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Ana Gorjão Henriques,
pragmática, profissionalmente sabedora do míster de arte de receber gente de
todos os níveis sociais chegados, a seu local de trabalho, de diversos países
do mundo.
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Gente de Portugal espalha-se pelas sete partidas de globo terrestre de grande
valor e parte, anónimamente, vai exercendo profissões de alto nível que é o
caso de Ana Gorjão e um pouco, mais, ao sul encontra-se o chefe de cozinha Miguel Cirne
que no passado mês de setembro (2013) participou, em Banguecoque, no
prestigiosa competição “Iron Chief"AQUI exibido, durante uma hora, num canal de televisão de Banguecoque e visto por
milhões de pessoas e o nome de “Portuguet” (Portugal) pronunciado várias vezes.
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Mas antes de revelarmos o actividade de Ana Gorjão
Henriques teremos imenso prazer de referenciar, aqui, que Portugal, a
minúscula parcela, ocidental, da Europa, virada para o mar foi o primeiro país
a reactar relações diplomáticas, comerciais e de navegação com o Reino do Sião
em 1511.
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Na Tailândia os portugueses estabeleceram-se (note-se como
gente amiga, de bem e nunca como
colonizadores, porque esta arte a gente lusa não a haja aprendido), por cerca
de século e meio sem outro país da Europa conhecer a Tailândia.
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Por 249 anos (1511-1767) os portugueses, na segunda capital
da Tailândia, Ayuthaya, ajudaram Reis na conservação da soberania, no
manejamento de armas, na construção de fortes, outras artes trazidas de
Portugal onde se inclui a cozinha portuguesa cujo algumas especialidades se
mantêm até aos dias hoje e a mais popular é o Foi Tong (fio de ovos) que se
confecciona e vende por todo o reino.
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Rodamos, em viatura própria, 800 quilómetros de Banguecoque
a Krabi, sul da Tailândia, onde Ana Gorjão Henriques é directora-geral do estância
balnear “Phulay Bay, a Ritz Carlton Reserve”, cuja gestão total e a direcção
de 240 pessoas, que exercem diversas actividades relativas ao seu funcionamento,
é de sua responsabilidade.
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Só uma mulher de grande energia e inteligência, falando várias línguas pode
absorver tamanha responsabilidade de dirigir uma unidade, hoteleira, do grupo
internacional “Ritz Carlton, cuja imagem de prestígio de turismo de qualidade,
se espalha pelo mundo.
A indicação que nos levou, três quilómetros depois, ao encontro de Ana Gorjão Henriques e ao império, turístico que dirige
Rodamos
de Banguecoque à Baía Phulay - Krabi cerca de 800 quilómetros. Pelo
caminho encontramos a paisagem verde, imensa, quase sem fim, matas de
árvores de borracha, palmares, coqueirais e o tráfego constante de
grandes camiões que bem denotam o desenvolvimento constante da
Tailândia.

Espectacular panorâmica, aérea, da estância balnear, "Phulay Bay, a Ritz Carlton Reserve",em Krabi sul da Tailândia.Neste complexo de grande luxo e disperso plena floresta vírgem. Um paraíso banhado pelo Mar de Andaman.

Espectacular panorâmica, aérea, da estância balnear, "Phulay Bay, a Ritz Carlton Reserve",em Krabi sul da Tailândia.Neste complexo de grande luxo e disperso plena floresta vírgem. Um paraíso banhado pelo Mar de Andaman.
A porta de entrada dos hóspedes e a nossa também para o "Phulay Bay, a Ritz Carloton Reserve"
Estamos
perante uma arquitectura de estilo marroquino/árabe que ao primeiro
olhar nos surge pesada pelas altas e grossas paredes....
.....mas
aquela impressão que tivemos antes de paredes altas e robustas, da
entrada, logo se aparta de nós quando saimos do caminho, estreito e
entramos neste cenário que consideramos das mil e noites sem fim. Dá-nos
a sensação, mesmo pisando alpondras, estarmos a caminhar em cima da
água a espelhar a nossa figura.
Ao fundo espera por nós uma jovem lindíssima, trajando de branco que
nos oferece uma deliciosa e fresca bebida com paladar a limão. Trocamos breves palavras e no meio destas perguntei-lhe a sua nacionalidade que nos disse ser de nacionalidade russa.

.... inicio, então, a minha visita ao paraíso plantado na floresta virgem de pequeno carro eléctrico conduzido por uma jovem tailandesa a Ying a quem Ana Gorjão Henriques me entregou, para ser a nossa guia.
Fim da 1ª parte
.... inicio, então, a minha visita ao paraíso plantado na floresta virgem de pequeno carro eléctrico conduzido por uma jovem tailandesa a Ying a quem Ana Gorjão Henriques me entregou, para ser a nossa guia.
Fim da 1ª parte
























