Não ignorando, Passos Coelho, os números da pobreza, do desemprego,
da emigração no nosso país, parece perfeitamente razoável chegar à
conclusão de que acha que ainda não são suficientes. Não pode ser mesmo
doutro modo. E, assim sendo, resta a pergunta: quantos mais pobres e
desempregados serão necessários para que sejamos considerados uns probos
e dedicados cidadãos, senhor primeiro-ministro?
Pedro Marques Lopes, Diário de Notícias
Somos aquilo que sempre hajamos sido. Não mudaremos mesmo com o ladrar dos cães.
domingo, 30 de março de 2014
PACHECO MIRANDA O BOM ALUNO
Quem ouvir o Pacheco Miranda dá-lhe a
entender que o "bandido" na favela do Rio de Janeiro terminou...
Talvez seja para tranquilizar aqueles que viajam ao Brasil para ver a
Copa do Mundo. O "bandido" tarde ou cedo volta ao local do crime!!!...
Aguardei para próximo futuro!
Tropas brasileiras recuperam controlo de favela do Rio de Janeiro
João Pacheco Miranda/André Velloso
Uma zona ocupada pelo crime organizado no Rio de Janeiro foi recuperadas pelas tropas de elite brasileiras.
O Exército vai depois preparar a instalação de mais uma Unidade da Policia Pacificadora.
Cerca de 130.000 pessoas de 15 favelas vão agora poder viver em maior segurança e com melhores condições de vida.
Reportagem do correspondente João Pacheco Miranda.
BRASILINO GODINHO TECLOU
A revelação/bomba do Prof. Marcelo
feita hoje no Jornal das 8, da TVI
Comentário de Brasilino Godinho
Pasmem os leitores!
O Prof. Doutor
Marcelo Rebelo de Sousa, apresentou-se hoje no Jornal das 8, da TVI, mais
frenético e excitado do que lhe é habitual.
Talvez por isso,
no decurso do serviço de notícias e no espaço em que é entrevistado por D.
Judite de Sousa, o Prof. Marcelo resvalou para as confidências e fez uma
revelação bombástica referente a uma ocorrência que protagonizou na segunda
semana de Abril de 1974; a qual poderia ter sido um dos seus conhecidos factos
políticos suficientemente grave para provocar o fracasso da Revolução de 25 de
Abril de 1974.
Que disse
Marcelo?
Que num
determinado dia do mês de Abril de 1974 teria dito ao pai, Dr. Baltasar Rebelo
de Sousa, que a revolução iria ocorrer nesse mesmo mês - como realmente viria a
suceder!
Por sua vez, o
pai de Marcelo, logo transmitiu a informação ao Prof. Doutor Marcelo Alves
Caetano, chefe do Governo.
Porém, aconteceu
que o chefe do Governo, conhecendo bem a personalidade do jovem Marcelo, seu
afilhado, não deu credibilidade à notícia.
Claro que se
Marcelo Caetano tivesse levado a sério a inconfidência do afilhado, outro
poderia ter sido o desfecho dos desenvolvimentos revolucionários das semanas
seguintes de Abril de 1974.
Para melhor
ajuizarmos do grande risco de ser abortada a revolta dos militares importa
dizer que Baltasar Rebelo de Sousa era uma pessoa da inteira confiança e
amizade de Marcelo Caetano. Uma relação que se cimentou nos anos 1940-1944, em
que Marcelo Caetano foi Comissário Nacional da Mocidade Portuguesa e Baltasar
Rebelo de Sousa o seu braço-direito naquela organização juvenil do Estado Novo.
A tal ponto amigos que Marcelo Caetano foi padrinho de baptismo de Marcelo
Rebelo de Sousa.
A referida
atitude do jovem Marcelo demonstra que ele se encontrava naquela esquisita
posição de ter o pé direito na situação e o outro (pé esquerdo) na oposição.
Para além de ser um cómodo posicionamento de equilíbrio psíquico/físico,
assegurava a vantagem de, em quaisquer circunstâncias, o jovem Marcelo Rebelo
de Sousa estar sempre cavalgando o PODER...
Um jeito que lhe
ficou desse tempo e se vai mantendo nos tempos actuais. Estes, caracterizados
por persisentes rejeições e violações de princípios elementares de cidadania e
de ética política.
"O ARTISTA AVALIA OUTRO ARTISTA"
Sócrates avalia como "medíocre" a passagem de Durão por Bruxelas
Sónia Silva/ Guilherme Terra
José Sócrates diz que o mandato de Durão Barroso à
frente da Comissão Europeia foi "medíocre". No habitual comentário
semanal na RTP, o ex-primeiro-ministro acusou ainda o Governo de estar a
preparar cortes nas pensões "debaixo da mesa".
"....E A PÃO E ÁGUA!"
"Estes governantes deviam ser politicamente presos", dispara Marques Mendes
Antena 1
O antigo líder do PSD adverte que, qualquer dia, os
reformados deixam de votar no PSD e no CDS/PP. No comentário semanal na
SIC, Luís Marques Mendes lamentou que haja no Governo quem não tenha a
mínima sensibilidade, e não entenda que a incerteza em torno dos cortes
nas pensões está a criar insegurança nos reformados, dois milhões de
portugueses, que estão a ser "constantemente assustados e a ser tratados
quase como cobaias".





























