
regresso da confiança".
A 17 de Junho de 2009, José Sócrates disse: "Estou muito convencido de que a crise se inverterá já em 2010".
A 17 de Junho de 2009, José Sócrates disse: "Estou muito convencido de que a crise se inverterá já em 2010".
Dois meses depois, José Sócrates anunciou "um momento de viragem na
economia portuguesa" que não era "o fim da crise, mas sim o princípio
do fim da crise". A 1 de Junho de 2010, Sócrates registou "sinais positivos da inversão da
tendência do desemprego".
Dois anos depois, a 4 de Maio de 2012, Cavaco disse esperar, apoiado em
indicadores positivos do nosso tecido empresarial, "uma inversão da taxa
de desemprego no segundo semestre" desse ano.
Três meses antes, a 25 de Fevereiro, Cavaco tinha dito: "Em termos de
ambição, seria muito importante que na parte final de 2012 já ocorresse uma
inversão da tendência " recessiva.
Há cinco meses, a 6 de Março, Cavaco disse que a espiral recessiva se mantinha
e acrescentou: "o ano 2013 tem de ser o ano de inversão desta
tendência".
E há duas semanas, a 12 de Julho, Passos Coelho disse que já havia "sinais
de viragem " na economia portuguesa.
Em menos de 10 anos, e tendo em conta apenas a opinião deste punhado de
especialistas, a economia portuguesa já passou por oito viragens e cinco
inversões. Aparentemente, no que diz respeito à economia, quando fazemos a
travessia do deserto não vemos miragens, vemos viragens.
Fazendo a conta, creio que são safanões económicos a mais, e o problema é sem
dúvida agravado pelo facto de haver um número ímpar de inversões e um número
par de viragens
Para um país como Portugal que, à data do início das viragens e inversões, se
encontrava em recessão, passar por um número par de viragens é prejudicial, na
medida em que, terminada a última viragem, o país continua a dar por si voltado
na direcção do empobrecimento.
No âmbito das inversões, aí sim, é possível dizer que a economia se encontra
virada para o progresso. Uma vez que a economia vira um pouco mais vezes do que
inverte, é possível que, não estando tudo na mesma, esteja ligeiramente pior. fonte
Os nossos leitores gostaram igualmente de
ARTIGO COMPLETO: http://apodrecetuga.blogspot.com/#ixzz2nRugtFfK
"LÁ VAI A TAP PARA O "GALHEIRO"
"Lá vamos temos o amigo do Miguel Relvas, o careca colombiano com a nacionalidade brasileira, a concorrer para comprar a TAP"





































Manuel de Almeida/Lusa
O "Diário de Notícias" avança hoje que o ministro Miguel Macedo nomeou Paulo Valente Gomes para oficial de ligação do ministério da Administração Interna na embaixada portuguesa em Paris, um posto que terá sido criado propositadamente e que tem uma remuneração superior a 12 mil euros mensais, o triplo do salário que o ex-diretor nacional da PSP recebia como tal.
"Vamos requerer ao Governo esclarecimentos imediatamente, no início desta semana, sobre esta nomeação. É um cargo que não existe e gostaríamos de perceber por que é que não existia até hoje e por que é que passa a existir, em que condições é que essas funções exercidas e o que é que as justifica", afirmou à Lusa o deputado socialista Marcos Perestrello.
O PS vai aproveitar a ida do ministro na próxima terça-feira ao parlamento para o questionar sobre esta matéria.
"Esperamos que o senhor ministro, na primeira ocasião em que vai ao parlamento desde que este episódio se iniciou, não se refugie no formalismo de a audição ser sobre outra matéria, embora seja conexa", disse Marcos Perestrello.
Miguel Macedo será ouvido na terça-feira à tarde na comissão parlamentar de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias sobre a atuação policial junto dos CTT, em Cabo Ruivo, no dia 28 de novembro, a pedido do PCP e do Bloco de Esquerda.
Marcos Perestrello fala em "silêncio ensurdecedor"
"A maioria chumbou a ida do ministro ao parlamento, alegando que devíamos aguardar pelas conclusões do relatório da Inspeção Geral da Administração Interna para que o senhor ministro se pronunciasse então sobre esta matéria.
.
A verdade é que essas conclusões não são conhecidas, mas já há desenvolvimentos adicionais, porque o Governo entendeu responsabilizar" o então diretor nacional da PSP pelos acontecimentos, "ao que parece, apenas para se desresponsabilizar a si próprio pela condição política de todo o processo", afirmou o também líder da distrital de Lisboa do PS.
"Numa manifestação desta natureza, não nos passa pela cabeça que o Governo não a acompanhe ao minuto e não saiba exatamente o que é que se está a passar e não discuta com as forças de segurança as decisões que são tomadas, ou que pelo menos não tome delas conhecimento imediatamente", sustentou Marcos Perestrello.
Luís Peça Farinha é o novo diretor nacional da PSP
No dia seguinte, o diretor nacional da PSP superintendente Paulo Valente Gomes colocou o seu lugar à disposição.
O comandante da Unidade Especial de Polícia (UEP), superintendente Luís Peça Farinha, foi nomeado o novo diretor nacional da PSP.