A insistência nos números da nossa miséria devia ser uma obrigação
moral da imprensa, e não o é. Está mais do que provado que este
Executivo arrasta a pátria para as falésias, não só por incompetência
criminosa como por orientação ideológica. O Dr. Cavaco vai ao
estrangeiro e diz coisas absurdas e abstrusas, dando cobertura a uma das
maiores tragédias sociais que Portugal tem atravessado. A sua tenaz
mediocridade é objecto de devastadoras anedotas, e o respeito
reverencial que o cerca tem impedido a crítica que se impõe aos seus
actos. "Isto dá vontade de morrer", para lembrar o grito d"alma de
Herculano, em hora de desânimo como a de agora.
Baptista-Bastos, Diário de Notícias
Somos aquilo que sempre hajamos sido. Não mudaremos mesmo com o ladrar dos cães.
quarta-feira, 5 de março de 2014
ASQUEROSO EXECRÁVEL
Passos afasta hipótese de salários e pensões voltarem aos níveis de 2011
Passos Coelho voltou a dizer que os salários e pensões têm de ser cortados de forma permanente.
No debate quinzenal no parlamento, o primeiro-ministro
afastou a hipótese de voltar aos níveis que os salários e as pensões
tinham em 2011.
Ouviram-se protestos nas galerias com três cidadãos a serem retirados pela polícia.
Ouviram-se protestos nas galerias com três cidadãos a serem retirados pela polícia.
"MAFIOSO DE UM RAIO QUE O PARTA"
Nunca fez porra nenhuma na vida.
Viveu à minha custa e de outros e o filho da mãe por artes malabaristas
chegou a primeiro-ministro. Ninguém dá um pontapé no cu, ao artista e o
chute para longe!
Passos afasta hipótese de salários e pensões voltarem aos níveis de 2011
"É DE TER PENA DOS UCRANIANOS!!!..."
"Ucranianos integrados na União
Europeia se hoje são pobres, no futuro passarão a mendigos e à espera de
miolas que lhe vão chegar de Bruxelas. Vejamos, por exemplo, o que
aconteceu a Portugal passados 28 anos está falido e subjugado a dois ou
três países ricos europeus...Em que foi que a União Europeia beneficiou
Portugal se os portugueses são uns pobres de Jó?
Governo ucraniano quer recuperar Crimeia e integrar-se na Europa
Publicado há 53 minutos
Em Kiev receia-se que Putin esteja a ganhar tempo,
eternizando entretanto a presença russa na Crimei e eventualmente
propiciando alguma provocação. Se assim for, coloca-se ao novo Governo
ucraniano o problema do que fazer relativamente a essa presença russa na
Crimeia. Nota-se também em Kiev um ambiente fortemente favorável a uma
adesão à União Europeia.
"CALA A BOCA FALA BARATO!"
Seguro
(apesar de não termos simpatia nenhuma por ele e seu partido) não segue
nada a destruir a imagem de Portugal... Tudo o Mundo e arredores tem
conhecimento que Portugal é um país à beira, economicamente, da falésia
Rangel acusa Seguro de destruir a imagem de Portugal no estrangeiro
Pinto Monteiro compara métodos do Governo aos do regime nazi
Pinto Monteiro compara métodos do Governo aos do regime nazi
Lusa
O ex-procurador-geral da República
acusou o Governo de estar a surfar a onda da troika para pôr em prática medidas
extremas contra as populações do interior, em particular as decisões de fechar
serviços e de tribunais que, sob a capa de uma falsa poupança, deixam isoladas
zonas inteiras do país. Foram declarações colhidas este domingo pela Rádio
Altitude, nas quais Pinto Monteiro denuncia o Governo por argumentar com o
“bicho papão” da troika e pôr em prática um calculismo digno do regime nazi.
Pinto Monteiro:
“A troika não anda a fechar tribunais nenhuns, é como a história do papão, vem aí o papão, agora é a troika”.
“Não há nenhuma poupança que justifique a deslocação de populações, o encerramento de tribunais onde só já há os tribunais”. “Não venham com a troika [do Fundo Monetário Internacional, Comissão Europeia e Banco Central Europeu]. A justiça fecha os tribunais porque quer fechar os tribunais. A troika é uma história do papão e não manda fechar tribunais nenhuns”, denunciou Pinto Monteiro, para acusar o Governo de Passos Coelho de “fechar tudo, as finanças, o banco”.
Na Guarda, onde a Rádio Altitude registou as declarações de Pinto Monteiro em plenas festividades de Carnaval, o ex-procurador-geral deixou um desafio a Passos Coelho: “Era melhor proibirem as populações que tiverem menos que x [indivíduos], que as fechassem à força como fazia antes o regime nazi”.
São declarações que se seguem ao fecho da penúltima das avaliações periódicas da troika e na qual terão ficado concluídas as mexidas na área da Justiça negociadas no memorando de entendimento assinado em maio de 2011.
“Nenhuma poupança justifica a deslocação de populações”
No encerramento do dossier da Justiça, o Governo comprometeu-se com a troika a fechar 20 tribunais e converter outros 27 em secções de proximidade.O Governo sustenta, por outro lado, que Portugal não está em condições de impor um programa autónomo, já que se encontra sob fortes condicionamentos financeiros e - por contrato assinado com os credores internacionais - obrigado a limitar gastos.
Neste ponto, Pinto Monteiro argumenta que não há “nenhuma poupança que justifique a deslocação de populações, o encerramento de tribunais onde só já há os tribunais”.
Pinto Monteiro adverte que este tipo de atuação levará à morte das regiões do interior de Portugal: “Quem vive aqui sabe que as terras do interior estão a morrer”, lançou o magistrado, para aconselhar os ministros a fazerem “uma incursão pelas aldeias e vilas da Beira Interior, para perceberem” essa realidade.
Considerou assim que se “devia pôr cobro a essa vergonha [o encerramento dos tribunais no interior do país] para poupar meia dúzia de tostões e que põe a população sem justiça”.
“A troika não anda a fechar tribunais nenhuns, é como a história do papão, vem aí o papão, agora é a troika”.
“Não há nenhuma poupança que justifique a deslocação de populações, o encerramento de tribunais onde só já há os tribunais”. “Não venham com a troika [do Fundo Monetário Internacional, Comissão Europeia e Banco Central Europeu]. A justiça fecha os tribunais porque quer fechar os tribunais. A troika é uma história do papão e não manda fechar tribunais nenhuns”, denunciou Pinto Monteiro, para acusar o Governo de Passos Coelho de “fechar tudo, as finanças, o banco”.
Na Guarda, onde a Rádio Altitude registou as declarações de Pinto Monteiro em plenas festividades de Carnaval, o ex-procurador-geral deixou um desafio a Passos Coelho: “Era melhor proibirem as populações que tiverem menos que x [indivíduos], que as fechassem à força como fazia antes o regime nazi”.
São declarações que se seguem ao fecho da penúltima das avaliações periódicas da troika e na qual terão ficado concluídas as mexidas na área da Justiça negociadas no memorando de entendimento assinado em maio de 2011.
“Nenhuma poupança justifica a deslocação de populações”
No encerramento do dossier da Justiça, o Governo comprometeu-se com a troika a fechar 20 tribunais e converter outros 27 em secções de proximidade.O Governo sustenta, por outro lado, que Portugal não está em condições de impor um programa autónomo, já que se encontra sob fortes condicionamentos financeiros e - por contrato assinado com os credores internacionais - obrigado a limitar gastos.
Neste ponto, Pinto Monteiro argumenta que não há “nenhuma poupança que justifique a deslocação de populações, o encerramento de tribunais onde só já há os tribunais”.
Pinto Monteiro adverte que este tipo de atuação levará à morte das regiões do interior de Portugal: “Quem vive aqui sabe que as terras do interior estão a morrer”, lançou o magistrado, para aconselhar os ministros a fazerem “uma incursão pelas aldeias e vilas da Beira Interior, para perceberem” essa realidade.
Considerou assim que se “devia pôr cobro a essa vergonha [o encerramento dos tribunais no interior do país] para poupar meia dúzia de tostões e que põe a população sem justiça”.
EÇA, dá cá um GRANDE abraço, rapaz.
Como SÓ tu traduzes tão fielmente o nosso estado de espírito!
Mas estende isto à classe dominante...
A Assembleia da Republica é um local que:
se for gradeado, será um Jardim Zoológico,
se for murado, será um presídio,
se lhe for colocada uma lona, será um circo,
se lhe colocarem lanternas vermelhas, será um bordel, e se se puxar o autoclismo, não sobra ninguém...
Este país não é para novos, nem para velhos... É SÓ PARA ELES
Finalmente os que nunca viveram acima das
suas posses têm agora de sobreviver acima delas; o Governo acaba de provar o
improvável e está…contente.Quem parte e reparte e não tira a melhor
parte, é tolo ou não tem arte!Mas quem lhes põe a faca na mão?
Como alguém tem de cortar o bolo, melhor
seria ver como usa a… faca. Aquela mãozinha ...Este país não é
para novos, nem para velhos
para novos, nem para velhos
.
Por Alberto Pinto Nogueira
.
Ao fim de cinco anos, disseram-me que o curso acabara. Fiquei sem bolsa de estudos e sem dinheiro. Tinha 22 anos. A cair de teso. Sem um tostão para café ou tabaco.
Por Alberto Pinto Nogueira
.
Ao fim de cinco anos, disseram-me que o curso acabara. Fiquei sem bolsa de estudos e sem dinheiro. Tinha 22 anos. A cair de teso. Sem um tostão para café ou tabaco.
.
Mais seis longos meses à custa da família que pouco ou nada tinha. Bati a algumas portas de advogados. Estágio sim, mas gratuito. Requerimentos para aqui e para ali.
Mais seis longos meses à custa da família que pouco ou nada tinha. Bati a algumas portas de advogados. Estágio sim, mas gratuito. Requerimentos para aqui e para ali.
.
Num meio dia de princípios de Junho de 1971, recebi uma carta do Ministério da Justiça. Tinha um ofício que transcrevia um despacho do ministro, informava que me tinha nomeado Delegado do Procurador da República interino na comarca de Moimenta da Beira.
.
A minha vida de magistrado do Ministério Público durante cerca de 42 anos começou aí. Vivia ainda em Lisboa, numa residência universitária. Não tinha a mais ínfima ideia onde ficaria Moimenta da Beira. Inquiri de um colega mais letrado. Terra de Aquilino Ribeiro, de Quando os Lobos Uivam. Livro proibido que lera às ocultas na faculdade.
.
Pousei em Moimenta num tarde tórrida de Verão de 1971, após dia e meio de viagens de comboio até à Régua. Depois carreira. Uma rua, poucas ruelas, um restaurante, o Tamariz, um edifício enorme a cair.
.
Era o tribunal e outras repartições do Estado. No Verão, o meu “gabinete” era de um calor ofegante, povoado por milhões de moscas. No Inverno, um frio gélido, insuportável. Poucos fins-de-semana que a neve impedia o trânsito. Terra de gente simples. Quase todos pobres. Aquilino o descreveu muitas vezes.
.
Andei por lá uns dois anos. Numa solidão que enganava e amolecia de paleio com o juiz, os funcionários e advogados. Falava com os processos crime, os inventários obrigatórios, as investigações de paternidade, os processos de baldios e comigo.
.
Não havia ninguém. Montanhas de pedras escuras, enormes, esvoaçadas por aves negras, também enormes. Metiam medo. Numa ou outra diligência a Sernancelhe, as pessoas recolhiam a casa, espreitavam pelos buracos feitos janelas. Com razão, que os do tribunal representavam ou eram mesmo o poder. O Estado era certinho a pagar vencimentos.
.
Havia poucos descontos. Para a Caixa Geral de Aposentações (CGA), sempre. Nunca as Finanças se esqueceram, e bem, de descontar o que iria garantir a minha reforma. Quando chegasse a doente ou o calendário não me permitisse trabalhar com a mesma energia e produtividade.
.
Foi assim cerca de 42 anos. A remuneração do meu trabalho foi objecto dos descontos que a Lei determinou para a minha reforma. Era o mealheiro, o seguro de vida.
Nunca me passou pela cabeça que um Governo viesse trair o contrato que vigorou mais de 40 anos.
.
Comigo e com milhões de cidadãos, que hoje me tratasse como se tivesse sido um criminoso ao exercer as funções que exerci. Inscrevesse no meu certificado do registo criminal um crime hediondo: “Pensionista”!
.
A rondar a delinquência, governos sucessivos usaram dezenas de anos a fio, às ocultas, como ladrão, os cofres da CGA para o que lhes apeteceu. Dela retiraram contribuintes. Não entregaram milhares de milhões na mesma como entidade patronal.
-
Responsabilizam os pensionistas pelo descalabro que criaram. Sempre ávidos e famintos de cortes e mais cortes nas pensões e reformas!
José Manuel Fernandes, de parceria com Helena Matos, escreveu que Este País Não é Para Jovens. Nem para velhos.
Num meio dia de princípios de Junho de 1971, recebi uma carta do Ministério da Justiça. Tinha um ofício que transcrevia um despacho do ministro, informava que me tinha nomeado Delegado do Procurador da República interino na comarca de Moimenta da Beira.
.
A minha vida de magistrado do Ministério Público durante cerca de 42 anos começou aí. Vivia ainda em Lisboa, numa residência universitária. Não tinha a mais ínfima ideia onde ficaria Moimenta da Beira. Inquiri de um colega mais letrado. Terra de Aquilino Ribeiro, de Quando os Lobos Uivam. Livro proibido que lera às ocultas na faculdade.
.
Pousei em Moimenta num tarde tórrida de Verão de 1971, após dia e meio de viagens de comboio até à Régua. Depois carreira. Uma rua, poucas ruelas, um restaurante, o Tamariz, um edifício enorme a cair.
.
Era o tribunal e outras repartições do Estado. No Verão, o meu “gabinete” era de um calor ofegante, povoado por milhões de moscas. No Inverno, um frio gélido, insuportável. Poucos fins-de-semana que a neve impedia o trânsito. Terra de gente simples. Quase todos pobres. Aquilino o descreveu muitas vezes.
.
Andei por lá uns dois anos. Numa solidão que enganava e amolecia de paleio com o juiz, os funcionários e advogados. Falava com os processos crime, os inventários obrigatórios, as investigações de paternidade, os processos de baldios e comigo.
.
Não havia ninguém. Montanhas de pedras escuras, enormes, esvoaçadas por aves negras, também enormes. Metiam medo. Numa ou outra diligência a Sernancelhe, as pessoas recolhiam a casa, espreitavam pelos buracos feitos janelas. Com razão, que os do tribunal representavam ou eram mesmo o poder. O Estado era certinho a pagar vencimentos.
.
Havia poucos descontos. Para a Caixa Geral de Aposentações (CGA), sempre. Nunca as Finanças se esqueceram, e bem, de descontar o que iria garantir a minha reforma. Quando chegasse a doente ou o calendário não me permitisse trabalhar com a mesma energia e produtividade.
.
Foi assim cerca de 42 anos. A remuneração do meu trabalho foi objecto dos descontos que a Lei determinou para a minha reforma. Era o mealheiro, o seguro de vida.
Nunca me passou pela cabeça que um Governo viesse trair o contrato que vigorou mais de 40 anos.
.
Comigo e com milhões de cidadãos, que hoje me tratasse como se tivesse sido um criminoso ao exercer as funções que exerci. Inscrevesse no meu certificado do registo criminal um crime hediondo: “Pensionista”!
.
A rondar a delinquência, governos sucessivos usaram dezenas de anos a fio, às ocultas, como ladrão, os cofres da CGA para o que lhes apeteceu. Dela retiraram contribuintes. Não entregaram milhares de milhões na mesma como entidade patronal.
-
Responsabilizam os pensionistas pelo descalabro que criaram. Sempre ávidos e famintos de cortes e mais cortes nas pensões e reformas!
José Manuel Fernandes, de parceria com Helena Matos, escreveu que Este País Não é Para Jovens. Nem para velhos.
É para mercados, bancos, swaps, parcerias público-privadas, perdões
fiscais, clientelismos. Negócios sujos.
Procurador-Geral Adjunto
Procurador-Geral Adjunto
A política secreta de Valentim Loureiro
O elevador secreto de Valentim Loureiro e outras bizarrias autárquicas
Passados cem dias de mandato, novos autarcas começam a deitar as mãos à cabeça com as heranças que receberam. O novo presidente da Câmara de Gondomar, por exemplo, descobriu um elevador secreto, deixado por Valentim Loureiro
Quando Marco Martins tomou posse, o difícil foi não esbarrar em situações insólitas. Primeiro, o gabinete de Valentim Loureiro estava transformado num bunker, onde poucos alguma vez haviam entrado..
Em quase duas décadas, o anterior presidente só por duas vezes se terá deslocado ao bar do edifício camarário e "para reclamar com os funcionários ", conta-se.
Valentim tinha um elevador secreto e exclusivo cujo código de acesso era a sua data de nascimento que ligava diretamente a um parque de estacionamento para os automóveis do presidente e da filha, ex-vereadora. Para trás, Valentim deixara também o fax com a respetiva lista de contactos, que iam de dirigentes do mundo da bola a pessoas com quem tinha negócios.
Mas o filme apenas começara. Ao longo das semanas que já leva de mandato, Marco Martins descobriu viaturas velhas da autarquia por abater, "nas quais já haviam nascido pinheiros", uma frota automóvel com uma idade média de 22 anos e gastos de milhares de euros em aplicações informáticas que nunca foram instaladas ou usadas.
Soube, também, que umas moradias em banda, vandalizadas e destruídas, afinal pertenciam à Câmara, e que o erário público também continuava a pagar o arrendamento de um mercado provisório, num terreno onde, desde 2011, já não existia nada.
Um heliporto, orçado em 92 mil euros, foi também construído junto do IC29 e de um hospital, mesmo depois do pedido de licenciamento ter sido chumbado pelo Instituto Nacional de Aviação Civil.
"Processos judiciais em que a autarquia é ré, são cerca de 400, mas ainda não estão quantificados os valores", refere o autarca, que herdou uma dívida de 145 milhões de euros, contas ainda por baixo, "pois espero mais surpresas".
Não fosse Marco Martins bombeiro voluntário e dir-se-ia que Gondomar tem demasiados fogos para apagar. "O que me salva é ter subido degrau a degrau, na vida autárquica e ganho experiência a partir de uma freguesia. Caso contrário, estava tramado."
A FRASE DE BAPTISTA-BASTOS
Menina Síria Vítima dos Mercenários da União EUROPEIA (VIDEO)
.
O texto abaixo não é nosso. Por ser interessante o publicamos.
É isto que a União Europeia, em conjunto com os Estados Unidos, anda a patrocinar na Síria.
Andam a financiar terroristas islâmicos com o nosso dinheiro. Podem ter a certeza disso, a União Europeia está a usar o nosso dinheiro para financiar grupos ligados à Al-Qaeda e que são quem anda a destruir a Síria.
Eu qualquer dia recuso-me a pagar impostos, pois não estou para andar mais a financiar os crimes de guerra que a União Europeia fomenta e que são patrocinados com o dinheiro de todos nós.
Nem mais um cêntimo para os assassinos de Bruxelas!































