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Somos aquilo que sempre hajamos sido. Não mudaremos mesmo com o ladrar dos cães.
domingo, 22 de dezembro de 2013
As capas dos jornais e as principais notícias de Segunda-feira, 23 de Dezembro de 2013.
SITUAÇÃO POLÍTICA NA TAILÂNDIA
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Yingluck
primeiro-ministro viaja de comboio de Udon para Nong Khai enquanto
comícios, de plena paz, ganham intensidade, em Banguecoque e fora de
portas.
BANGUECOQUE:- As ruas da capital tailandesa foram ontem, 22 de Dezembro de 2013, invadidas por milhares de pessoas em protesto anti-governo enquanto simpatizantes da primeiro-ministro Yingluck Shinawatra viajam com ela em uma excursão até ao extremo do nordeste da Tailândia.
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Dezenas de milhares de manifestantes, anti-governo, encenou outro comício em Banguecoque, incluindo um protesto em frente a residência da zeladora primeiro-ministro Yingluck Shinawatra, para colocar pressão sobre ela em demitir-se , enquanto visita seu reduto de apoio político. Líderes do protesto ontem prometeram em seus discursos que iriam mobilizar comícios ao longo do mês, em grande escala, para ocupar Banguecoque se Yingluck permanecer no poder .
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Os manifestantes divididos em mais de uma dúzia de grupos em torno da parte central da capital , incluindo algumas das principais áreas comerciais. Vários milhares de manifestantes cercaram a casa do PM , em meio de um forte fesquema de segurança , no Soi Yothin Pattana 3 , em paralelo com Ekamai - Ramintra expressway, apesar de ela estar distante de Banguecoque
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Yingluck , dissolveu a Câmara em 9 de dezembro e agendou uma eleição para 2 de fevereiro, porém, viaja pelo Norte e Nordeste da Tailândia . Apoiantes de seu partido o Pheu Thai esperaram a senhora aplaudiram-na, na sua passagem, dando-lhe suporte moral.
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No entanto, ela não poderia escapar a delação , um gesto simbólico pelos adversários interessados em expulsá-la e seu irmão , o ex- PM Thaksin , da política. Ela enfrentou -os em quase todas as províncias na viagem atual, de Surin, Yasothon , Buri Ram, e Nong Khai ontem.
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No caminho para o almoço em Nong Khai , cerca de sete manifestantes cumprimentaram Yingluck e levantando uma bandeira tailandesa , soprando apitos e gritando " Fora! Fora! "
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Durante sua viagem de comboio a partir de Udon Thani para Nong Khai,foram foram monitorizados seus movimentos através do iPad , que estava ligada a sinais de um circuito de câmara em sua casa através da Internet. Ela admitiu que estava preocupado com as manifestações em Banguecoque, e passou uma mensagem para sua equipa para transmitir aos manifestantes que o dono da casa não estava lá.
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A maioria de suas actividades, nas províncias, foram visitas aos moradores e pagar o respeito aos monges reverenciados e fazendo mérito. Ela apareceu feliz quando cercado por seus partidários . Depois de libertar os peixes em Nong Bua Lampu ontem ela disse a um jornalista com um sorriso " Agora estou mais feliz. "
.Ontem pernoitou em Loei. Uma fonte da Pheu Thai disse que a primeiro-ministro, se iria concentrar em fazer viagens nas províncias , principalmente do Norte e Nordeste , e pode não voltar a Banguecoque até o Ano Novo .
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A PM postou uma foto dela abraçando seu filho com a legenda : "Estou inspecionando o trabalho em muitas províncias do nordeste e tenho muitas missões para fazer cada dia Pelo menos eu tenho o meu filho Damos a dar-me apoio moral. . . "
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Enquanto isso, o secretário-geral PDRC Suthep Thaugsuban levou dezenas de milhares de manifestantes, em um comício vibrante e animada, através de cinco grandes sitios de Banguecoque, bloqueando o tráfego e transformando partes de ruas da cidade repletas de multidões de pessoas durante o dia após o principal partido da oposição declararam boicote de eleições antecipadas de Fevereiro.
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Simpatizantes de Suthep realizaram outra mega- manifestação a pé a partir da Avenida Rajdamnoen to Wong Wian Yai em procura do apoio de moradores de Thonburi para derrubar o governo de Yingluck .
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Ambos os lados das ruas por onde os manifestantes marcharam estavam cheias de simpatizantes, animá-los. Alguns apitavam e outros acenavam a bandeira nacional, enquanto outros ofereciam donativos a Suthep, que carregava um saco preto onde era depositado o dinheiro .
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Suthep cumprimentou os manifestantes e levantou o punho , como um gesto de luta. Ele liderou a multidão para se juntar aos que no local do comício Lumpini cruzando Sathorn Bridge, em seguida, tomou um atalho para norte Sathorn e Silom . Ele se juntou a quatro locais principais - Asoke , Ratchaprasong , Pathumwan e Monumento da vitória - antes de retornar ao Monumento da Democracia.
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Suthep disse que o número de manifestantes foi maior que o esperado. E mais que tomar as ruas para encerrar a capital dentro de mais sete a 10 dias , se o governo teimosamente aderiu ao poder. Mudado o plano de tomar o BTS ( Skytrain ) e MRT metro e viajou numa motocicleta, em vez disso, porque os trens estavam lotados .
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Vários manifestantes que falaram ao The Nation disseram que iriam participar em outros comícios se Suthep os chama-se - mesmo depois do Ano Novo . Um disse: " Nós não podemos deixar o assunto pela metade . Vou juntar-me a iso até o fim. "
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Ratchaprasong estava lotado de manifestantes de manhã. A maioria tinha chegado no local pelo BTS (Sky train) . O ex- modelo Ornapa Krisadee ou " Mah " estava entre os atores e atrizes que subiu ao palco da manifestação.
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Principal conselheiro democrata Chuan Leekpai levou colegas da sede do partido para o site rali Democracy Monument.
-- The Nation 2013-12-23
Tradução:José Martins com ajuda da Google tradutor
Mariah Carey em Angola: Um milhão de dólares encharcados de sangue
Por:
Hermínius Lusitano
A cantora norte-americana Mariah Carey recebeu um milhão de dólares para
atuar numa gala solidária da Cruz Vermelha, em Luanda, o que tem
motivado críticas.
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Atuou numa gala da Cruz Vermelha, em Luanda, patrocinada pela Unitel, da filha de José Eduardo dos Santos. O espectáculo de Mariah Carey durou cerca de duas horas
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Atuou numa gala da Cruz Vermelha, em Luanda, patrocinada pela Unitel, da filha de José Eduardo dos Santos. O espectáculo de Mariah Carey durou cerca de duas horas
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O espectáculo patrocinada pela operadora móvel Unitel, de Isabel dos
Santos, filha do presidente angolano, aconteceu na segunda-feira numa
tenda do Hotel de Convenções de Talatona (HCTA) e juntou vários
artistas angolanos, além da estrela americana. A gala solidária contou
também com um leilão, que incluiu um dos vestidos usados pela cantora
durante a noite.
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"É o triste espectáculo de uma artista internacional comprada por um
estado policial implacável para entreter e branquear a CLEPTOCRACIA de
pai e filha, que acumulam biliões de dólares em riqueza ilicita,
enquanto a maioria de Angola vive com menos de dois dólares por dia", declarou o presidente da Fundação "Human Rights", Thor Halvorssen.
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Segundo
a revista "Platina Line", durante duas de espectáculo Mariah Carey
interpretou alguns dos temas mais conhecidos como "Touch My Body", "We
Belong Together","Hero" e aproveitou para agradecer a presença do
presidente angolano.
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"Estou muito feliz e entusiasmada, é um prazer cantar para o presidente
de Angola, José Eduardo dos Santos", afirmou a cantora, que teve ainda
oportunidade de posar em fotografias com a família Eduardo dos Santos.
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Esta já não é a primeira vez em que a Mariah Carey é criticado por
cantar para presidentes polémicos ou ditadores. Esta situação acontece
cinco anos depois da cantora ter pedido desculpa por dar um concerto
para a família do ex-ditador líbio Muammar Kadhafi.
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Em junho, Mariah Carey cantou também os parabéns para o ditador do Turmequistão, o que gerou novas críticas.
Em junho, Mariah Carey cantou também os parabéns para o ditador do Turmequistão, o que gerou novas críticas.
expresso
Fotos foram retitadas da net
Fotos foram retitadas da net
Prescindíveis
O
Estado gasta 80% da receita em salários, pensões e vários subsídios
sociais. Para diminuir o défice, é preciso diminuir a despesa, porque
aumentar a receita, aumentando impostos, deixa a economia debaixo de
água e prolonga a crise indefinidamente, ainda quando haja no mundo quem
se atreva a emprestar um tostão a um país falido e sem emenda à vista.
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O Governo
propôs diminuir 10% ao que até hoje os pensionistas recebiam, que já era
pouco. Isto levantou um protesto ardente e o Tribunal Constitucional
impediu que a medida se tornasse lei. Sempre com uma vénia ao tribunal, a
direita declarou que se resignava e que iria procurar uma alternativa
aos 400 milhões de euros que de repente lhe tiravam do bolso. As
discussões jurídicas não interessam aqui, nem os cálculos financeiros
dos peritos que por aí proliferam.
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O que interessa
perceber é como se chegou a um ponto em que 80% da receita do Estado
vai para funcionários e pensionistas. Deve ser, tem de ser, uma enorme
quantidade de gente; e em princípio não se consegue imaginar que um país
tão pequeno como Portugal realmente precise de tantas cabecinhas para o
administrar (mesmo se contarmos com a Saúde e a Educação). A tão
badalada "reforma do Estado" servia na origem para diminuir o
funcionalismo, racionalizar a gestão e aliviar a economia do peso morto
das contribuições.
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Como todos se
lembram, acabou mal e ficou só a multidão imensa de protegidos públicos,
cada vez com menos dinheiro e, manifestamente, mais desesperada. Que
fazer com ela? A única ideia que ocorreu ao Governo foi não tocar em
nada de substantivo e continuar em mais pobre o que existia antes.
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Consta hoje que
Vítor Gaspar compreendeu a tempo a futilidade e o perigo desse idiótico
exercício e tratou de se recolher ao Banco de Portugal. Os que ficaram
com certeza não compreenderam que perderiam fatalmente uma guerra contra
o funcionalismo e os pensionistas. Por detrás do Tribunal
Constitucional, além da Constituição, estão literalmente milhões de
portugueses que já decidiram resistir até ao fim. Afinal de contas, que
remédio têm senão defender a pele até à última extremidade? Mario Draghi
já profetizou que a denominada "austeridade" iria durar 15 anos.
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Experimente
qualquer membro do poder que nos rege tirar 15 anos da sua vida e veja o
que fica; a invectiva e o nevoeiro que cobrem a batalha da "crise"
pouco a pouco criaram soldados sem armas, nem destino, que o país não
segue e começa a esquecer. São prescindíveis.
Por Vasco Pulido Valente
"UM PAÍS SIDO GOVERNADO POR HEROIS DE NADA"
(O texto a seguir não foi produzido por este blogue)
PORTUGAL: QUE FUTURO?
Trinta e cinco anos de vida.
Filho de gente humilde. Filho da aldeia. Filho do trabalho. Desde criança fui pastor, matei cordeiros, porcos e vacas, montei móveis, entreguei roupas, fui vendedor ambulante, servi à mesa e ao balcão. Limpei chãos, comi com as mãos, bebi do chão e nunca tive vergonha. Na aldeia é assim, somos o que somos porque somos assim.
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Cresci
numa aldeia que pouco mais tinha que gente, trabalho e gente
trabalhadora. Cresci rodeado de aldeias sem saneamento básico, sem água,
sem luz, sem estradas e com uma oferta de trabalho árduo e feroz.
Cresci numa aldeia com valores, com gente que se olha nos olhos, com
gente
solidária, com amigos de todos os níveis, com família ali ao lado.
Cresci com amigos que estudaram e com outros que trabalharam. Os que
estudaram, muitos à custa de apoios do Governo, agora estão
desempregados e a
queixarem-se de tudo.
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Os
que sempre trabalharam lá continuam a sua caminhada, a produzir para o
país e a pouco se fazerem ouvir, apesar de terem contribuído para o
apoio dos que estudaram e a nada receberem por produzir. Cresci a ouvir
dizer que éramos um País em Vias de Desenvolvimento
e... de repente éramos já um País Desenvolvido, que depois de entrarmos
para a União Europeia o dinheiro tinha chegado a "rodos" e que passamos
de pobretanas a ricos "fartazanas". Cresci assim, sem nada e com tudo.
E agora, o que temos nós?
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E agora, o que temos nós?
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1.
Um país com duas imagens. A de Lisboa: cidade grandiosa, moderna, com
tudo e mais alguma coisa, o lugar onde tudo se decide e onde tudo se
divide, cidade com passado, presente e futuro. E a do interior do país,
território desertificado, envelhecido, abandonado, improdutivo,
esquecido, pisado.
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2.
Um país de vícios. Esqueceram-se os valores, sobrepuseram-se os
doutores. Não interessa a tua
história, interessa o lugar que ocupas. Não interessa o que defendes,
interessa o que prometes. Não interessa como chegaste lá, mas sim o que
representas lá. Não interessa o quanto produziste, interessa o que
conseguiste. Não interessa o meio para atingir o fim, interessa o que me
podes dar a mim. Não interessa o meu empenho, interessa o que obtenho.
Não
interessa que critiquem os políticos, interessa é estar lá. Não
interessa saber que as associações de estudantes das universidades são o
primeiro passo para a corrupção activa e passiva que prolifera em todos
os sectores políticos, interessa é que o meu filho esteja lá. Não
interessa saber que as autarquias tenham gente a mais, interessa é que
eu pertença aos quadros. Não interessa ter políticos que passem primeiro
pelo mundo do trabalho, interessa é que o povo vá para o...
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3. Um país sem justiça. Pedófilos que são condenados e dão aulas passados uns dias. Pedófilos que por serem políticos são pegados em ombros e juízes que são enviados para as catacumbas do inferno. Assassinos que matam por trás e que são libertados passados sete anos por bom comportamento! Criminosos financeiros que escapam por motivos que nem ao diabo lembram. Políticos que passam a vida a enriquecer e que jamais têm problemas ou alguém questiona tais fortunas. Políticos que desgovernam um país e "emigram" para Paris. Bancos que assaltam um país e que o povo ainda ajuda a salvar. Um povo que vê tudo isto e entra no sistema, pedindo favores a toda a hora e alimentando a máquina que tanto critica e chora.
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3. Um país sem justiça. Pedófilos que são condenados e dão aulas passados uns dias. Pedófilos que por serem políticos são pegados em ombros e juízes que são enviados para as catacumbas do inferno. Assassinos que matam por trás e que são libertados passados sete anos por bom comportamento! Criminosos financeiros que escapam por motivos que nem ao diabo lembram. Políticos que passam a vida a enriquecer e que jamais têm problemas ou alguém questiona tais fortunas. Políticos que desgovernam um país e "emigram" para Paris. Bancos que assaltam um país e que o povo ainda ajuda a salvar. Um povo que vê tudo isto e entra no sistema, pedindo favores a toda a hora e alimentando a máquina que tanto critica e chora.
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4.
*Um país sem educação. Quem semeia ventos colhe tempestades. Numa época
em que a sociedade global apresenta níveis de exigência altamente
sofisticados, em Portugal a educação passou a ser um circo. Não se podem
reprovar meninos mimados. Não se pode chumbar os malcriados. Os alunos
podem bater e os professores nem a voz podem levantar. Entrar na
universidade
passou a ser obrigatório por causa das estatísticas. Os professores saem
com os alunos e alunas e os alunos mandam nos professores. Ser
doutor, afinal, é coisa banal.
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5. Um país que abandonou a produção endógena. Um país rico em solo, em clima e em tradições agrícolas que abandonou a sua história. Agora o que conta é ter serviços sofisticados, como se o afamado portátil fosse a salvação do país. Um país que julga que uma mega fábrica de automóveis dura para sempre. Um país que pensa que turismo no Algarve é que dá dinheiro para todos. Um país que abandonou a pecuária, a pesca e a agricultura. Que pisa quem ainda teima em produzir e destaca quem apenas usa gravata. Um país que proibiu a produção de Queijo da Serra artesanal na década de 90 e que agora dá prémios ao melhor queijo regional. Um país que diz ser o do Pastel de Belém, mas que esquece que tem cabrito de excelência, carne mirandesa maravilhosa, Vinho do Porto fabuloso, Ginginha deliciosa, Pastel de Tentugal tentador, Bolo Rei português, Vinho da Madeira, Vinho Verde, lacticínios dos Açores e Azeite de Portugal para vender. E tanto, tanto mais... que sai da terra e da nossa história.
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6. Um país sem gente e a perder a alma lusa. Um país que investiu forte na formação de um povo, em engenharias florestais, zoo técnicas, ambientais, mecânicas, civis, em arquitectos, em advogados, em médicos, em gestores, economistas e marketeers, em cursos profissionais, em novas tecnologias e em tudo o mais, e que agora fecha as portas e diz para os jovens emigrarem. Um país que está desertificado e sem gente jovem, mas com tanta gente velha e sábia que não tem a quem passar tamanha sabedoria. Um país com jovens empreendedores que desejam ficar mas são obrigados a partir. Um país com tanto para dar, mas com o barco da partida a abarrotar. Um país sem alma, sem motivação e sem alegria. Um país gerido por porcaria. E agora, vale a pena acreditar? Vale. Se formos capazes de participar, congregar novos ideais sociais e de mudar. Porquê acreditar? Porque oitocentos anos de história, construída a pulso, não se destroem em 40 anos. Porque o solo continua fértil, o mar continua nosso, o sol continua a brilhar e a nossa alma, ai a nossa alma, essa continua pura e lusitana e cada vez mais fácil de amar.
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5. Um país que abandonou a produção endógena. Um país rico em solo, em clima e em tradições agrícolas que abandonou a sua história. Agora o que conta é ter serviços sofisticados, como se o afamado portátil fosse a salvação do país. Um país que julga que uma mega fábrica de automóveis dura para sempre. Um país que pensa que turismo no Algarve é que dá dinheiro para todos. Um país que abandonou a pecuária, a pesca e a agricultura. Que pisa quem ainda teima em produzir e destaca quem apenas usa gravata. Um país que proibiu a produção de Queijo da Serra artesanal na década de 90 e que agora dá prémios ao melhor queijo regional. Um país que diz ser o do Pastel de Belém, mas que esquece que tem cabrito de excelência, carne mirandesa maravilhosa, Vinho do Porto fabuloso, Ginginha deliciosa, Pastel de Tentugal tentador, Bolo Rei português, Vinho da Madeira, Vinho Verde, lacticínios dos Açores e Azeite de Portugal para vender. E tanto, tanto mais... que sai da terra e da nossa história.
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6. Um país sem gente e a perder a alma lusa. Um país que investiu forte na formação de um povo, em engenharias florestais, zoo técnicas, ambientais, mecânicas, civis, em arquitectos, em advogados, em médicos, em gestores, economistas e marketeers, em cursos profissionais, em novas tecnologias e em tudo o mais, e que agora fecha as portas e diz para os jovens emigrarem. Um país que está desertificado e sem gente jovem, mas com tanta gente velha e sábia que não tem a quem passar tamanha sabedoria. Um país com jovens empreendedores que desejam ficar mas são obrigados a partir. Um país com tanto para dar, mas com o barco da partida a abarrotar. Um país sem alma, sem motivação e sem alegria. Um país gerido por porcaria. E agora, vale a pena acreditar? Vale. Se formos capazes de participar, congregar novos ideais sociais e de mudar. Porquê acreditar? Porque oitocentos anos de história, construída a pulso, não se destroem em 40 anos. Porque o solo continua fértil, o mar continua nosso, o sol continua a brilhar e a nossa alma, ai a nossa alma, essa continua pura e lusitana e cada vez mais fácil de amar.
O DESEJO DE ESPERANÇA A TODOS QUE NOS TÊM LIDO
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Nas
proximidades de terminar o ano cão/português (2013) desejamos aos
nossos leitores que não percam a esperança de verem, como nós, pelas
costas a "reles" gente que aos portugueses têm levado couro e cabelo.
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Gente
sem vergonha na cara que nos aldrabam quotidianamente. Seria
necessário que o sistema político do nosso país fosse eliminado de uma
vez para sempre e dada a oportunidade a nova gente com outras ideias e
progressitas.
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Segue
por aí uma "rapaziada" há mais 20,30 e 40 anos a chuparem do erário
público quando deles, apenas, tivemos palavras ocas e bacocas.
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São iguais a caruncho que entra na arca do celeiro e acaba por destruir o cereal. Tenhamos
esperança que é o que nos resta. O nosso país, deste o "tal" 25 de
Abril de 1974, já esteve na bancarrota, que a simularam com empréstimos
ao FMI, por três vezes.
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Os
portugueses, vão continuar a ouvir as balelas do Passos, do Portas, do
Sócrates, do Seguro e de outros que seguem por aí a "mamar" e Portugal
vai continuar a ser infestado pela miséria, eternamente e a receber
"miolas" dos países ricos da União Europeia.
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Inseriram
Portugal no clube dos ricos e seguem, como turistas a correr para
Bruxelas, imbecibilizados, a cheirar o traseiro a D.Merkel e, também a
venderem a "pataco" o pouco que ainda temos.
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Temos
homens e mulheres com cerca de 40 anos que nunca tiveram um emprego
fixo e outros partem para o estrangeiro em procura de uma
oportunidade.
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Nessas
novas terras de acolhimento vão encontrar barreiras: a língua,
segregação e sujeitarem-se a certos trabalhos para sobreviverem.
José Martins




























