Somos aquilo que sempre hajamos sido. Não mudaremos mesmo com o ladrar dos cães.
quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014
"A SENILIDADE E CADUCIDADE DO SR.SILVA"
O mapa de Portugal velhinho que hoje se encontra territorialmente igual.
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Ora
vejam lá! Só agora e depois do sr. Silva ser um velho "parrano" e
seguir a "pastar" na política há quase 40 anos é que sabe que Portugal é
um país enorme....E só agora é que (!!!!) o novo mapa de Portugal vai
chegar às escolas... Mas o sr. Silva, quando era pequenino e depois foi
aprender as primeiras letras, já havia mapa de Portugal e dos
territórios administrados, das Terras de Além Mar, em todas as escolas primárias de Portugal e nas de além-mar!
Cavaco diz que "Portugal é um país enorme"
Sérgio Vicente/ Jaime Guilherme/ Nuno Castro | Publicado há 33 minutos
Foi apresentado um novo mapa de Portugal - uma carta que
representa agora a verdadeira realidade territorial do país, a dimensão
marítima, e inclui ainda a proposta de Extensão da Plataforma
Continental. O novo mapa de Portugal vai chegar a todas as escolas ainda
este ano letivo.
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Este mapa representava outro
Portugal enorme onde hoje se fala a língua lusa e tanta ingratidão, por
vezes, chega a Portugal velhinho...
"CANTAR DE GALO!"
Manuel Pedro Ferreira, Público
"O BICHO MALIGNO"
Jardim e o seu jornal
É
certo e sabido que Alberto João Jardim manda na Madeira e o seu tempo
de permanência no governo já ultrapassou o do angolano José Eduardo dos
Santos. Foi empossado a 17 de Março de 1978 e no próximo mês bate a
longevidade de Salazar.
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Só boas referências, portanto. A região autónoma da Madeira sempre despertou a atenção do Má Despesa tanto que antes de ser conhecido o buraco orçamental do arquipélago, em Agosto de 2011, escrevemos à troika a denunciar o despesismo do governo regional.
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A Madeira é tão peculiarmente democrática que no Verão passado Alberto João até rasgou um exemplar do Diário de Notícias da Madeira durante a visita realizada ao Rali Vinho da Madeira. Já se sabe que o presidente lida mal com a concorrência e que o governo regional até sustenta um jornal, o famoso Jornal da Madeira.
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E sustenta bem: este ano reservou-lhe mais de 4,5 milhões de euros (€ 4.670.126), valor superior ao destinado ao Conservatório - Escola Profissional das Artes da Madeira (€ 4.388.518), por exemplo. Esta despesa vale por si e dispensa chamar a terreiro o buraco orçamental sem fim e as ilegalidades de gestão dos governos de Jardim.
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Só boas referências, portanto. A região autónoma da Madeira sempre despertou a atenção do Má Despesa tanto que antes de ser conhecido o buraco orçamental do arquipélago, em Agosto de 2011, escrevemos à troika a denunciar o despesismo do governo regional.
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A Madeira é tão peculiarmente democrática que no Verão passado Alberto João até rasgou um exemplar do Diário de Notícias da Madeira durante a visita realizada ao Rali Vinho da Madeira. Já se sabe que o presidente lida mal com a concorrência e que o governo regional até sustenta um jornal, o famoso Jornal da Madeira.
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E sustenta bem: este ano reservou-lhe mais de 4,5 milhões de euros (€ 4.670.126), valor superior ao destinado ao Conservatório - Escola Profissional das Artes da Madeira (€ 4.388.518), por exemplo. Esta despesa vale por si e dispensa chamar a terreiro o buraco orçamental sem fim e as ilegalidades de gestão dos governos de Jardim.
SERVIÇO PÚBLICO - SIGA-NOS!
Não sendo novidade para muita gente, é sempre bom
lembrar...
Lá diz o povo, a verdade é
como o azeite. Acaba sempre por vir à
tona.
1- A partir de 2008
torna-se evidente que a operação Face Oculta foi redirecionada
pela investigação e pelos Media para passar a visar
principalmente Sócrates. Era preciso derrubar Sócrates e mudar de
governo, porque havia gigantescos interesses em jogo e, em particular, o
caso BPN prometia dar cabo do PSD.
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2.
Das fraudes do BPN ignora-se ainda hoje a maior parte. Trata-se de
uma torrente de lama inesgotável, que todos os nossos Media evitam
tocar.
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3. O agora falado caso IPO/Duarte
Lima, de que Isaltino também foi uma peça fulcral, nem foi sequer
abordado durante o Inquérito Parlamentar sobre o BPN , inquérito a que o
PSD se opôs então com unhas e dentes, como é sabido. A tática então
escolhida pelo polvo laranja foi desencadear um inquérito
parlamentar paralelo, para averiguar se Sócrates estava ou não a
«asfixiar» comunicação
social ! Mais uma vez, uma produção de ruído para abafar o caso BPN
e desviar as atenções.
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4. Mas é
interessante examinar como é que o negócio IPO/Lima foi por água
abaixo.
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5. Enquanto Lima filho,
Raposo e Cia. criavam um fundo com dezenas de milhões, amigavelmente
cedidos pelo BPN de Oliveira e Costa, Isaltino pressionava o governo
para deslocar o IPO para uns terrenos de Barcarena, concelho de
Oeiras. Isaltino comprometia-se a comprar os terrenos (aos Limas
e Raposo, como sabemos hoje) com dinheiro da autarquia e a
«cedê-los generosamente» ao Estado para lá construir o IPO. Fazia muito
jeito que fosse o município de Oeiras a comprar os terrenos e não o
ministério da Saúde, porque assim o preço podia s ajustado entre os
amigos vendedores compradores, quiçá com umas comissões a transferir
para a Suíça.
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6. Duarte Lima tinha sido
vogal da comissão de ética (!) do IPO entre 2002 e 2005, estava bem
dentro de todos os assuntos e tinha ótimas relações para propiciar o
negócio. Além disso, construiu a imagem de homem que venceu o cancro,
história lacrimosa com que apagava misérias anteriores. O filho e
o companheiro do PSD Vítor Raposo eram os escolhidos para dar o
nome, pois ao Lima pai não convinha que o seu nome figurasse como
interessado no negócio.
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7. Em Junho de 2007
Isaltino dizia ainda que as negociações para a compra dos terrenos em
causa estavam "em fase de conclusão" (só não disse nunca foi a quem os
ia comprar, claro). E pressionava o ministro da Saúde: "Se se der uma
mudança de opinião do governo, o cancelamento do projeto não será
da responsabilidade do município de
Oeiras."
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8. Como assim, "mudança de
opinião do governo"?
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9. Na verdade, Correia de
Campos apenas dissera à Lusa que o governo encarava a transferência do
IPO para fora da Praça de Espanha e que estava a procurar um terreno, em
Lisboa ou fora da cidade, para esse efeito. Nenhuma decisão tinha sido
tomada, nem nunca o seria antes das eleições para a Câmara de Lisboa,
que iam realizar-se pouco depois, em Julho de
2007.
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10. No
decorrer do ano de 2007, porém, a Câmara de Lisboa, cuja presidência foi
conquistada por António Costa, anunciou que ia disponibilizar um terreno
municipal para a construção do novo IPO no Parque da Bela Vista Sul, em
Chelas, Lisboa. Foi assim que se lixou o projeto Lima-Isaltino: o
ministro Correia de Campos não cedeu às pressões de Isaltino e a nova
Câmara de Lisboa pretendia que o IPO se mantivesse em Lisboa. Com
Santana à frente da autarquia e um ministro da Saúde do PSD teria tudo
sido muito diferente. E os Limas e Raposos não teriam hoje as
chatices que se sabe. E Duarte Lima até talvez já tivesse uma estátua no
Parque dos Poetas do amigo Isaltino.
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11. Sabemos como, alguns meses depois
deste desfecho, o ministro Correia de Campos foi atacado por Cavaco no
discurso presidencial de Ano Novo, em 1 de janeiro de 2008. Desgostado
com as críticas malignas do vingativo Presidente, Correia de Campos
pediu a sua demissão ainda nesse mês. Não sabemos o que terá
levado Cavaco a visar dessa maneira um ministro do governo Sócrates, por
sinal um dos mais competentes.. Que Cavaco queria a pele de
Correia de Campos, foi bem visível. Ele foi a causa do fracasso do
projeto do IPO/Oeiras e dos prejuízos causados ao clan do seu amigo
Duarte Lima e ao polvo laranja (ª). É bem possível
que essa tenha sido a razão.
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(ª) - É bom que se entenda que o polvo laranja tem como pai o Senhor Silva, hoje PR, que nunca falou sobre o BPN...
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(ª) - É bom que se entenda que o polvo laranja tem como pai o Senhor Silva, hoje PR, que nunca falou sobre o BPN...
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Se queres reverter esta situação
e ver a justiça feita pela força dos cidadãos, então repassa para
todos os teus contactos sem receio do que possam vir a pensar
de ti. É urgente despertar a sua
consciência.
As capas dos jornais e as principais notícias de Quarta-feira, 19 de Fevereiro de 2014.
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Um chapéu Tilley Cartas à Directora Queimar sábios: manual de instruções Ucrânia, depois da violência a repressão Falsa bonança A imaculada concessão Não é à irlandesa, mas é uma saída airosa |









































