Somos aquilo que sempre hajamos sido. Não mudaremos mesmo com o ladrar dos cães.
terça-feira, 14 de janeiro de 2014
Eusébio e o Panteão
Girondinismo e jacobinismo
10/01/2014
O Panteão moderno, como quase tudo que é mau, foi
inventado pela Revolução Francesa e pelas pomposas trasladações do pintor
David. Mas, planeado para celebrar os deuses do novo renascimento da
humanidade, o Panteão começou logo a dar sarilhos. Voltaire, o primeiro que lá
entrou, conseguiu uma certa unanimidade. Mas Mirabeau, o segundo, acabou por
ser rapidamente retirado, quando se descobriu que trabalhava para a Corte, e
recebia dinheiro por isso.
.
Para o substituir, os Jacobinos escolheram Marat, um
terrorista assassinado por um virago virtuoso, Charlotte Corday. Felizmente,
também este símbolo desapareceu com a fragorosa queda de Robespierre. E dali em
diante, nem o Directório nem Napoleão mostraram um interesse particular em
entronizar heróis. Parece que os mortos dividiam tanto como os ricos.
.
Como, de resto, demonstra o nosso Panteão, onde vários
Governos recolheram uma extraordinária colecção para edificar a Pátria: Almeida
Garrett, Amália Rodrigues, Aquilino Ribeiro, Guerra Junqueiro, Humberto
Delgado, João de Deus, Manuel Arriaga, Óscar Carmona, Sidónio Paes, Teófilo
Braga. Numa palavra, alguns símbolos (menores) do anticlericalismo, da
Maçonaria e da República, que, ainda por cima, muitas vezes se detestavam e se
guerreavam; e no meio disto Humberto Delgado, dois ditadores e uma cantora de
fados, que não se percebe como acabaram numa sociedade tão esotérica e
exclusiva. Se os mortos falassem, com certeza que estes mortos não se falariam.
.
Como se calculará, esta conversa vem a propósito do
voto da Assembleia da República, que determina o depósito de Eusébio no
Panteão. Contra a qual tenho quatro ou cinco objecções. Por um lado, não me
cheira que Eusébio gostasse de se ver naquela companhia.
.
Por outro, ninguém lhe pediu autorização para esse
exercício de propaganda dos políticos, que ele talvez não apreciasse. E há
mais. Há que Eusébio era um génio da sua profissão e de repente (tirando
Garrett e Amália) o rodeiam de uma série de mediocridades, que nunca se
distinguiram por terem ajudado a humanidade ou os portugueses.
.
Sim, senhor, Eusébio merece um Panteão. Mas não
aquele. Um Panteão no estádio do Benfica, ou perto dali, que as pessoas
pudessem visitar sem medo de se irritar ou contaminar. Quanto ao Panteão
Nacional, do que ele precisa com urgência é de um “saneamento” sucessivo, que o
aproxime um pouco da realidade.
MÃO AMIGA MANDOU-ME FOTOGRAFIAS, DO PORTO, DESCONHECIDAS"
.
O Porto para mim, enquando por ali
andei, foi um poema. Contei-o tal qual conforme o haja visto..... É um
documento vivo que lembra o Memórias da Minha Infância. José Martins
Para "Memórias da Minha Infância" no Porto
Clique nas bandeirinhas
Construções e demolições
Finalizada em 1957 a Câmara Municipal do Porto levou 37 anos a ser construida, tendo as obras parado várias vezes e o projecto sido alterado outras tantas.
Lembra-me
de parte da construção da camâra do campo cevoluto dos correios e da
Travessa da Cancela Velha, que dava para a Formosa, onde o Machado
Aldrabão vendia a Pomada Santa de Giboia... Havia o Norte Desportivo e o
depósito das Águas das Pedras e Vidago
Câmara do Porto vista da torre da Igreja da Trindade
Construção da Praceta 25 de Abril no local onde existia o palacete e os amplos jardins da Família Cal Brandão - 1970
Depois da merda do 25 de Abril não me lembra de nada!!!
Construção da Estação de S. Bento em 1890 e túnel para Campanhã demolindo um gigantesco maciço granítico.
.
Quando iniciei a minha carreira de marçano na Casa Arcozelo, na Rua do Loureiro nº 46 a estação de S.Bento era uma jovem de 55 anos...Tantas e mais vezes através aquela gare... sem nunca me aperceber da beleza daquela catedral de azulejos portugueses... Conhecia-se por ali toda a gente... até os mãozinhas leves que surripiava as carteiras aos parolos de "lá-de-xima" que vinham ao Porto comprar uma fatiota ou outras coisitas...
Quando iniciei a minha carreira de marçano na Casa Arcozelo, na Rua do Loureiro nº 46 a estação de S.Bento era uma jovem de 55 anos...Tantas e mais vezes através aquela gare... sem nunca me aperceber da beleza daquela catedral de azulejos portugueses... Conhecia-se por ali toda a gente... até os mãozinhas leves que surripiava as carteiras aos parolos de "lá-de-xima" que vinham ao Porto comprar uma fatiota ou outras coisitas...
Inicio da construção da Avenida da Republica em Gaia - 1923
Demolições, para dar lugar à Praça D. João I - 1940
Mas
lembro-me a construção do arranha-céus do armazenista Mauricio
Macedo.... O Edificio do Banco Atlântico do lado oposto seria para mais
tarde...
Bem
me lembra a abertura do Túnel da Ribeira que encurtava a distância da
rua de S.Joáo para a Ponte D.Luis.Lembro-me do Duque da Ribeira, um
homem baixinho e que retirava, do rio, com fateixas os cadáveres de
pessoas que lançavam do tabuleiro superior da Ponte de D.Luis. Maior
parte raparigas que tinham sido desonradas pelos namorados e não
suportavam a vergonha... Lembro-me, também, do termo da vida do sr.
Soares da Tabacaria Soares da Praça da Batalha que não morreu de
imediato, mas viria a falecer no hospital de Santo António.
Construção da Ponte de D. Luis - 1883
Construção da Avenida da Ponte, acesso à ponte de D. Luis - 1954
.
Ainda me recorda a avenida da ponte ser um morro e haver (virado da Almeida Garrett para Gaia) haver a rua Corpo da Guarda, completa e a Casa de Tia número 30, famosa, cujo proprietário era o "Manso" um homem, extremamente, gordo que era gozado pela malta das redondezas. Havia outra rua lado esquerdo (não me lembro o nome do lado esquerdo que ligava ao Largo da Cividade e a ligação da Ponte D.Luis para a Almeida Garrett. Rua íngreme, com tabernas, Casas de Tias cujas raparigas estava à porta a chamar os clientes. Havia uma taberna de nome Stadium onde eu, com 11 anos, levava caixas de cerveja Cristal e laranjada Invicta. As raparigas da vida, atrevidas, faziam as maiores judiarias as catraios, iguais a mim e palavras semelhantes: "anda cá meu menino que eu vou tirar-te os três.....". Era então um Porto castiço, badalhoco e de baldadas de água das janelas das casas de tia para a rua...Porto malcriado onde se ouvia a cada passo" "vem cá meu filho da puta que quando vier o corno do teu pai vou fazer-lhe queixa de ti...." (Era a mãe a ralhar para o filho). Era a zona da Sé de ruas fedorentas a cheirar a mijo e a merda... Toda a ralé do Porto, arredores, Douro e Minho ali parava.
Ainda me recorda a avenida da ponte ser um morro e haver (virado da Almeida Garrett para Gaia) haver a rua Corpo da Guarda, completa e a Casa de Tia número 30, famosa, cujo proprietário era o "Manso" um homem, extremamente, gordo que era gozado pela malta das redondezas. Havia outra rua lado esquerdo (não me lembro o nome do lado esquerdo que ligava ao Largo da Cividade e a ligação da Ponte D.Luis para a Almeida Garrett. Rua íngreme, com tabernas, Casas de Tias cujas raparigas estava à porta a chamar os clientes. Havia uma taberna de nome Stadium onde eu, com 11 anos, levava caixas de cerveja Cristal e laranjada Invicta. As raparigas da vida, atrevidas, faziam as maiores judiarias as catraios, iguais a mim e palavras semelhantes: "anda cá meu menino que eu vou tirar-te os três.....". Era então um Porto castiço, badalhoco e de baldadas de água das janelas das casas de tia para a rua...Porto malcriado onde se ouvia a cada passo" "vem cá meu filho da puta que quando vier o corno do teu pai vou fazer-lhe queixa de ti...." (Era a mãe a ralhar para o filho). Era a zona da Sé de ruas fedorentas a cheirar a mijo e a merda... Toda a ralé do Porto, arredores, Douro e Minho ali parava.
Abraço ao meu velho amigo Pedroso Lima
"SICILIANOS E CAMORRANIANOS NÃO DIFEREM!!!"
.
SALAZAR é que se RI disto tudo. Ditadura, mas honesto, nas contas do Estado.
Morreu pobre. Mas deixou ouro, dinheiro, déficit quase a zero.
SALAZAR é que se RI disto tudo. Ditadura, mas honesto, nas contas do Estado.
Morreu pobre. Mas deixou ouro, dinheiro, déficit quase a zero.
|
"A MINHA RAZÃO DE O APELIDAR DE BARDAMERDA..."
Portas compara Cavaco a Salazar. E define políticos como medíocres.
Clique a seguir e ouça o "girote"
CDS: "LEITÕES DA MEALHADA COM TODOS"
.
"MEALHADA FORA DA ROTA, GASTRONÓMICA, DO PARTIDO CDS"
Pois claro que os capangas ou seja aquela malta
escolhido a dedo e apoiantes de um “maricas” ao qual eu e muito bem achei, lhe
darei, o nome de Portas bardamerda viajaram do Algarve à Mealhada a fim de
participarem num ´loby´ onde os assuntos, tratados, seriam mais uma vez, eleger,
como chefe da quadrilha de chulos/salteadores, um maricão, que nos assuntos da
políticas já segue, sem razão, há uma dúzia e mais um ano.
.
Ora pois bem os de lá de baixo, das terras que foram
ocupadas pela moirama, habituados mais a alfarroba do que a carnes sucolentas
do leitão à moda da mealhada, o Portas bardamerda obsequiou-os com uma viagem às
terras, barrentas da bairrada, para menimizar, a do estômago, fome malvada.
.
Mas a factura na Mealhada e na “Meta dos Ladrões” saiu
pela culatra e na memória fica, ao capanguita, (que a liquidou por conta do
CDS) que não é saudável viajar até à terra dos cá te esperam, leitões, com
parca guita.
.
EPÍLOGO: O próximo debate na AR, pelo Pires do CDS e
antes do marketing da cerveja Super Bock será, mais uma vez, o benemérito
debate da redução, na restauração, de meio por cento do IVA para no futuro não
surjam dissabores (ao CDS) como o presente, na "Meta dos Ladrões”.
" A RAPAZIADA DO BARDAMERDA DO PORTAS E AS MÁS MEMÓRIAS DA MEALHADA"
Especialidade da casa: leitão com eles no sítio
https://www.facebook.com/cdsalgarve/posts/567330263353540
https://www.facebook.com/cdsalgarve/posts/567330263353540
Uma maçada na Mealhada, "ipsis verbi" [sic]
https://www.facebook.com/cdsalgarve/posts/567330263353540
https://www.facebook.com/cdsalgarve/posts/567330263353540
"E ASSIM OS BOYS DO "BARDAMERDA" PORTAS PAGARAM OS LEITÕES NA MEALHADA"
"Restaurante da Mealhada que se sente roubado pelo Governo cobra refeições a mais ao CDS"
14 Janeiro 2014,
01:33 por Jornal de Negócios | jng@negocios.pt
“Os delegados do CDS Algarve ao Congresso foram
assaltados num conhecido restaurante localizado na Mealhada”. É desta
forma que começa um “post” publicado na página de Facebook do CDS
Algarve, onde se explica que, numa pausa para comerem, após o Congresso
do Partido, os congressistas algarvios tiveram de pagar 19 refeições
quando só tinham consumido 15.
.
Numa publicação feita esta segunda-feira na sua página da rede social Facebook,
o CDS Algarve explica o que aconteceu: “Contamos em duas linhas a
mirabolante aventura que alguns congressistas sofreram ontem, domingo,
no seu regresso ao Algarve”.
.
“Atraídos pela famosa boa gastronomia e normal hospitalidade da
Mealhada, resolveu um grupo de 15 congressistas parar num conhecido
restaurante daquela localidade para degustar o famoso pitéu convivendo
desta forma antes da longa viagem até suas casas.
.
O leitão veio a
contento dos comensais, a vitória do Benfica ajudou à festa, e no final,
apresentada a conta, que apesar de ser considerada exagerada, foi
paga”.
.
Até aqui, tudo parecia “normal”. No entanto, “já no exterior do
restaurante, e apercebendo-se de serem apenas 15 e que a conta que
tinham acabado de pagar contabilizava 19 refeições, tentou um dos
membros do grupo esclarecer o erro e que o mesmo fosse corrigido pelo
restaurante”. Nada feito.
.
E o relato prossegue: “A justificação do responsável pelo restaurante
foi a seguinte: tendo-se ele apercebido que eram do CDS e, como tal,
apoiantes do governo - e aqui cito ipsis verbi as palavras proferidas
–‘desse governo que nos rouba, então para me defender eu também os roubo
a vocês’!!!”
.
Solicitado o livro de reclamações o mesmo não foi facultado, a
quantia cobrada a mais não foi devolvida, pelo que irá aquele grupo de
algarvios apresentar queixa na justiça, refere o “post” no Facebook.
.
“Entretanto aqui fica o alerta: se forem à Mealhada, das duas uma: ou
não dizem que são do CDS, ou então escolham outro restaurante. Na META
DOS LADRÕES não são bem-vindos”, conclui.









































