Somos aquilo que sempre hajamos sido. Não mudaremos mesmo com o ladrar dos cães.
quinta-feira, 20 de março de 2014
As Finanças / As SS nazis
O texto abaixo não é nosso. Nos limitamos a publicar.
|
Ler
este artigo e, depois, ver os processos contra os banqueiros prescreverem
(ficando eles a rir-se do povo pagante), dá cá uma revolta!
.
|
|||
Jornal de Notícias .
Publicado 27 Fev. 2014
A história da
falência da Throttleman e Red Oak, duas marcas de vestuário português que
fecharam as lojas na semana passada, é o melhor exemplo de como, por debaixo
da demagogia sobre o Portugal de sucesso, a vida prossegue, inexorável, a
matar a pequena e média economia portuguesa.
.
Esta história é tão irreal (e
não é a única) que até dá vontade de fugir do país.
.
Antes de mais: a Throttleman foi criada em 1991 por três gestores (Pedro Pinheiro, Eduardo Barros e
Nuno Gonçalves) acabados de sair da faculdade.
O profeta do cavaquismo
industrial, Mira Amaral, pedia, e bem, marcas próprias e redes de lojas
nacionais, sobretudo em setores como o do vestuário onde vendíamos esmagadoramente para subcontratação.
Quem ousasse devia até internacionalizar.
A Throttleman fez isso mesmo: lojas nos shoppings ao lado das grandes
Zaras, Benettons ou Lacoste. Vendia camisas portuguesas e outro vestuário a
preço médio-alto. Chegou a dar emprego a quase 750 pessoas. E chegou a abrir
lojas nos Emirados Árabes Unidos e em Angola - em resumo, fez o que está
escrito nos livros de gestão.
Só que a derrocada de 15 de setembro de 2008,
nos Estados Unidos, provocou o brutal arrefecimento do consumo mas não o da
conta mensal de quem tinha investimentos a pagar. Uma média de 12 milhões de vendas anuais revelavam-se insuficientes.
Os 23 milhões de euros de passivo acumulado pela Throttleman e Red
Oak levaram então a que, em novembro de 2012, ambas avançassem para o
"Processo Especial de Revitalização", um mecanismo criado pelo
Estado para ajudar empresas em dificuldades. Viáveis ou não?
Os credores
decidiriam. E neste caso as coisas correram de forma extraordinária: em
apenas 76 dias conseguiu-se um acordo com cerca de 80% de créditos, incluindo
a Segurança Social. Quem faltou? Praticamente apenas o Ministério das
Finanças, ainda por cima credor privilegiado.
Aceite pelo tribunal o Plano de Recuperação, vida nova? Errado. As Finanças interpõem um recurso
judicial que impediu a recuperação de arrancar. Há um ano. Apesar das
Finanças e da Segurança Social terem assegurado o ressarcimento de 100% da
dívida em 150 prestações, acrescidas de juros a uma média de 6,25%, as
Finanças não aceitaram que os juros antigos e as coimas fossem perdoados em
80%.
Uma gota no conjunto de todo o processo. (Note-se que, entretanto, as
Finanças perdoaram 100% dos juros e 90% das coimas, em dezembro último, a
quem pagou impostos em atraso por razões tão absurdas como fugas para
off-shores, etc...).
A Throttleman andou 12 meses a lutar com as Finanças em recursos
judiciais e depois o processo encalhou no Tribunal Constitucional. Entretanto,
a gestão tornou-se impossível. Há dias anunciou o pedido de insolvência.
Tinha 200 trabalhadores. As Finanças (e todos os outros) vão agora receber
zero ou pouco mais.
Quando leio as notícias sobre o aumento da arrecadação fiscal, mês
após mês, penso em casos como este e temo o pior. As Finanças estão a usar expedientes claramente
selvagens para conseguir tirar o pouco que resta à economia. Penhoram tudo a
toda a gente - até por pequenas multas. Sabem que os tribunais não funcionam
e são inúteis como recurso dos contribuintes.
Uma empresa que recorra judicialmente contra o Fisco fica registada como incumpridora se não pagar à cabeça e é inibida de direitos básicos
(ex: estágios profissionais apoiados). Passa a ter o seu nome publicado na
lista "negra" dos devedores. Todos os meios valem. O novo sistema
de fornecimento de informação - SAFT - obriga as empresas a porem nas mãos do
Estado 100% da sua vida - clientes, preços, prazos, pagamentos.
As Finanças são um Estado prepotente (sem aspas nem metáforas),
amoral, dentro de um país que tenta sobreviver à sistemática e brutal
cobrança e aumento de impostos. Ainda vamos brevemente descobrir que boa
parte do sucesso das exportações inclui também uma coisa óbvia: as
mercadorias vão mas o lucro não volta.
O Fisco está enganado se pensa que
mete os empresários em campos de concentração fiscais (onde estão os
trabalhadores por conta de outrem e pensionistas). O inimigo é comum - o
Fisco. A ordem é "fugir". O ódio ao Estado é total. Lutar contra a
carga fiscal é como militar na Resistência.
|
"OS DESGRAÇADINHOS DE FACE OCULTA"
Processo "Face oculta" está a chegar ao fim
Paulo Jerónimo/Rui César
Foram apresentadas as alegações finais dos arguidos José
Penedos e Paulo Penedos no processo "Face oculta". O Ministério Público
tinha pedido pena de prisão efetiva, mas os advogados de defesa pediram
a absolvição como a única saída justa para o caso.
"ADEUS TRISTEZA UMA PORRA!"
.
Lá continuamos, nós, os portugueses a ser, para os ingleses, espécie de "párias" da Europa... Sei o que afirmo... Trabalhei com esta gente, como emigrante, em países: Arábia Saudita, Tunisia e na ex-Rodésia e tive que ser forte para aguentar os que deles não se apartou o espírito da raínha Vitória!
Lá continuamos, nós, os portugueses a ser, para os ingleses, espécie de "párias" da Europa... Sei o que afirmo... Trabalhei com esta gente, como emigrante, em países: Arábia Saudita, Tunisia e na ex-Rodésia e tive que ser forte para aguentar os que deles não se apartou o espírito da raínha Vitória!
Adeus Tristeza
O
Reino Unido já é o principal destino da emigração portuguesa. Foi para
lá que António, Irina e a pequena Joana emigraram há pouco mais de meio
ano. Sem emprego em Portugal, viram-se obrigados a partir. A repórter
Rita Colaço acompanhou o novo quotidiano desta família na grande
reportagem "Adeus Tristeza".
"PIRES DA CERVEJA E MAIS UM SIMPLEX"
.
Ou vai ou racha! Por um lado é a Laurindinha Borrada a expandir o comércio externo e por outro é o Pires da Cerveja activar o interno... E tudo isto é obra e graça do partido PP CDS e a salvação, económica, nacional!
Ou vai ou racha! Por um lado é a Laurindinha Borrada a expandir o comércio externo e por outro é o Pires da Cerveja activar o interno... E tudo isto é obra e graça do partido PP CDS e a salvação, económica, nacional!
Pires de Lima espera que regime de simplificação para comércio entre em vigor no 1.º semestre
O ministro da Economia disse hoje à Lusa que tem a expetativa de que o diploma de simplificação do regime de acesso e exercício de atividades do comércio, serviços e restauração entre em vigor no primeiro semestre.
.
O Conselho de Ministros aprovou hoje uma proposta de lei para
simplificar o regime de acesso e exercício de atividades nas áreas do
comércio, serviços e restauração, segundo o qual os empresários apenas
necessitam de fazer apenas uma comunicação prévia às autarquias.
.
Questionado pela Lusa se este diploma poderá entrar em vigor até junho, o
ministro António Pires de Lima afirmou: "Eu espero que durante o
primeiro semestre de 2014". Pires de Lima sublinhou que se "o Governo procurou aprovar este regime
ainda durante o primeiro trimestre, é porque obviamente tem a
expetativa". O projeto de lei vai agora ser discutido no parlamento.
.
O ministro destacou alguns dos pontos fundamentais da proposta de lei
para simplificar o regime de acesso e exercício de atividades nas áreas
do comércio, serviços e restauração, que considerou que "os empresários
entendem muito bem".
.
A primeira "é a simplificação de procedimentos para poderem abrir uma
atividade na área do comércio, serviços e restauração. O princípio que é
instituído é de os empresários necessitarem de apenas fazer uma
comunicação prévia às câmaras" e "há atividades em que nem sequer é
necessária essa comunicação prévia, em que podem iniciar a atividade sem
qualquer declaração".
.
Entre as áreas que dispensam uma declaração prévia estão as "atividades
ligadas às tintas, vernizes, aos institutos de beleza, cabeleireiros,
entre outros", explicou António Pires de Lima.
"Há um princípio instituído através deste regime que é o da confiança na
iniciativa empresarial", sublinhou o governante, que recordou que até
agora era necessário "obter uma autorização" para as atividades no
comércio, serviços e restauração, o que representava "uma espécie de
desconfiança prévia do Estado relativamente ao empresário".
.
O projeto de lei é "claramente uma evolução para o licenciamento zero,
para simplificação de procedimentos e para a liberalização de algumas
atividades que assentam no princípio da confiança do Estado na
iniciativa empresarial", adiantou.
.
Por outro lado, destacou, "há uma redução de custos importantes", uma
vez que com este projeto de lei "extinguem-se algumas taxas um bocadinho
absurdas" como as que tinham de ser pagas pelo encerramento da
atividade ou quando alteravam os horários de funcionamento das lojas.
.
"Creio que é muito importante que o Governo tenha cumprido com a sua
palavra e tenha juntado num só diploma aquilo que está disperso por
vários documentos".
.
O comércio, serviços e restauração "são três atividades com uma
identidade própria, mas passam a estar regimentadas em termos de acesso à
profissão ou atividade por um único documento", concluiu o governante.
TAGS:Pires Lima, Questionado,
TAILÂNDIA: "LUIS PATO E OS VINHOS DE PORTUGAL"
No prestigioso hotel Dusit Thani, na baixa de Banguecoque, Luis Pato AQUI e na sua escola de culinária "Le Cordon Bleu
Dusit", na sala de aulas Bacchus levou a cabo um
workshop, para cerca de 20 pessoas, cujo tema foi o processo de
elaboração do vinho, factores que influenciam a qualidade, tècnicas
aplicadas onde se inclui os solos, onde crescem, as vinhas, castas,
clima, engarrafamento. As imagens a seguir, legendadas, dão conta do
evento.
A sala de aulas "BACCHUS" onde Luis Pato deu uma brilhante lição em cima dos Vinhos de Portugal.
Antes da aula Embaixador de Portugal, acreditado no Reino da Tailândia, Luis Barreira de Sousa ouve atentamente Luis Pato.
Nuno Caldeira da Silva, residente na
Tailândia há 10 anos ( lado esquerdo e um dos organizadores do workshop)
junto a Christophe Rene Mercier, Academic Manager(ao centro) e Luis
Pato antes do inicio do workshop.
A lista dos interessados em ouvir e aprender a sabedoria do mestre de vinhos portugueses Luis Pato.
Da esquerda para a direita: Luis Pato, embaixador Luis Barreira de Sousa, conversando com a directora da "Le Cordon Bleu Dusit" Dra. Parichat Jumsai Na Ayuthaya e Nuno Caldeira da Silva, trajando uma camisola com a caricatura de Luis Pato "Rebel".
É dada a provar a delícia, espumosa, da Bairrada, que até daria, furar o protocolo do evento e beber, todo o líquido da garrafa, pelo gargalo.... Na imagem Christophe Rene Mercier verte no cálice a prova para o embaixador Luis Barreira de Sousa.
Não nos pode passar despercebida a excelente qualidade da cortiça das rolhas, que fecham as garrafas dos vinhos de Luis Pato.
Da esquerda para a direita: Luis Pato, embaixador Luis Barreira de Sousa, conversando com a directora da "Le Cordon Bleu Dusit" Dra. Parichat Jumsai Na Ayuthaya e Nuno Caldeira da Silva, trajando uma camisola com a caricatura de Luis Pato "Rebel".
Nuno Caldeira da Silva os sócios e importadores de vinhos Luis Pato, senhores Andy Me Artie
Nuno Caldeira da Silva, introduz aos presentes, na sala, o mestre Luis Pato.
A sala da academia do vinho "Bacchus", prontos os alunos para ouvirem a lição do mestre Luis Pato.
O monitor com o mapa da Europa e do lado esquerdo um círculo onde se destaca Portugal.
Luis
Pato inicia a lição e indica no mapa de Portugal a sua região vinícola
da Bairrada. O mestre inicia a aula com a história de Portugal.
Destaca-se o desenvolvimento como soube, Luis Pato, conduzir a lição e a
clareza com que se exprime na língua inglesa.
Luis Pato, por vezes, com paixão descreve o tema dos vinhos.
Dá-se, então, para a começar a prova, a abertura da primeira garrafa de vinho espumoso, bruto, Luis Pato.É dada a provar a delícia, espumosa, da Bairrada, que até daria, furar o protocolo do evento e beber, todo o líquido da garrafa, pelo gargalo.... Na imagem Christophe Rene Mercier verte no cálice a prova para o embaixador Luis Barreira de Sousa.
Saboreia-se o espumoso "Luis Pato" e de facto aos pequenos goles e mante-lo na boca por instante oferece melhor paladar.
Luis Pato, aqui, refere-se à casta de uva, que produziu o vinho espumoso "Luis Pato", Searcialinho e características.
Dois vinhos, tinto, encorpados, que vão ser tema de apresentação...
E para mais bem apaladados é necessário decantá-los e repousar por um tempo antes de ser servido...
Nuno Caldeira da Silva (na Tailândia é como peixe na água) vários vezes esteve de serviço servindo vinho aos alunos do mestre Luis Pato.....
.... e na mesa do fundo.
Mais a explicação de um vinho, das adegas de Luis Pato, cuja assistência ouve o mestre atentamente.
Luis Pato, aqui, refere-se à casta de uva, que produziu o vinho espumoso "Luis Pato", Searcialinho e características.
Dois vinhos, tinto, encorpados, que vão ser tema de apresentação...
E para mais bem apaladados é necessário decantá-los e repousar por um tempo antes de ser servido...
Nuno Caldeira da Silva (na Tailândia é como peixe na água) vários vezes esteve de serviço servindo vinho aos alunos do mestre Luis Pato.....
.... e na mesa do fundo.
Mais a explicação de um vinho, das adegas de Luis Pato, cuja assistência ouve o mestre atentamente.
Uma imagem, projectada no monitor de beleza deslumbrante que apresenta a uva branca Cercial da Bairrada.
Enquanto os vinhos repousam nos decantadores, outra imagem no monitor e agora a casta Bical...
A classe ouve atentamente o mestre Luis Pato
A prodigiosa casta de uva a Baga
Christophe Rene Mercier, serve a especialidade, decantada....
..... e Nuno Caldeira da Silva ajuda...
....e chega à mesa do fundo.
... e carinhosamente Nuno Caldeira da Silva vai abrir mais uma garrafa de espumoso da região da Bairrada.
Não nos pode passar despercebida a excelente qualidade da cortiça das rolhas, que fecham as garrafas dos vinhos de Luis Pato.
Lado esquerdo uma garrafa, vasia, do excelente espumoso da casta Baga.
Para mim (respeitando a opinião de
outros) a estrela foi o vinho abafado AM, pelo seu paladar adocicado e
perfume. Uma delícia de excelência!
E vai para a mesa o abafado AM.
O abafado AM no monitor enquanto o mestre Luis Pato, com certo entusiasmo, divulga as suas características.
O abafado no monitor e os sorrisos, francos de Nuno Caldeira da Silva e Luis Pato. A aula chegou ao fim.
E no fim da aula houve lembranças entregues pela Dra. Parichat Jumsai Na Ayuthaya. Aqui o mestre Luis Pato recebe a sua.
O nosso embaixador recebe-a das mãos do senhor Christophe Rene Mercier.
Houve foto com o mestre Luis Pato para lembrança futura.
Vinho português e simpatia... Dra. Parichart Jumsai Na Ayuthaya com Nuno Caldeira da Silva.
O nosso embaixador recebe-a das mãos do senhor Christophe Rene Mercier.
Houve foto com o mestre Luis Pato para lembrança futura.
Vinho português e simpatia... Dra. Parichart Jumsai Na Ayuthaya com Nuno Caldeira da Silva.
O close-up do T-shirt Luis Pato.
Coubera-me um que aqui deixo o meu agradecimento.Aqui nos fica a Luis
Pato: "um até breve e mais eventos que realcem, na Tailândia a excelente
qualidade dos vinhos portugueses.
José Martins











































